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O IE preparou durante anos este programa, será o primeiro programa deste nível no mundo e certamente nos dará a "first-move advantage" de iniciar antes de 2010 algo que será corrente em 2020. A metodologia segue o padrão semi-presencial do já consagrado Executive MBA do IE (curso top 10 mundial há mais de 10 anos), melhorando e trazendo esta tecnologia para um público mais jovem, similar ao do full-time MBA e full-time International MBA. Para maiores informações ver a página: Quem tiver interesse em saber como funciona, as sessões informativas também ocorrerão on-line. Participe de alguma das próximas, visite o futuro da educação hoje (ou convide um amigo). GCMBA Virtual Information Session Schedule - 2005 Date, Time*, Language - Rep No dia e hora marcados, clique na "Conference Room" correspondente: * Estes horários são todos de Madri. Verifique o fuso horário. setembro 20, 2005 Como vocés já sabem nas últimas semanas o IE Brasil se dedicou a visitar os diretores de RH de algumas das maiores empresas do país, acompanhado do Prof. António Montes, responsável pela área de Executive Education do IE. A proposta foi a de apresentar os programas in-company de nossa escola a estas empresas e também conhecer a cultura de executive education das melhores organizações brasileiras, suas ações atuais e caréncias em relação a este tema. Visitamos companhias em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre e pudemos constatar quais das empresas visitadas são as mais desenvolvidas em temas como internacionalização e executive education. De quebra, pudemos observar suas posturas em relação Á valorização de funcionários com títulos master. Gostaria assim, de compartilhar com vocés as experiéncias mais positivas. Aqui ficam algumas sugestões de ótimas empresas para se trabalhar neste país. Rio Grande do Sul Faço uma observação positiva para a empresa Perto do Grupo Digicom, que tem garra e competéncia para disputar no mercado de alta tecnologia, no Brasil e fora. Rio de Janeiro São Paulo setembro 15, 2005 Bancos pedem inclusão de Brasil, China, Ándia e Rússia O Instituto de Finanças Internacionais (IIF), que reúne os principais bancos do mundo, pediu ontem a inclusão de Brasil, China, Ándia e Rússia no Grupo dos Sete (G-7). O G-7 é formado pelos sete países mais industrializados, no entanto, sua efetividade tem sido criticada devido Á auséncia de países como a China, que tém grande influéncia em tudo que é fabricado e vendido no planeta. O diretor-gerente do IIF, Charles Dallara, propÁ´s em carta ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a criação do G-11. "Este novo fórum, que reflete uma era de globalização e a importância crescente dos mercados emergentes, pode e deve oferecer tanto o marco como o ímpeto para a elaboração de políticas visando a garantir o crescimento econÁ´mico mundial com estabilidade de preços", disse Dallara na carta. Os atuais membros do G-7, criado em 1976, são EUA, Canadá, Japão, França, Reino Unido, Alemanha e Itália. A Rússia participa de reuniões do grupo, formando o G-8. Em reuniões recentes, o G-7 tem convidado outros países. Por exemplo, em sua reunião de junho em Gleneagles, no Reino Unido, estiveram presentes Brasil, México, Ándia, China e África do Sul. Cautela com emergentes Dallara enviou sua carta ao Comité Monetário e Financeiro Internacional, uma espécie de órgão executivo da assembléia de membros do FMI, que terá a reunião anual dias 24 e 25 de setembro. Nela, pede cautela aos investidores, quanto aos mercados emergentes, em um momento de uma grande liquidez mundial. "Os investidores devem levar em conta os riscos das economias dos mercados emergentes se o ajuste dos desequilíbrios mundiais não for tranqÁ¼ilo", alertou Dallara. setembro 13, 2005 Este artigo trata das formas de financiamento de um MBA hoje em dia. ¿Cómo financiar su MBA? Cuando se contempla la posibilidad de cursar un MBA, la mayor preocupación es cómo pagarlo. Abandonar un empleo, trasladarse a otro país, dejar atrás a familiares y amigos son cosas que pueden afrontarse. Sin embargo, ¿dónde conseguir entre US$ 30.000 y US$ 70.000 para la matrícula? TopMBA - la feria que visita cada año las principales ciudades del mundo para poner en contacto a los interesados en estudiar un MBA con las principales escuelas de negocios del mundo - entrevistó a 3.900 participantes para conocer cómo financian sus estudios. La encuesta arroja que son numerosas las opciones de financiación y éstas incluyen, por ejemplo, ahorros, créditos de estudios, préstamos para el desarrollo profesional, becas y patrocinio privado. La mayor parte de candidatos recurre a una beca para financiar su MBA (el 79% en Latinoamérica frente al 69% de EE.UU.). Sin embargo, más allá del deseo común de obtener una beca, los solicitantes de cada nacionalidad ponen el énfasis en diferentes fuentes de financiación. En Norteamérica, el recurso predominante son los préstamos. Más del 86% de los candidatos tiene previsto recurrir a ellos para pagar su MBA (frente al 56% en Latinoamérica). Los candidatos latinoamericanos son menos optimistas en lo que respecta a la obtención del patrocinio privado (el 21%, frente al 34% de EE.UU.). En algunas regiones de Latinoamérica, los padres y familiares desempeñan un papel mucho más importante. A escala mundial, el 39% buscará la asistencia de sus familiares, mientras que en Brasil el porcentaje asciende hasta el 45%. Por el contrario, Perú se sitúa por debajo de la media, con sólo un 30%. El estudio dice que no es extraño que en regiones con rentas superiores, como EE.UU. (68%) y México (79%), los ahorros personales tengan más importancia que los familiares. Teniendo en cuenta que el MBA es un curso de tercer ciclo, es probable que la mayoría de candidatos haya trabajado durante algunos años y ahorrado dinero para financiarlo. Resulta sorprendente, en cambio, que pocos alumnos interesados en estudiar un MBA a tiempo completo reciban patrocinio empresarial. Esto se debe, en gran medida, a que la mayoría prefiere tener abiertas sus puertas profesionales y no desea tener la obligación de volver a incorporarse a su antigua empresa. Sólo el 23% de los candidatos tiene previsto obtener un patrocinio de este tipo. En la práctica, menos del 10% recibe ayuda de sus empresas para cursar estudios de MBA a tiempo completo. Más información: setembro 09, 2005 Atual e interessante reflexão sobre a diferença entre homens e mulheres no trabalho. Warren Farrell The New York Times Carlsbad, California - Nothing disturbs America's working women more than the statistics showing that they are paid only 76 cents to men's dollar for the same work. setembro 07, 2005
Depois do evento nós ex-alunos fomos jantar ali perto, no "Manoel & Joaquim" da Av. Atlântica. Publico aqui as fotos do encontro, que foi muito divertido. Nesta primeira foto vemos, da esquerda para a direita, Rodrigo Arozzo (International MBA 2005), Rosy Martins (Executive MBA 2003), Gustavo Nader (MBA 2002), Newton Campos (International MBA 2001), Claudia Campos (minha irmã), Fernando Fontes (Diretor Fundación IE) e Márcio Ramos (MBA 2005).
setembro 04, 2005 Estou a publicar este post em contraponto ao post que publiquei no dia 27 de Agosto sobre "Brasil: um país fechado..." Na semana passada eu e o Prof. António Montes visitamos as seguintes 10 grandes empresas pendentes de visita no Brasil, neste caso, na cidade de São Paulo. Quero destacar a ENORME diferença de mentalidade na administração de RH das empresas desta cidade em comparação ao verificado em outras capitais brasileiras. Sou carioca, nasci e cresci no Rio de Janeiro mas não posso negar que as empresas de São Paulo e seus cidadãos estão MUITO mais conectados ao planeta do que qualquer outra comunidade de negócios brasileira. Neste sentido, entendo que São Paulo deve sim ensinar ao resto do Brasil (principalmente Brasília e outras capitais importantes) de que o Brasil não está sozinho no mundo, e que ficar comemorando exportação recorde de soja, frango e aviões não nos levará a nenhum lugar decente para sustentar nossos quase 190 milhões de compatriotas. Aprendamos com São Paulo. |
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