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« novembro 2005 | Main | janeiro 2006 » dezembro 26, 2005 Quem decide fazer um MBA fora do país não está interessado apenas em dar um upgrade na carreira, mas também na possibilidade de conhecer outras culturas e aumentar sua rede de relacionamentos, o tão conhecido networking. No entanto, poucos são aqueles que conseguem manter os contatos travados durante as aulas, principalmente quando os cursos são realizados no exterior. Por essa razão, as associações de ex-alunos vém atraindo um número cada vez maior de pessoas. Criado em São Paulo há dois anos, o grupo possui cinco diretores e acaba de dar um passo importante ao estabelecer uma base também em Nova York. Queremos aproximar estudantes brasileiros que após concluírem seus MBAs permanecem nos Estados Unidos, afirma Luciana Rossi Cuppoloni, presidente do Wharton Clube do Brasil. A idéia é levar um pouco do que já acontece por aqui, como happy hours, palestras, reuniões informais e workshops. No Brasil, há um mix de atividades que visam atrair ex-alunos de diferentes idades e perfis. E a grande novidade é a série café com empreendedores, evento que reunirá grupos de 20 pessoas para discutir um pouco sobre os seus desafios e alternativas para o sucesso do negócio. Outra inovação é a prática e torneio de esportes, a exemplo do golfe. De acordo com Luciana, esse tipo de ação acaba integrando ainda mais os ex-alunos e ampliando sua rede de relacionamentos. Além disso, a associação ajuda no processo de seleção dos futuros estudantes da Wharton School. Já mantemos laços com aqueles que se formam e agora passamos a conhecer de perto quem vai entrar, diz Luciana. Além de ser uma maneira de fazer com que o novo aluno faça parte da rede de contatos da escola. Continue reading 'Executivos buscam ex-colegas de MBA' dezembro 24, 2005 Amigos, Para fechar o ano, segue no link abaixo uma lista dos 50 pensadores mais influentes na administração. Há um brasileiro, Ricardo Semler, em 37º. Curiosamente, Scott Adams, o criador do Dilbert ficou em decimo segundo. http://www.thinkers50.com/?page=home dezembro 16, 2005 Este é um exemplo de Entrepreneurship durante o International Executive MBA. Este artigo será publicado na Rússia esta semana. B-SIGN is a start-up dedicated to the design, manufacturing and distribution of home accessories. It was created less than one year ago by 6 participants of the International Executive MBA programme of Instituto de Empresa Business School, a blended MBA which combines residential training in Madrid and Shanghai with online periods. "B-SIGN is a truly international company. Just to give you an example, the founder members of the company where living in four different continents during the MBA programme" explains Georgina Curto, Managing Director of the firm. For her, "Instituto de Empresa awakened our entrepreneurial character. It all happened naturally: the Entrepreneurship professor guided us in our choice of a business idea that we could implement as a team, helped us analyse the feasibility of the project and then gave us a small â??push' to launch it into the market". At the end of the MBA programme, the project won the 2005 Business Plan Competition at IE. The B-SIGN management team is now proud to confirm that the company is growing and two members of the founding team are now working full-time in the company. "It's very exciting. We have finished the second investment phase and have just made our first sales", says Curto. "I am certain â??she adds- that the success of our company is a direct result of the knowledge acquired during the MBA. We learnt how to set up a company, and moreover, working in a multicultural environment helped us to identify international opportunities". The founder members of B-SIGN are currently located in 4 different continents: Kevin Tam, Swedish, is in Singapore; Ilya Martinalbo, Spanish, is in Australia; Antonio Sedan comes from and lives in Colombia; Georgina Curto is Spanish and was living in Luxembourg when he did the MBA; and Alvaro Garcia and Victor Garcia are both Spanish and live in Spain. International Executive MBA The B-SIGN project was designed as part of the International Executive MBA programme. This MBA, which combines residential training in Madrid and Shanghai with online periods, is designed for top level executives with limited time to improve their competences and business management skills, and who wish to broaden their perspectives or reorientate their career. The participants are 35 years old on average and come from more than 25 countries, making for a highly diverse student body. The last intake of the programme included students from Colombia, Portugal, Australia, Germany, USA, Austria, Lebanon, Venezuela, Singapore, Cayman Islands, Spain, Mexico, Switzerland, Luxembourg, Canada, France, Cuba, Russia and Congo The International Executive MBA runs for 13 months and is divided into two modules, one dealing with fundamentals and the other with integration. Both modules combine face-to-face training, which is concentrated into three intensive residential periods with online sessions in between. Students are therefore able to follow the programme regardless of their geographic location. The residential periods permit students to work with concepts and skills that require physical presence, contact with the professors and contact among participants. The initial and final sessions of each subject take place during these periods, along with seminars focused on skill-building activities, the presentation of individual and group projects, and assessment tests that consolidate the work done during the presential and online training periods. The virtual campus is the fundamental point of reference for the online activities that form a communication platform for group work and for teacher-led online sessions. Participants have easy access to the comments, opinions and experiences of professors and fellow students, as well as general information on the programme. Careful planning of training activities together with seamless communication between professors and pupils contribute towards achieving the programme's aims of quality and applicability. Further information at: http://www.ie.edu/eng/programas/ixmba/ixmba_overview.asp Instituto de Empresa Business School is a leading business school, oriented to training entrepreneurs and corporate managers through its Master's degrees and Executive Education programmes. Instituto de Empresa is characterised by its markedly global approach, its spirit of entrepreneurship and innovation, its applied research projects and the promotion of socially responsible initiatives. Instituto de Empresa has an alumni network that currently comprises some 30,000 IE graduates that hold management positions in 85 countries. dezembro 10, 2005 Por Mike Ricciuti* Nicholas Negroponte, o co-fundador do Media Lab no Massachusetts Institute of Technology, detalhou as especificações de um laptop de US$100 destinado Á crianças de países em desenvolvimento. Negroponte, que demonstrou sua proposta no Fórum EconÁ´mico Mundial em Davos, Suíça, em janeiro, afirmou que o MIT e seu grupo sem fins lucrativos, chamado One Laptop Per Child, está em negociação com cinco países â?? Brasil, China, Tailândia, Egito e África do Sul â?? para distribuir cerca de 15 milhões de sistemas para as crianças. Além disso, o estado de Massachusetts está trabalhando em parceria com o MIT num plano para distribuir os laptops para as crianças que estão na escola, disse Negroponte. "Isso é a coisa mais importante que eu já fiz na minha vida", disse ele na quarta-feira durante uma apresentação na Technology Review's Emerging Technologies Conference no MIT. "A recepção tem sido incrível. A idéia é simples. Á? um projeto de educação, e não um projeto de laptops. Se conseguirmos melhorar a educação â?? principalmente de escolas primarias e secundarias â?? teremos um mundo melhor". Ele disse que o objetivo do projeto é fazer a idéia de um PC barato um movimento que aumentará em popularidade, como o sistema operacional Linux ou a enciclopédia online gratuita Wikipedia. "Isso é educação de código aberto. Á? um fator importante". Negroponte disse que a idéia é que os governos paguem em torno de US$100 pelos laptops, e os distribuam gratuitamente aos estudantes. De acordo com o projeto, as maquinas terão um processador de 500Mhz, 1GB de memória, e um display inovador que pode ser em modo FULL-COLOR, ou preto e branco. O display faz do laptop "tanto um livro eletrÁ´nico quanto um computador", conclui Negroponte. Um modelo de display sendo considerado flat e flexível tem sido desenvolvido no Media Lab da MIT. Negroponte disse que a tecnologia pode ser usada para produzir displays de 10 centavos por polegada quadrada. "O objetivo é um display de 12 polegadas por $12 com um consumo quase nulo". A energia elétrica será fornecida por corrente elétrica convencional, bateria ou por um gerador acoplado aos notebooks, já que muitos países que serão favorecidos não possuem energia. As maquinas, que rodarão uma versão do sistema operacional Linux, e também outros aplicativos, alguns desenvolvidos por pesquisadores da MIT, como também outros aplicativos de terminados países. "O software ficou muito gordo e não dá para confiar, então escolhemos começar com Linux", disse ele. Para a conectividade, os sistemas terão conexões Wi-Fi e telefone celular, e incluirá quatro portas USB, junto com um "mesh networking" integrado, um conceito peer-to-peer que permite que diferentes máquinas compartilhem uma única conexão de internet. "Em países emergentes, o fator não é conectividade", ele disse. "Isso era o problema, mas há muitas pessoas trabalhando nisso, (graças Á ) competitividade global. Mas para a educação, o bloqueio é o laptop". Cinco empresas estão trabalhando com o MIT para desenvolver entre 5 a 15 milhões de unidades de teste esse ano: Google, Advanced Micro Devices, News Corp., Red Hat e BrightStar, citou Negroponte. Ele disse que o objetivo atual é produzir de 100 a 150 milhões de unidades até 2007. Enquanto o primeiro objetivo do projeto é trabalhar com governos, Negroponte disse que o MIT está considerando a idéia de licenciar o projeto ou disponibiliza-lo a uma outra empresa para a construção de versões comerciais do seu PC. "Essas unidades podem ser disponibilizadas por $200, e $20 ou $30 voltará para nós fazermos os laptops para as crianças. Ainda estamos trabalhando nisso", ele concluiu. Outras empresas já lançaram PCs de custo baixo no passado, mas o projeto da MIT tem tudo para ser o mais ambicioso. Ano passado, a Advanced Micro Devices anunciou planos para seu Personal Internet Connector â?? um protótipo custando pelo menos $185, sem monitor. E uma companhia indiana chamada Novatium disse que seus planos eram oferecer um PC por $70 ou $75. Além disso, a Microsoft chamou a atenção para o desenvolvimento de PCs a $100 para países em desenvolvimento, é esperar para ver. *© CNET News.com |
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