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   setembro 22, 2005   


Newton Campos

Nossa escola é revolucionária!!! Divulgo este post com orgulho.
Estaremos lançando a partir do ano que vem o primeiro top MBA on-line do Mundo. O negócio é sério! Somos a primeira escola, entre as 20 melhores do mundo, a entrar nesta metodologia de cabeça. Não é um MBA on-line passivo desses porcarias que já existem por aí. Á? um top MBA mesmo.

O IE preparou durante anos este programa, será o primeiro programa deste nível no mundo e certamente nos dará a "first-move advantage" de iniciar antes de 2010 algo que será corrente em 2020.

A metodologia segue o padrão semi-presencial do já consagrado Executive MBA do IE (curso top 10 mundial há mais de 10 anos), melhorando e trazendo esta tecnologia para um público mais jovem, similar ao do full-time MBA e full-time International MBA.

Para maiores informações ver a página:
Global Communities MBA

Quem tiver interesse em saber como funciona, as sessões informativas também ocorrerão on-line. Participe de alguma das próximas, visite o futuro da educação hoje (ou convide um amigo).

GCMBA Virtual Information Session Schedule - 2005

Date, Time*, Language - Rep
September 14, Wednesday 17:00 English - David & Ximena
September 20, Tuesday 18:00 Spanish - Ximena
September 27, Tuesday 14:00 English - Ximena
October 6, Thursday 16:00 Spanish - Ximena
October 11, Tuesday 11:00 English - David
October 20, Thursday 14:00 Spanish - Ximena
October 25, Tuesday 14:00 English - David
November 1, Tuesday 18:00 Spanish - Ximena
November 10, Thursday 11:00 English - David
November 17, Thursday 16:00 Spanish - Ximena
November 23, Wednesday 17:00 English - Ximena
November 29, Tuesday 18:00 Spanish - Ximena
December 7, Wednesday 12:00 English - Ximena
December 13, Tuesday 15:00 Spanish - Ximena
December 20, Tuesday 17:30 English - David

No dia e hora marcados, clique na "Conference Room" correspondente:
GCMBA em inglés: http://conference.ie.edu/r55242613/
GCMBA em espanhol: http://conference.ie.edu/r95666655/

* Estes horários são todos de Madri. Verifique o fuso horário.


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Posted on 22 setembro 2005 in Notícias do IE | Permalink | Comments (0)

   setembro 20, 2005   


Newton Campos

Como vocés já sabem nas últimas semanas o IE Brasil se dedicou a visitar os diretores de RH de algumas das maiores empresas do país, acompanhado do Prof. António Montes, responsável pela área de Executive Education do IE. A proposta foi a de apresentar os programas in-company de nossa escola a estas empresas e também conhecer a cultura de executive education das melhores organizações brasileiras, suas ações atuais e caréncias em relação a este tema.

Visitamos companhias em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre e pudemos constatar quais das empresas visitadas são as mais desenvolvidas em temas como internacionalização e executive education. De quebra, pudemos observar suas posturas em relação Á  valorização de funcionários com títulos master. Gostaria assim, de compartilhar com vocés as experiéncias mais positivas. Aqui ficam algumas sugestões de ótimas empresas para se trabalhar neste país.

Rio Grande do Sul
Visitamos 7 grandes empresas e não identificamos quase nenhuma empresa com visão estratégica e visão internacional neste Estado. Sinceramente, embora seja óbvio, não se pode comparar o ambiente empresarial de Porto Alegre com o de São Paulo. Enfatizo que não pudemos visitar algumas das estrelas da região como Gerdau e Marcopolo (o faremos brevemente, em Outubro).

Faço uma observação positiva para a empresa Perto do Grupo Digicom, que tem garra e competéncia para disputar no mercado de alta tecnologia, no Brasil e fora.

Rio de Janeiro
No Rio o ambiente empresarial melhorou um pouco, visitamos 6 empresas, entre as quais destaco as famosas Petrobrás, CVRD, Shell e Rede Globo. A Petrobrás tem um ambiente organizacional confuso, percebe-se que é uma estatal, cheia de departamentos assessórios. No final das contas ficamos com uma reunião pendente com a Universidade Corporativa. As demais empresas possuem bom ambiente de trabalho, com destaque para a Shell que apoia diversos programas de formação de seus funcionários. A CVRD tem investido muito em formação de pessoal, mas temos que lembrar que a empresa era estatal até há pouco tempo atrás, ou seja, ela tem corrido (bem) atrás do prejuízo.

São Paulo
Visitamos 15 empresas, ainda temos outras 30 pendentes para o próximo semestre. Em geral, todas estão muito conectadas ao Planeta Terra (ufa!), ciente dos desafios globais e das necessidades de capacitação atuais. Destaques, sem dúvida nenhuma, para Natura, Banco Itaú, Banco Santander e Grupo Accor.


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Posted on 20 setembro 2005 in Notícias do IE | Permalink | Comments (0)

   setembro 15, 2005   


Newton Campos

Bancos pedem inclusão de Brasil, China, Ándia e Rússia
Gazeta Mercantil 15 de Setembro de 2005

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF), que reúne os principais bancos do mundo, pediu ontem a inclusão de Brasil, China, Ándia e Rússia no Grupo dos Sete (G-7). O G-7 é formado pelos sete países mais industrializados, no entanto, sua efetividade tem sido criticada devido Á  auséncia de países como a China, que tém grande influéncia em tudo que é fabricado e vendido no planeta.

O diretor-gerente do IIF, Charles Dallara, propÁ´s em carta ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a criação do G-11. "Este novo fórum, que reflete uma era de globalização e a importância crescente dos mercados emergentes, pode e deve oferecer tanto o marco como o ímpeto para a elaboração de políticas visando a garantir o crescimento econÁ´mico mundial com estabilidade de preços", disse Dallara na carta.

Os atuais membros do G-7, criado em 1976, são EUA, Canadá, Japão, França, Reino Unido, Alemanha e Itália. A Rússia participa de reuniões do grupo, formando o G-8. Em reuniões recentes, o G-7 tem convidado outros países. Por exemplo, em sua reunião de junho em Gleneagles, no Reino Unido, estiveram presentes Brasil, México, Ándia, China e África do Sul.

Cautela com emergentes

Dallara enviou sua carta ao Comité Monetário e Financeiro Internacional, uma espécie de órgão executivo da assembléia de membros do FMI, que terá a reunião anual dias 24 e 25 de setembro. Nela, pede cautela aos investidores, quanto aos mercados emergentes, em um momento de uma grande liquidez mundial. "Os investidores devem levar em conta os riscos das economias dos mercados emergentes se o ajuste dos desequilíbrios mundiais não for tranqÁ¼ilo", alertou Dallara.


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Posted on 15 setembro 2005 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (0)

   setembro 13, 2005   


Newton Campos

Este artigo trata das formas de financiamento de um MBA hoje em dia.
Nele podemos ver que a maioria dos brasileiros ainda são financiados pela família, e que menos de 10% dos alunos possuem ajuda da empresa para fazer um programa de MBA full-time.

¿Cómo financiar su MBA?

Cuando se contempla la posibilidad de cursar un MBA, la mayor preocupación es cómo pagarlo. Abandonar un empleo, trasladarse a otro país, dejar atrás a familiares y amigos son cosas que pueden afrontarse. Sin embargo, ¿dónde conseguir entre US$ 30.000 y US$ 70.000 para la matrícula?

TopMBA - la feria que visita cada año las principales ciudades del mundo para poner en contacto a los interesados en estudiar un MBA con las principales escuelas de negocios del mundo - entrevistó a 3.900 participantes para conocer cómo financian sus estudios.

La encuesta arroja que son numerosas las opciones de financiación y éstas incluyen, por ejemplo, ahorros, créditos de estudios, préstamos para el desarrollo profesional, becas y patrocinio privado.

La mayor parte de candidatos recurre a una beca para financiar su MBA (el 79% en Latinoamérica frente al 69% de EE.UU.). Sin embargo, más allá del deseo común de obtener una beca, los solicitantes de cada nacionalidad ponen el énfasis en diferentes fuentes de financiación. En Norteamérica, el recurso predominante son los préstamos. Más del 86% de los candidatos tiene previsto recurrir a ellos para pagar su MBA (frente al 56% en Latinoamérica). Los candidatos latinoamericanos son menos optimistas en lo que respecta a la obtención del patrocinio privado (el 21%, frente al 34% de EE.UU.).

En algunas regiones de Latinoamérica, los padres y familiares desempeñan un papel mucho más importante. A escala mundial, el 39% buscará la asistencia de sus familiares, mientras que en Brasil el porcentaje asciende hasta el 45%. Por el contrario, Perú se sitúa por debajo de la media, con sólo un 30%.

El estudio dice que no es extraño que en regiones con rentas superiores, como EE.UU. (68%) y México (79%), los ahorros personales tengan más importancia que los familiares. Teniendo en cuenta que el MBA es un curso de tercer ciclo, es probable que la mayoría de candidatos haya trabajado durante algunos años y ahorrado dinero para financiarlo.

Resulta sorprendente, en cambio, que pocos alumnos interesados en estudiar un MBA a tiempo completo reciban patrocinio empresarial. Esto se debe, en gran medida, a que la mayoría prefiere tener abiertas sus puertas profesionales y no desea tener la obligación de volver a incorporarse a su antigua empresa. Sólo el 23% de los candidatos tiene previsto obtener un patrocinio de este tipo. En la práctica, menos del 10% recibe ayuda de sus empresas para cursar estudios de MBA a tiempo completo.

Más información:
www.topmba.com


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Posted on 13 setembro 2005 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (0)

   setembro 09, 2005   


Newton Campos

Atual e interessante reflexão sobre a diferença entre homens e mulheres no trabalho.

Warren Farrell The New York Times

Carlsbad, California - Nothing disturbs America's working women more than the statistics showing that they are paid only 76 cents to men's dollar for the same work.

When I was on the board of the National Organization for Women in New York City, I blamed discrimination for that gap. Then I asked myself, "If an employer has to pay a man one dollar for the same work a woman would do for 76 cents, why would anyone hire a man?"

Perhaps, I thought, male bosses undervalue women. But I discovered that in 2000, women who own their own businesses earned only 49 percent of male business owners. Why? When the Rochester Institute of Technology surveyed business owners with MBAs from one top business school, they found that money was the primary motivator for only 29 percent of the women, versus 76 percent of the men. Women put a premium on autonomy, flexibility (25- to 35-hour weeks and proximity to home), fulfillment and safety.

After years of research, I discovered 25 differences in the work-life choices of men and women. All 25 lead to men earning more money, but to women having better lives.

High pay, as it turns out, is about tradeoffs. Men's tradeoffs include working more hours (women work more around the home); taking more dangerous, dirtier and outdoor jobs (garbage collecting, construction, trucking); relocating and traveling; and training for technical jobs with less people contact (like engineering).

Is the pay gap, then, about the different choices of men and women? Not quite. It's about parents' choices. Women who have never been married and are childless earn 117 percent of their childless male counterparts. (This comparison controls for education, hours worked and age.) Their decisions are more like married men's, and never-married men's decisions are more like women's in general (careers in arts, no weekend work, etc.)

Does this imply that mothers sacrifice careers? Not really. Surveys of men and women in their 20s find that both sexes (70 percent of men, and 63 percent of women) would sacrifice pay for more family time. The next generation's discussion will be about who gets to be the primary parent.

Don't women, though, earn less than men in the same job? Yes and no. For example, the Bureau of Labor Statistics lumps together all medical doctors. Men are more likely to be surgeons (versus general practitioners) and work in private practice for hours that are longer and less predictable, and for more years. In brief, the same job is not the same.

Are these women's choices? When I taught at a medical school, I saw that even my first-year female students eyed specialties with fewer and more predictable hours.

But don't female executives also make less than male executives? Yes. Discrimination? Let's look. The men are more frequently executives of national and international companies with more personnel and revenues, and responsible for bottom-line sales, marketing and finances, not human resources or public relations. They have more experience, relocate and travel overseas more, and so on.

Comparing men and women with the "same jobs," then, is to compare apples and oranges. However, when all 25 choices are the same, the great news for women is that then the women make more than the men. Is there discrimination against women? Yes, like the old boys' network.

And sometimes discrimination against women becomes discrimination against men: In hazardous fields, women suffer fewer hazards. For example, more than 500 marines have died in the war in Iraq. All but two were men. In other fields, men are virtually excluded - try getting hired as a male dental hygienist, nursery school teacher, cocktail waiter.

There are 80 jobs in which women earn more than men - positions like financial analyst, radiation therapist, library worker, biological technician, motion picture projectionist. Female sales engineers make 143 percent of their male counterparts; female statisticians earn 135 percent.

I want my daughters to know that people who work 44 hours a week make, on average, more than twice the pay of someone working 34 hours a week. And that pharmacists now earn almost as much as doctors. But only by abandoning our focus on discrimination against women can we discover these opportunities for women.

Warren Farrell is the author of ''Why Men Earn More: The Startling Truth Behind the Pay Gap â?? and What Women Can Do About It.''


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Posted on 9 setembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   setembro 07, 2005   


Newton Campos

No último dia 5 de Setembro realizamos uma Sessão Informativa do IE no Rio de Janeiro, no Hotel JW Marriott em Copacabana. O evento foi um sucesso, com mais de 40 pessoas presentes, várias delas com bom perfil para candidatar-se ao IE.

Depois do evento nós ex-alunos fomos jantar ali perto, no "Manoel & Joaquim" da Av. Atlântica. Publico aqui as fotos do encontro, que foi muito divertido. Nesta primeira foto vemos, da esquerda para a direita, Rodrigo Arozzo (International MBA 2005), Rosy Martins (Executive MBA 2003), Gustavo Nader (MBA 2002), Newton Campos (International MBA 2001), Claudia Campos (minha irmã), Fernando Fontes (Diretor Fundación IE) e Márcio Ramos (MBA 2005).

Outra foto: Da esquerda para a direita: Claudia Campos (minha irmã), Fernando Fontes (Diretor Fundación IE), Márcio Ramos (MBA 2005), Rodrigo Arozzo (International MBA 2005), Rosy Martins (Executive MBA 2003) e Gustavor Nader (MBA 2002).


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Posted on 7 setembro 2005 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   setembro 04, 2005   


Newton Campos

Estou a publicar este post em contraponto ao post que publiquei no dia 27 de Agosto sobre "Brasil: um país fechado..."

Na semana passada eu e o Prof. António Montes visitamos as seguintes 10 grandes empresas pendentes de visita no Brasil, neste caso, na cidade de São Paulo. Quero destacar a ENORME diferença de mentalidade na administração de RH das empresas desta cidade em comparação ao verificado em outras capitais brasileiras. Sou carioca, nasci e cresci no Rio de Janeiro mas não posso negar que as empresas de São Paulo e seus cidadãos estão MUITO mais conectados ao planeta do que qualquer outra comunidade de negócios brasileira. Neste sentido, entendo que São Paulo deve sim ensinar ao resto do Brasil (principalmente Brasília e outras capitais importantes) de que o Brasil não está sozinho no mundo, e que ficar comemorando exportação recorde de soja, frango e aviões não nos levará a nenhum lugar decente para sustentar nossos quase 190 milhões de compatriotas.

Aprendamos com São Paulo.


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Posted on 4 setembro 2005 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (2)


© IE Business School 2008