junho 16, 2009   


terciane alves

camilo2a.jpg


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   junho 15, 2009   


terciane alves

Camilo Lima, ex-aluno de MBA, refaz os caminhos de adaptação em Madri


Já no bate-papo dá para perceber. O brasileiro Camilo Lima é bem humorado, aberto e conta sua história com generosidade a quem planeja fazer um MBA no Instituto de Empresa de Madri. Camilo pontua sua conversa conosco dando pistas de como melhor aproveitar o curso e a estadia em Madri. Atento a detalhes práticos, não deixa de falar das paisagens que mais o inspiraram na cidade, da busca por serviços de comunicação e, claro, das baladas. Aí vai um resumo de nosso bate-bola.

Continue reading 'Um jeito Easy Going '


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   abril 10, 2009   


terciane alves

Picasso_Guernica2.jpg


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terciane alves

Quem ou o que faz você sentir-se verdadeiro, legítimo, sem medo de ser o que é? Desarmado, seria talvez a palavra mais apropriada. Uma viagem, um amigo, um cão, uma obra de arte? Aproveito minha colaboração neste blog do IE Business School para falar de Madri, capital sede desta escola.

Foi em Madri. De repente, estava ali. Não sei que dia, ano ou direito quem sou. Somente me dou conta de que estou há mais de dez minutos olhando para nada menos que Guernica. Essa tela gigantesca que Pablo Ruiz Picasso concebeu com seu estilo cubista nos tenebrosos anos da guerra civil espanhola.

Estou absorta. Mudo de ângulo, de perspectiva, mas é uma sensação ímpar estar diante dessa obra de arte que sintetiza tantas camadas de história: embasbacada. Fecho os olhos e abro. Ela está lá. Esse lá e o Museo Reina Sofía, um endereço imperdível para quem vai a Madri.

Pablo Picasso a criou em 1937, mas embargou Guernica dos olhos de sua terra natal. Ninguém a conheceria lá enquanto a Espanha não se tornasse um país democrático. Picasso teria ficado revoltado com o bombardeio da pequena Guernica pelas tropas ligadas a Hitler. Vinte e cinco anos depois, em 1981, a cobertura dos jornais sobre ida da obra de arte que estava no Moma, em Nova York, lá foi narrada como um dia histórico.

Finda a guerra. Guernica, não só a cidade espanhola retratada, mas a tela, agora poderiam viver na Espanha. Há quem conteste o mito do Bombardeio de Guernica, do qual Picasso teria tomado conhecimento por meio da leitura de jornais, pois vivia em Paris.

Mas aqui chamo a atenção do quanto você pode enveredar-se em uma obra de arte tão impactante assim? Dê os adjetivos que quiser a Guernica, o olhar é seu. Para o meu, ela é gigantesca, febril, revela corpos na guerra, estilhaços de edifícios destruídos pela força aérea alemã. Mostra a precisão de Picasso, ou seria exasperação e desespero em uma explosão? Guernica não me deixará esquecer Madri. Não me deixa esquecer de algo visceral que há na civilização espanhola: inquieta, ávida e de comunicação direta.

Fico me perguntando se esse quê febril, de disputas e de vocações históricas, interfere no estilo de fazer negócios do espanhol. Acho que meus amigos do IE Businesses, a terceira maior escola de MBA da Europa, podem contribuir melhor do que eu. Adorarei ouvi-los aqui. Também entendo que Picasso deixou um exemplo de comunicação atemporal por meio da arte.

Guernica não me deixará esquecer jamais daquela dupla viagem. Viagem à Espanha e à simples constatação do quanto a vida pode ser plena quando somos e fazemos o que é intrinsecamente verdade dentro de nós. Assim fez Pablo Ruiz Picasso. Concebeu Guernica, embargou Guernica. Pintou e chorou por Guernica. Bombardeada ou não, essa sintetizou os conflitos da época.

Começo hoje a escrever uma série de posts sobre Madri. E comecei a partir de Picasso. Conto, é claro, com a ajuda, de alunos e ex- alunos brasileiros do IE Business School que a conhecem. Tem algo a falar de Madri ou mesmo comentar sobre esse tema no período em que esteve estudando no IE ou ainda está? Conte para nós! Até o próximo post! Um abraço. Boa Páscoa!


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   março 26, 2009   


terciane alves

Um inventário sobre as histórias de guinadas profissionais e de vida

Terciane Alves

O convite para colaborar com a comunidade do IE Business School neste blog me imbuiu de um misto de sentimentos, mas os dois mais fortes são a crença no poder dos relacionamentos e das palavras. Agora, vou contar a vocês um pouco de quem sou e do que pretendo trazer em meus posts.

Nascida em São Paulo, jornalista, 36 anos, 15 de profissão, tenho cursos de especialização em economia, saúde e moda. Tenho paixão por livros, bichos, café e, claro, por boas histórias.

Passei quase seis anos no jornal O Estado de S. Paulo, de 2000 a 2006, ouvindo profissionais nas situações mais diversas. Presidentes e CEOs de empresas, trainees, gerentes se preparando para uma guinada, executivos em transição de carreira, em processo de coach, sabáticos.

Essa era minha tarefa como titular dos assuntos inerentes à educação executiva, mercado de trabalho, empregos e carreiras para homens de negócios e para vários setores profissionais e especializações. Mas o trabalho, não raro, se transformava em um alento.

Aprendi a lidar com conceitos, nomes, siglas e chavões do mercado corporativo. Essa experiência me deu oportunidade de conhecer expoentes do estudo da educação executiva, entre eles muitos profissionais do IE. No meio desse caminho, surgia recorrentemente o tema MBA - a sigla para o curso que forma experts em administração de negócios.

Passei a ler sobre as Business Schools e compreendi que elas tomaram escopo depois do fim da primeira guerra mundial. Foi quando várias indústrias e famílias de recursos passaram a bancar o fortalecimento de escolas norte-americanas e européias para que estas pudessem formar homens de negócios capazes de lidar com o novo capitalismo que insurgia. Foram gerações e gerações formadas a partir de conceitos da nova administração e de negócios que se sofisticaram com o passar dos anos.

Para as reportagens sobre MBA, me dispus a ouvir vários relatos de profissionais que mudaram de países para estudar por um ou dois anos fora. Deixaram empregos certos, família, vida afetiva e alguns até venderam casas. Outros, em bons tempos de economia, foram bancados por suas corporações para fazer este curso mundo afora.

Ao voltar, tinham a promessa de uma ascensão profissional. Outros tantos criaram modelos de negócios pioneiros.
E essas histórias sempre me faziam cair na palavra guinada. Compreendi tão logo que quem parte para um programa deste no exterior, almeja ser um profissional do mundo.

Tão logo se deparam com valores de culturas distintas e, nesse sabático proposital, esses ex-alunos transitam por uma transformação sem precedentes.

O IE, representado no Brasil por seu country manager, Newton Campos, sempre me facilitou o contato com seus ex-alunos e alunos. Depois de alguns encontros, notei que os fatores empreendedorismo e networking eram mesmo os pontos fortes do IE. Não só.

O pioneirismo da escola em tecnologia – foi a primeira ter todo o campus em Madri com wi-fi – me chamou a atenção. Condizia com minha curiosidade por novas mídias e tecnologias.

Nos primeiros anos de 2000, acompanhei no Brasil o interesse de alunos de elite crescer por estudar na Europa, endereço certo para encontrar alunos de várias nacionalidades.

Por essas e tantas razões, aceitei o convite para reportar aqui a história de ex-alunos e alunos do IE. Agora, vou trazer para você posts que pretendem transmitir um pouco da essência desse momento de career shift. Daí vem o nome shiftmais. É um canal no blog aberto a vivências, relacionamentos, psicologia comportamental, viagens, modos de vida! Espero que gostem, colaborem, critiquem! Obrigada por me ler!


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   março 24, 2009   


terciane alves

Reportagem publicada na Folha de S. Paulo

Pouco conhecidas, carreiras alternativas ganham espaço
Sustentabilidade, tecnologia e moda abarcam as principais novidades

"Trendspotter", "coffeetender", especialista em "compensation", "report", gestor de reputação. Desconhecidas, essas profissões não constam dos manuais de vestibulares. Contudo, na avaliação de especialistas ouvidos pela Folha, estão entre as carreiras que mais se expandem no mercado de trabalho atual e asseguram boas oportunidades aos mais atentos (veja lista na pág. 3). Boa parte dessas vagas surge em multinacionais de vanguarda e, sobretudo, em empresas de pequeno porte, que atuam como butiques especializadas.

Um exemplo é a Mandalah, focada em comportamento. Ao ser inaugurada há um ano e meio, contratou profissionais de 12 áreas de formação -de psicoterapeutas a designers- para exercer a mesma função: a de "trendspotter", uma espécie de caçador de tendências. "Esse profissional investiga idéias que tendem a ser im-pactantes e que possam virar produtos, bens ou conceitos", explica o consultor em recursos humanos Adriano Savelli. Muitas dessas carreiras estão associadas ao estudo das necessidades e dos dilemas da sociedade e são relacionadas ao consumo nas áreas de tecnologia, sustentabilidade e moda. "As carreiras diferenciadas surgem onde há excesso de renda disponível em certos segmentos da sociedade", analisa o diplomata Alexandre Vidal Porto, que vive no México. "Nas grandes capitais, profissões como a de "personal stylist" já se consolidaram à luz de necessidades de indivíduos com excesso de renda e demandas específicas, típicas das cidades globalizadas", diz ele.

Antena parabólica

Para os que pretendem seguir uma carreira alternativa, o caminho é desenvolver "atenção constante a 360 graus".
"É essencial estar antenado nos segmentos em fase de crescimento, pois ali estão as oportunidades", sugere Irene Azevedo, sócia da consultoria Ki-enbaum Keseberg & Partners.
"Vale a pena verificar jornais, revistas e depoimentos de profissionais. Mas, para obter sucesso, o principal é alinhar as habilidades à função desejada, seja em uma área nova, seja em uma tradicional", completa.


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Posted on 24 março 2009 in Shift+ | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)

   março 12, 2009   


Newton Campos

Recentemente, talvez até por conta da crise que assola a Europa algumas escolas de negócios ditas "top" têm feito atos típicos de bandidagem e falta de vergonha na cara. Eu, que tenho trabalhado com pessoas que procuram escolas de elite há algum tempo, tenho recebido notícias incríveis de escolas que se dizem de primeira linha (para mim, estão deixando de ser).

Nos últimos anos, identifiquei pelo menos 3 escolas entre as 20 melhores da Europa que estão correndo com processos de admissão dos candidatos para dar-lhes admissão rapidamente no começo do ano. Até aí tudo bem, isso não seria problema, se não fosse o caso de estas escolas também escreverem e telefonarem para o candidato em seguida, propositalmente antes que saiam os resultados das outras escolas dizendo que se eles não fizerem o pagamento da matrícula em 10 dias serão desconsiderados para o programa (isso é obviamente mentira).

Estive pesquisando. Curiosamente, duas têm origem religiosa. Uma delas, de origem jesuíta e também localizada na Espanha (não confundam com a escola do pessoal do Opus Dei que é bem mais direita embora também tenha origem religiosa), chega a colocar um grande "compromisso" com a responsabilidade social em sua página de internet:

cheating.jpg

"La misión de ESCOLA X es impulsar la docencia y la investigación en los ámbitos de la dirección de empresas y del derecho, a fin de contribuir a la formación científica, social y humana de personas que se caractericen por un elevado nivel de competencia profesional y por una plena conciencia de su responsabilidad en el desarrollo de una sociedad que promueva la dignidad de las personas, en el marco de las tradiciones humanistas y cristianas, y en un contexto de diálogo intercultural."

Baita cara-de-pau! Esta missão deve estar escrita numa cola como a da mão acima.

No IE (http://www.ie.edu), por outro lado, já participei de reuniões para discutir este assunto da matrícula e sempre chegamos à conclusão que devemos liberar os candidatos de pressões desnecessárias, quem quiser vir virá. Pressões de deadlines, pressões de burocracias inúteis e pressões para realização de matrícula não existem por lá. Na verdade, uma vez admitido, o candidato têm até 2 anos para se matricular e ninguém vai ficar importunando ele contando mentiras pra fazer ele se matricular.

O que mais me aborrece nesta história, na verdade, é que estas Escolas brincam com as vidas das pessoas, fazendo com que elas tenham que se matricular logo no início do ano por motivo nenhum, apenas evitar que elas ingressem em outras escolas melhores depois de aceitas. Pessoas são enganadas, de verdade, literalmente, e isso é muito mesquinho.

Aproveito o gancho para citar Richard Dawkins (wikipedia: em pesquisa de 2005, sobre os maiores intelectuais da atualidade, Richard Dawkins ficou com a terceira posição, atrás somente de Umberto Eco e Noam Chomsky):

“Um dos efeitos verdadeiramente negativos da religião é que ela nos ensina que é uma virtude satisfazer-se com o não-entedimento.”; “Se a morte é o fim de tudo, então viver é tudo.”; "A razão pela qual a religião organizada merece franca hostilidade é que ela é poderosa, influente, isenta de impostos e, além disso, sistematicamente transmitida a crianças que não têm idade suficiente para se defender."


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Posted on 12 março 2009 in MBA World | Permalink | Comments (0)

   março 11, 2009   


Newton Campos

Escrevo para anunciar a chegada ao Brasil do Projeto 10.000 mulheres (10.000 women) patrocinado pelo Goldman Sachs, desenhado pelo IE Business School e executado, no Brasil, pela FGV-SP. Parece que haverá duas turmas, uma para mulheres com mais experiência profissional como empreendedoras e outra para iniciantes. Para saber mais, favor consultar a pagina oficial do projeto e baixar o PDF:

www.10000women.ie.edu

10000w.jpg


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Posted on 11 março 2009 in Entrepreneurship | Permalink | Comments (0)

   fevereiro 04, 2009   


Newton Campos

Recentemente uma nevasca caiu sobre Madri, algo que não é muito comum. Vivi lá por 3 anos e me lembro como todos ficavam felizes com os poucos dias de neve que caíam sobre a cidade anualmente. A nevasca da foto abaixo, portanto, não é algo comum. Dizem que foi a mais forte em 40 anos. Tanto impressionou o pessoal que trabalha lá no IE que eles tiraram uma foto com o celular (foto abaixo) para registrar o momento.

Para, nós, ex-alunos, é bacana poder ver a clássica sede do IE com tanta neve, é diferente. Queria compartilhar a imagem com vocês e aproveitar o gancho para obviamente comentar algo sobre o IE e sobre, desenvolvimento sustentável e o processo humano de degradação do meio ambiente.

Ninguém sabe ou consegue provar ao certo que fenômenos como este têm ocorrido devido às atividades do homem sobre a Terra. Poderíamos até dizer que estas ondas de calor e de frio estão relacionadas à degradação do meio ambiente mas o que explicaria portanto a neve que caiu em São Paulo em 1918? O certo é que a temperatura média da Terra esta subindo vertiginosamente e se a degradação ambiental contribui um pouco ou muito para isso já seria motivo suficiente para tentarmos amenizar o problema (a temperatura média de São Paulo subiu 2 graus nos últimos 80 anos).

IE Nevado.jpg

De qualquer forma, seja o desenvolvimento do homem responsável direto ou não por estes acontecimentos, não podemos deixar de lutar para que o homem haja de forma consciente e responsável com as demais criaturas da Terra, incluindo os animais e as plantas. Afinal de contas, fazendo uma analogia um pouco forçada, se você encontra alguém morrendo na porta de sua casa por um motivo que não foi desencadeado por você, isso não te exime da responsabilidade de ajudar esta pessoa. É isto que está acontecendo com centenas de espécies sobre a a Terra neste momento.

Quando estudei no IE, lá atrás, em 2001, já se discutia este assunto em sala de aula. Eu descobria uma coisa nova, que estava impactando a maneira como nós nos percebemos. De fato, quando ainda vivia no Rio de Janeiro, com uns 15 anos de idade participei da ECO-92 pelo colégio em que estudava (ORT), mas não conseguia enxergar o papel de cada um e de cada organização nisso tudo. Foi no IE que a história de sustentabilidade fez sentido e talvez por isso o IE seja considerada a melhor escola de negócios da Europa no aspecto de sustentabilidade (e a 10a do mundo) de acordo com o ranking do "Aspen Institute". Mas isso é apenas o começo, falta muito por fazer e muita gente pra convencer a participar desta conversa.


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Posted on 4 fevereiro 2009 in Economia | Permalink | Comments (0)

   fevereiro 01, 2009   


Newton Campos

Para todo mundo que está fora do Brasil, interessante ver esta notícia que saiu na semana passada na revista chilena América Economia (abaixo):

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Brasília. O Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil somou, em dezembro de 2008, US$ 8,117 bilhões. O valor mensal é quase dez vezes superior ao registrado em dezembro de 2007, quando o ingresso somou US$ 886 milhões, de acordo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central do Brasil.

Em todo o ano de 2008, o ingresso de IED somou US$ 45,060 bilhões. O valor anunciado representa um novo recorde anual dentro da série histórica do BC, que teve início em 1947. O recorde anterior era de 2007, quando o IED totalizou US$ 34,585 bilhões.

Segundo o BC, o valor de IED em 2008 correspondeu a 2,84% do PIB. Em 2007, esse ingresso atingiu 2,59% do PIB.

Balança de pagamentos

A conta corrente do balanço de pagamentos do País com o exterior registrou em dezembro déficit de US$ 2,922 bilhões. Com este resultado, em todo o ano de 2008 as transações correntes tiveram déficit de US$ 28,3 bilhões, ante superávit de US$ 1,551 bilhão no ano de 2007, segundo o BC.

De acordo com o órgão, o resultado de dezembro teve a contribuição positiva de US$ 2,301 bilhões da balança comercial. A conta de serviços e rendas, por sua vez, foi deficitária em US$ 5,647 bilhões e as transações unilaterais encerraram o mês com ingresso líquido de US$ 424 milhões.

No acumulado de 2008, a balança comercial teve superávit de US$ 24,746 bilhões. Já a conta de serviços e rendas registrou déficit de US$ 57,234 bilhões. As transações unilaterais somaram ingresso líquido de US$ 4,188 bilhões. Segundo o Banco Central, o resultado das transações correntes em 2008 equivale a déficit de 1,78% do PIB.


Continue reading 'Investimento estrangeiro no Brasil é o maior em 61 anos'


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Posted on 1 fevereiro 2009 in Economia | Permalink | Comments (0)

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