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   agosto 31, 2005   


Newton Campos

Estou repassando o convite para outra despedida, desta vez organizada pela Mariângela. Arriba, arriba muchachos e muchachas! Ex-alunos também estão convidados.

Pessoal,
Já que a nossa ida a Madri está próxima... gostaria de marcar um Happy Hour nesta quinta-feira dia 01/09!!! Conto com a participação de todos no Bar Dona Flor, há uma mesa reservada em meu nome. Estarei lá a partir das 19:30, se possível cheguem até as 20h para garantirmos os lugares. Por favor repassem o convite aos demais que não estiverem na lista.

[ ]´s

Mariângela

Dona Flor Bar & Restaurante
Endereço: R. Canário, 480 - Moema - São Paulo - SP
Telefone: (11) 5052-5729
Horário: 17h/último cliente (sáb. e dom. a partir das 12h)
Estilo: variado
Site Oficial: http://www.donaflorbar.com.br
Email: reservas@donaflorbar.com.br


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   agosto 29, 2005   


Newton Campos

Outro post de opinião baseado em conversas com possíveis candidatos aos programas do IE durante o ano. Converso frequentemente com muitos candidatos e a maioria não sabe muito bem identificar a diferença entre estudar numa grande escola internacional de negócios ou numa escola brasileira de negócios. Muitos dizem: "já fiz um MBA na FIAI (Faculdades Integradas de Atrás da Igreja), não quero fazer outro."

Vejam só, depois de 2 anos trabalhando com este setor, esta semana consegui colocar melhor em palavras a diferença, é simples: Uma coisa é aprender a administrar, outra coisa é aprender administração.

Uma grande escola internacional como o IE te ensina administrar. Ensina mesmo! Vocé pode até não ter a oportunidade de exercer este aprendizado logo após o curso, pois normalmente não saímos de lá como dono de um negócio. Mas este é o aprendizado. São mais de mil horas/aulas, mais de 500 casos reais, mais de 300 reuniões de discussão com colegas inteligentes do mundo inteiro, vindos de mais de 50 países. Vocé sai de lá dizendo: "me dá qualquer coisa que eu administro!". E mais ainda: "Eu administro seja onde for!". Este é o tesão da experiéncia e este é o diferencial contra cursos brasileiros a outros cursos do exterior. Uma grande escola internacional é vista assim pelo mercado por algum motivo. Ou será que as pessoas pensam que estas escolas são caras só para fazer charme?

Para começar, não existe MBA full-time no Brasil. Aqui, ninguém se dedica 100% a estudar a prática da administração. Em segundo lugar, nenhum curso nacional tem mais de 500 horas/aula, não usam o case method de maneira efetiva e nenhum possui mais de 5 nacionalidades em suas aulas. Enfim, os cursos brasileiros nem deveriam ser chamados de MBA, pois simplesmente não o são. Não te ensinam a administrar, te ensinam administração e isto é completamente diferente. Outros ainda apelam para nomenclaturas que não existem: MBA em Marketing, MBA em Marcas de Luxo, MBA em Logística!!! O que quer dizer isto?

MBA é sigla para "Master in Business Administration". Em portugués claro seria "Pós-Graduação em Gestão de Negócios" and that´s it! Não existe MBA em Recursos Humanos ou MBA em Tecnologia de Perfuração de Poços. Procure por um curso de MBA em Marketing ou MBA em Finanças em Harvard, Wharton, Stern ou no IE ou Insead. Não existe. Existe um Master in Marketing, ou seja, "Pós-Graduação em Marketing" e etc. Sejamos francos, ainda não existem cursos de MBA no Brasil.


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Posted on 29 agosto 2005 in Artigos sobre MBA, Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   agosto 27, 2005   


Newton Campos

Este é um post de opinião pessoal. Pessoal, vocés outros ex-alunos também tém total direito de escrever aqui. Cada dia temos mais leitores, inclusive não alunos. Estive em Porto Alegre e acabo de chegar do Rio de Janeiro. Como vocés sabem, esta semana estamos visitando 20 das 60 maiores empresas do Brasil, com o intuito de conhecer melhor seus departamentos de RH e oferecer as soluções do IE de cursos in-company e placement para nossos ex-alunos. Tenho sinceramente me surpreendido com a falta de preparo destas empresas para atuar no mundo globalizado. Á? impressionante!!! Me dá pena, me dá repulsa, dá até vergonha de ser brasileiro.

Setenta por certo das empresas visitadas até o momento simplesmente ainda não tiveram tempo de olhar para fora do Brasil! PÁ´! Em que mundo este pessoal vive? Onde acham que vamos parar pensando assim? Alguns diretores de RH chegaram a dizer: "já temos muito trabalho com o Brasil", "O Brasil é muito grande". Quando vocé comenta que outras empresas estão entrando alguns ainda comentam: "Aqui tem mercado pra todo mundo". Um bando de irresponsáveis os administradores de várias das maiores empresas brasileiras! Todo mundo satisfeito com sua migalha no fim do més. Estou chegando Á  conclusão de que somos um dos campeões mundiais em empreendedorismo por causa da classe baixa e da classe média que batalham para se virar.

As pessoas deste país pensam muito pequeno. Estive no ano passado com o presidente de um dos maiores bancos privados do Brasil. Lhe fiz uma pergunta fácil e direta: "Tém vários bancos estrangeiros entrando no Brasil, vocés não pensam em se internacionalizar?" O mané (desculpem-me a expressão) disse que já tinham trabalho suficiente no Brasil e que não podiam despender enforços para entrar em mercados estranhos. Pensando assim, acho que este banco não chegará muito longe. Algum dia um belo HSBC ou um Santander da vida compram esta porcaria de banco brasileiro que só olha pro seu próprio umbigo.

Quando fiz o MBA em Madri, ao saber que uma famosa rede de fast-food nacional queria se expandir por Portugal e Espanha entrei imediatamente em contato para saber como eu poderia ajudar. Tinha capital para abrir uma loja, poderia encontrar um bom ponto, conhecia o mercado espanhol, tinha contatos locais. A empresa, que levou 3 meses para me responder, disse que já tinha tudo sobre controle e não precisava de ajuda nenhuma. Hoje vocé vé a merda que eles fizeram na Espanha e fala: "quanta incompeténcia, estão conseguindo estragar uma marca boa".

A entrada do Guaraná da Ambev na Espanha também foi deplorável. Acompanhei tudo relativamente de perto. Desculpe-me o profissional que cuidou do processo, mas se nota que esta pessoa nunca nem chegou perto de uma sala de aula de primeiro nível. Logo a Ambev que respeito tanto administrativamente.

Enfim, queria desabafar sobre este assunto. Tenho visto muitos outros "cases" que provam o quanto ainda somos fechados para o mundo e fracos ao lidar com outros mercados. Tenho visto estrangeiros querendo levar marcas brasileiras pra fora e as empresas aqui se fazendo de difícil. As empresas aqui não viajam, são preguiçosas. Acham que abrir um escritório de representação no México ou em Bruxelas é para empresa milionária. Administradores brasileiros, abram suas cabeças! Mandem seus funcionários pra fora, contratem estrangeiros! O mundo não vai ficar esperando a gente acordar, vai simplesmente nos atropelar.

Newton Campos
International MBA 2001


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Posted on 27 agosto 2005 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (0)

   agosto 25, 2005   


Newton Campos

Quero agradecer ao apoio de todos os ex-alunos que colaboraram na árdua tarefa de identificar e contatar a Diretoria de Recursos Humanos de algumas das maiores empresas do país.

O escritório brasileiro do IE estará visitando, durante 2 semanas a partir do dia 22 de Agosto, o depto de RH de 20 das maiores empresas do Brasil (Odebrecht, BankBoston, Santander, Redecard, Pão-de-Açúcar, etc).

Á? a segunda fase de um plano que objetiva visitar o RH de todas as 100 maiores empresas do país até o ano que vem. Nestas visitas divulgamos parcerias para fornecimento de alunos, possibilidades de cursos in-company e cursos de educação continuada em Madri.


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Posted on 25 agosto 2005 in Notícias do IE | Permalink | Comments (0)

   agosto 20, 2005   


Newton Campos

Este artigo é pra quem curte Marketing. Direto de Kellogg

Marketing is about mindsets: Dipak Jain
Friday, 12 August, 2005

Chennai: DR Dipak C. Jain, the India-born Dean of the Kellogg School of Management, the top business school in the US, has steered clear of comparing Dr Philip Kotler's venerable four Ps of marketing with a contemporary framework, which lists four `As', proposed by marketing expert Dr Jagdish Sheth.

"Four Ps or Four As is not the main way to think about marketing. You have to think it as a mindset, as an attitude. The real "A" that matters is attitude," Dr Jain told Business Line in a brief interview. Dr Jain was in Chennai at the invitation of the Great Lakes Institute of Management to address its students.

Dr Kotler's long-standing theory puts the onus of marketing on product, price, promotion, and place, while Dr Sheth's new framework is said to contrast the former with four As: acceptability, affordability, accessibility and awareness.

Dr Jain, a colleague of Dr Kotler, said that, while the four Ps are crucial, it's the fifth P (denoting people) that would create differentiation. "Business is about people. The trust and confidence that a customer has is what makes a business."

But, he said, the current debate in marketing is not only about how to create differentiation but also about how companies can create value for their customers, as well as how they can capture that value. "Which means, you want customers to pay what you want them to pay for your product. I always tell people that price is transparent but value is opaque. Customers can see the price tag but they don't know what the product can do for them."

The role of marketing, thus, is to educate customers about the value of the company's offerings. "Once they see the value, they will equate the value with the price. That's what marketing's role has to be. Not just changing the price from two dollars to 1 dollar 50 cents, or changing the packaging."

While the sales force needs to go out and educate customers, it should be supplemented with promotional efforts. "We all should think in terms of how we really educate customers and demonstrate to them how I am different from the next best alternative they have."

The involvement of the sales force would help build customers' trust. "So, they will buy the product, not because they like the product but because they like the people they are dealing with. The real differentiation would be if you have people who can really go and do things for the customers that others cannot."


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Posted on 20 agosto 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   agosto 19, 2005   


Newton Campos

Muere lentamente el que se transforma en esclavo del hábito, repitiendo todos los días los mismos trayectos, quien no cambia de marca, no arriesga vestir un color nuevo y no le habla a quien no conoce.

Muere lentamente quien hace de la televisión su gurú.

Muere lentamente quien evita una pasión, quien prefiere el negro sobre el blanco y los puntos sobre las "ies" a un remolino de emociones, justamente las que rescatan el brillo de los ojos, sonrisas de los bostezos, corazones de los tropiezos y sentimientos.

Muere lentamente quien no voltea la mesa cuando está infeliz en el trabajo, quien no arriesga lo cierto por lo incierto para ir detrás de ese sueño que lo está desvelando, quien no se permite por lo menos una vez en la vida huir de los consejos sensatos.

Muere lentamente quien no viaja, no lee, quien no oye música, quien no encuentra gracias en sí mismo.

Muere lentamente quien destruye su amor propio, quien no se deja ayudar. Muere lentamente quien pasa los días quejándose de la mala suerte o de la lluvia incesante.

Muere lentamente quien abandona un proyecto antes de iniciarlo, quien no pregunta sobre un asunto que desconoce o no responde cuando lo indagan sobre algo que sabe.

Muere lentamente quien no comparte sus emociones, alegrías y tristezas, quien no confía, quien no lo intenta.

Muere lentamente quien no revive recuerdos y sigue emocionándose como si lo estuviera viviendo en ese momento. Muere lentamente quien no intenta superarse, quien no aprende de las piedras del camino de la vida, quien no ama y deja de amar. Evitemos las muertes en suaves cuotas, recordando siempre que estar vivos exige un esfuerzo mucho mayor que el simple hecho de respirar.

Pablo Neruda


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Posted on 19 agosto 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   agosto 17, 2005   


Newton Campos

Embora os dados mencionados na pesquisa tenham como base o mercado norte-americano, talvez seja possível visualizar uma tendéncia de revalorização dos top MBAs na disputa por talentos.

Candidate Confidence Surges As Big Consulting and Banking Firms Aggressively Compete for Talent

A new report from WetFeet reveals that the big firms have significantly increased their recruiting efforts over the last year. The report is based on a survey of over 2,500 undergraduate and MBA candidates from top schools that was fielded in April/May 2005 and points to three main factors for the surge; the big firms are hiring for more positions, candidates are receiving more and better offers, and the recruiting season is compressing as candidates are making decisions about their offers much earlier in the recruiting cycle, effectively decreasing the traditional spring and fall recruiting seasons.

San Francisco, CA (PRWEB) August 11, 2005 -- Candidates from top-tier undergrad and MBA programs are once again finding themselves on the winning side of supply and demand. The big firms have significantly increased their recruiting efforts over the last year, according to WetFeet's 2005 Student Recruitment Report.

The survey was fielded in April/May 2005 and points to three main factors for the surge; the big firms are hiring for more positions, candidates are receiving more and better offers, and the recruiting season is compressing as candidates are making decisions about their offers much earlier in the recruiting cycle, effectively decreasing the traditional spring and fall recruiting seasons.

"We're now in the third year of a recovery cycle for the student job market," said Steve Pollock, president of WetFeet, Inc. and author of the report. "Students at top schools are highly confident about their prospects in the job market and they've raised the bar for employers, who are having to increase their recruiting activity and offers to stay competitive."

The companies hiring the most people in WetFeet's survey increased their number of hires substantially this year. The top 15 companies hired an average of 26.8 students, compared to 16.5 just a year ago. Leading in hiring was McKinsey & Co., which hired 63 candidates in our survey population, up from 21 in 2004.

The Student Recruitment Report 2005 is WetFeet's seventh annual survey of more than 2,500 undergraduate, MBA and graduate school candidates at top-tier schools. New this year are three focused reports that delve deep into the recruiting and hiring practices of firms in Financial Services, Management Consulting, and Consumer Product Goods/Pharmaceutical industries.

"As competition heats up, firms that depend on top student talent can't afford to fly blind. Our industry-focused reports provide a wealth of focused information about how leading players measure up to their direct competitors in students' eyes," said Pollock.

The average number of offers received by students at top-tier schools increased for the third straight year with undergrads seeing an 18% jump in average number of offers received, and MBAs seeing an 11% increase. Since a low point in 2001-2002, the average number of offers for undergraduates and MBAs has increased more than 60%.

Students ranked McKinsey & Co., Boston Consulting Group and Bain Co. as the top three management consulting firms they'd most like to work for. For financial services, Goldman Sachs was first, Morgan Stanley second and Citigroup third. For consumer product goods/pharmaceutical, students rated Johnson & Johnson first, Procter & Gamble second and Nike third.

The main Student Recruitment Report 2005 and special industry focus reports are included in an annual subscription or can be purchased individually at www.wetfeetresearch.com.

WetFeet Research & Consulting is the authoritative resource for factual data, emerging trends and informed strategy on effective talent recruiting including sourcing, screening, evaluation, campus recruiting, online recruiting, diversity and retention. WetFeet also provides recruiting software and marketing services to top employers.

This press release was distributed through eMediawire by Human Resources Marketer on behalf of the company listed above.


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Posted on 17 agosto 2005 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (0)

   agosto 16, 2005   


Newton Campos

Como prometido publico foto tirada no encontro de despedida do pessoal que está indo em breve para Madri. Isso foi ontem no bistrÁ´ "La Tartine" em São Paulo.

Na ordem: Flávia Galvão, VerÁ´nica Miranda, Frederico Moreira, Newton Campos, Mariângela Pinton, Ilana Goldsmid e Silvio Mesquita. Viva o IE!


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Posted on 16 agosto 2005 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   agosto 11, 2005   


Newton Campos

No último dia 10 de Agosto fizemos uma visita Á  fábrica da Natura. A iniciativa, do Grupo MBA Alumni Brazil, objetivou mostrar porque a Natura é considerada uma estrela no cénario corporativo brasileiro e porque a empresa tem um potencial de crescimento tão grande. A visita foi limitada a 30 pessoas, todos ex-alunos de top Business Schools internacionais. Eu fui representando o IE como não podia deixar de ser (ver foto lá embaixo).

A planta é realmente uma maravilha. Custou US$220 milhões e foi construída para ser mostrada, portanto tem design, limpeza, organização e tecnologia dignas de um filme de ficção. Porque ela foi construída pra ser mostrada? Porque a Natura tem como um de seus principais pilares o relacionamento humano, que obviamente, é o que faz seu canal de distribuição via "consultoras Natura" funcionar tão bem. Assim, a fábrica pode ser mostrada Á s dezenas de "consultoras Natura" que visitam a fábrica todo més, além de curiosos como a gente. Um barato.

Além da visita, tivemos a oportunidade de conversar com os principais atores da empresa, responsáveis por Recursos Humanos, Internacionalização e Marca, além de um almoço com um dos sócios da empresa, Pedro Passos. Enfim, a visita foi um verdadeiro dia de "turismo corporativo" onde aprendemos muito.


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Posted on 11 agosto 2005 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   agosto 10, 2005   


Newton Campos

Aumenta a oferta de profissionais ghost-writers que escrevem papers e fazem trabalhos para MBA's e outros mestrados.

They've sold their academic integrity for a few quid
Kath Ringwald, Western Mail, Aug 4th 2005

INTERNET shopping has become an essential part of life for many struggling with the work life balance. Whether it's bacon and eggs from Tesco, Harry Potter and Snow Patrol from Amazon or a cruise in the Caribbean from P&O - it's only a couple of clicks away.

Why spend precious time increasing your stress levels in high-street shops when you can achieve the same results while sipping a glass of Chardonnay in the comfort of your own home?

Anyone involved in higher education will tell you that students, full-time and part-time, face competing and ever-increasing pressures. Full-time students face mounting debts for fees, books and accommodation. Many have at least one job to help support their studies and like all students they want to enjoy the social experience of university life.

Part-time students do their best to balance work, family and academic pressures; which would be fine if there were 36 hours in every day and nine days in every week.

Now a new generation of dot.com companies come to the rescue of the hard-pressed student, offering to write essays, assignments and dissertations to order or "off the peg" for as little as £29.99.

They appear on the internet as "academic ghost-writers" or "personal researchers".

But if students use these services and pass the resulting essays off as all their own work, it amounts to cheating on a grand scale.

On her now famous website, Elizabeth Hall strikes a chord with many fraught and exhausted MBA students with this seductive statement: "An MBA is a career investment, but balancing your present post with career plans whilst maintaining a life/work balance is a near impossible task.

"Investing in EHA (Elizabeth Hall Associates) MBA ghost-writing services is investing in your career and the rest of your life." Such a huge personal and financial investment cannot be put at risk as she explains.

"Having your assignment written by an academic - a marker - ensures that it is as near as it is ever possible to be exactly what is required and more. We deliver what the marker wants to read every time."

Degree Essays UK "proudly offer you the UK's first guaranteed 2:1 and first-class standard 'personalised essays' service", which, it claims, are scanned for plagiarism and virtually undetectable by the best universities in the UK.

Of course, these and many other websites contain warnings to students, reminding them of the penalties for plagiarism.

But such warnings are usually in the website's equivalent of small-print, and since the companies make clear and unequivocal promises of confidentiality and security, the risk of being caught must seem small.

Now, you may be wondering, who on earth is writing this stuff?

Well, as we all know, money talks, and more than 3,700 academics are writing for Degree Essays UK which promises up to £1,000 a month for part-time work.

Papers4you.com invites academics to sell assignments, papers and dissertations they have produced over the years - a kind of academic recycling.

In an article in The Times a law tutor said he was making £10,000 on top of his salary, selling essays which were accepted at some of the best universities in the country, including Newcastle, Durham and Bristol.

This is a huge problem for universities throughout the UK and though it is not a new problem, it is a very, very difficult one to solve. On the one hand, there have always been students who will cheat, but it has never been so easy, so accessible and so apparently undetectable. On the other hand it seems that a proportion of the academic community has become so morally bankrupt that they are prepared to sell their academic integrity for a few extra quid a month.

I believe all honest academics and students should stand up and be counted, so I am launching a personal crusade against the cheats. I do so on behalf of the hundreds of hard-working, hard-pressed and hard-up students it has been my privilege to help graduate with qualifications they honestly and richly deserve.

Kath Ringwald is senior economist at Newport Business School, University of Wales


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Posted on 10 agosto 2005 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (0)



Newton Campos

Pessoal,

A VerÁ´nica e o Frederico Miranda estão organizando outro encontro de despedida no bistrÁ´ "La Tartine" lá perto da Rua da Consolação, depois de amanhã, dia 11 quinta-feira, Á s 20h. O local é ótimo. A idéia foi boa por que quem não pÁ´de vir Á  "despedida oficial" pode vir agora nesta "despedida informal".

Os dois serão intercambistas da FGV-SP e farão o período de electives do International MBA lá no IE este ano. Só para avisar, no meu caso, quando cheguei no IE o primeiro grande grupo de amigos que fiz foi justamente o pessoal do ano anterior pois além dos alunos normais, este grupo continha pessoas do mundo inteiro que tinham ido ao IE fazer as electives e portanto tinham somente 3 meses para aproveitar Madrid (imaginem só o ritmo dos caras!!). Enfim, dentro do possível de tempo rolou muita festa boa. Assim, quero dizer que eles poderão ser o elo entre vocés e os pessoal do segundo ano.

Quem puder vir por favor, confirmar mandando um email para a VerÁ´nica, que fará a reserva: vsmiranda@terra.com.br

Eu estou confirmado. Também estou chamando outros ex-alunos que podem querer vir e seriam super bem-vindos. Vou levar câmara pra tirar foto pro nosso blog.

Um grande abraço a todos,

Newton Campos

observação:
Local: La Tartine,
R. Fernando de Albuquerque, 267 - Consolação
Tel: (11) 3259-2090
web: La Tartine


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Posted on 10 agosto 2005 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   agosto 08, 2005   


Newton Campos

Se os países fossem marcas comerciais, o Brasil seria a 15º mais forte do mundo
InfoMoney

SÁ?O PAULO - Se os países do mundo fossem transformados em marcas comerciais, o Brasil seria dono da 15ª marca mais forte do planeta, segundo revela a pesquisa National Brands Index, realizada pela empresa Anholt-GMI.

Os organizadores do estudo afirmam que a análise desta situação hipotética se torna cada vez mais necessária, uma vez que o fenÁ´meno da globalização faz as pessoas observarem os países como se fossem produtos Á  venda, na medida em que aproxima e intensifica a competitividade entre as nações, que dia após dia lutam de maneira mais agressiva pela "atenção, respeito e confiança" de investidores internacionais, turistas e consumidores.

Pois neste ranking, que contempla 25 países e tem a Austrália como primeira colocada, o Brasil aparece em posição intermediária, imediatamente atrás do Japão (14º) e a frente do México (16º) e de nações como Ándia (18º), Coréia do Sul (20º), China (21º) e Rússia (24º).

Componentes do índice
O National Brands Index foi calculado com base em opiniões de dez mil consumidores a respeito de seis áreas específicas: turismo, força das exportações, confiabilidade do governo, vontade de investir ou morar no país, relevância da cultura, e avaliação da população.

De acordo com a pesquisa, a Austrália conseguiu o primeiro lugar do ranking principalmente pelos bons resultados alcançados nos componentes de turismo, investimentos, e população. Por outro lado, variáveis como cultura e exportação obtiveram votações desfavoráveis.

O Canadá aparece no segundo posto da lista, apesar de sua baixa exposição mundial, tanto de produtos e marcas quanto da própria cultura nacional. O principal motivo para este bom posicionamento, segundo a Anholt-GMI, é a fama internacional de integridade e moralidade do governo canadense. Vale dizer que turismo, população e investimentos também ajudaram.

Outras colocações de destaque no National Brands Index foram: Suíça (3º), Inglaterra (4º), Suécia (5º), Itália (6º) e Alemanha (7º).

Cabe destacar que os Estados Unidos ficaram em 11º lugar, com boa avaliação das exportações e do desejo de se investir o morar no país. Turismo e população também alcançaram resultados favoráveis, mas a cultura e a confiabilidade do governo registraram alguns dos piores desempenhos do estudo.


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Posted on 8 agosto 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)


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