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   março 28, 2007   


Newton Campos

Replico aqui uma nota que recebi hoje de Madri.

Alumnos del MBA Internacional del IE fueron los ganadores de la competición anual organizada por Thunderbird (EE.UU.) para promover la búsqueda de soluciones innovadoras a los problemas reales del mundo de los negocios, desde un enfoque sostenible.

El equipo del IE, integrado por los alumnos alemanes Philipp Pausder y Tobias Schirmer, el macedonio Blagoja Hamamdziev y el mexicano Guillermo Ortega, ha competido en el certamen contra 85 equipos de 45 universidades de EE.UU., Europa y Asia. El IE Business School (Instituto de Empresa) es la única escuela de negocios de fuera de EE.UU. que ha llegado a la final de la competición.

Este galardón internacional no es el primero que reciben alumnos MBA del Instituto de Empresa. Entre otras distinciones, en 2004, un equipo de estudiantes MBA recibió el primer premio en el certamen ‘Innovation Challenge’ organizado también por la norteamericana Thunderbird. Y el año pasado, otro grupo de alumnos MBA ganó la competición ‘Cerebration 2006’, organizada por NUS - National University of Singapore con el objetivo de promover la internacionalización de empresas de Singapur.

El MBA Internacional del IE cuenta este año con alumnos procedentes de 57 países, una cifra que sitúa al MBA del IE ente los más diversos del mundo. Entre los países representados figuran China, Egipto, Corea, Singapur, Estados Unidos, Israel, Liechstenstein, Macedonia, Nepal o República de Sierra Leona. El MBA del IE cuenta, además, con más de un 40% de profesores extranjeros, que imparten casos reales de empresas multinacionales y contribuyen a reforzar la atmósfera internacional del MBA.


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Posted on 28 março 2007 in Notícias do IE | Permalink | Comments (1)

   março 23, 2007   


Newton Campos

Reproduzo aqui artigo muito interessante publicado pelo Prof. Thomaz Wood Jr. da FGV-SP na Carta Capital.
Segue o link da revista:
http://cartacapital.com.br/edicoes/2007/marco/434/especie-em-extincao

Espécie em extinção
Na vida privada, como na vida corporativa, os adultos estão desaparecendo. No mundo da onipresente auto-ajuda, homens e mulheres foram condenados à infância perpétua
Thomaz Wood Jr.

Empresa de reputação bem razoável, em fase de expansão, com proposta decente de trabalho, busca desesperadamente profissional que tome decisões com um mínimo de análise e bom senso; que não reclame todos os dias dos problemas da empresa; que não fique observando imóvel os negócios afundarem sem fazer nada a respeito; que saiba controlar o próprio ego e ouvir seus colegas; que tenha algum conhecimento das coisas do mundo e não restrinja suas leituras a livros de auto-ajuda, Caras e Veja; que não leve Steven Covey e Jim Collins a sério; que entenda suas responsabilidades (e não fuja delas); que saiba separar assuntos importantes de minúcias e irrelevâncias; que não passe a maior parte do tempo em reuniões ou montando conchavos políticos; que saiba controlar seu tempo e definir prioridades; que não reaja histérico a dificuldades, e, principalmente, que não fique sentado esperando o chefe dar ordens. Em suma, busca-se... um adulto.

Que este escriba saiba, nenhuma empresa iniciou um processo seletivo nesses termos. Porém, o conteúdo expressa com razoável veracidade o que muitas organizações estão procurando e não encontram. Conclusão: faltam adultos no mercado de trabalho. Naturalmente, o fenômeno não se restringe ao mundinho corporativo. Notem, prezados leitores, a quantidade de homens e mulheres de meia-idade, vestidos como adolescentes, comportando-se como adolescentes, falando como adolescentes e pensando como adolescentes. Aliás, adolescentes mal informados e mal-educados.

Explicações para o fenômeno? Michael Bywater, autor de Big Babie – : Or: Why Can’t We Just Grow Up? (Granta Books, 2006), tem uma. Pode não ter profundidade sociológica, antropológica ou psicológica. Também não é fundamentalmente nova, mas com certeza é provocativa e divertida. Para o autor, nós todos somos vítimas de uma conspiração. Isso mesmo, uma megaconspiração mundial que visa a nos infantilizar, nos manter como bebês crescidos. O foco é a conformação de nossos comportamentos, preferências, opiniões, pensamentos, hábitos, filosofias e sensibilidade política. Estamos sendo adestrados sobre que estilo de vida adotar, do que gostar e como agir.

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Posted on 23 março 2007 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (0)

   março 11, 2007   


Newton Campos

O método pedagógico do caso ("case method") tem sido cada vez mais utilizado por universidades e cursos de pós-graduação brasileiros. Muitas pessoas já tiveram a oportunidade de trabalhar com casos reais escritos em grandes escolas de negócios. A Escola de Negócios que mais escreve casos no mundo é a Harvard Business School. Estes casos são comprados por escolas do mundo inteiro, sempre com o intuito de promover a discussão em torno dos problemas levantados no caso, de forma que a turma aprenda com aquela experiência real.

Entretanto, como ex-aluno de MBA de uma destas "grandes escolas internacionais", tenho visto que o uso do "método do caso" no Brasil tem sido mal feito (para "variar", pegamos idéias lá de fora e damos um "jeitinho" para usar aqui).

Mas devemos entender primeiramente para que serve um caso. O caso não serve somente para promover a discussão sobre um problema real que ocorreu com uma empresa numa determinada época. Os casos servem para moldar uma maneira prática e lógica de resolver problemas do cotidiano. No fundo, a metodologia e a grande exposição aos problemas dos casos - no IE são mais de 500 casos analisados ao longo do ano nos cursos - fazem com que nossa mente se acostume a pensar de uma maneira diferente na solução de problemas empresariais. Quem vai pra lá com a mente mais aberta pode até mesmo utilizar a metodologia do caso depois para solucionar problemas pessoais.

Numa escola como o IE e outras "Top Business Schools" mundiais você primeiro aprende a como se deve trabalhar com a metodologia do caso. A primeira semana do curso é quase um "mini-curso" de como funciona a metodologia. Que informações posso pegar de fora do caso? Posso procurar alguém da empresa pra saber o que aconteceu na vida real? Posso deduzir que algumas coisas sejam verdade, mesmo sem ter certeza? Tudo isso é discutido nos primeiros dias de aula.

O uso de 5, 10 ou até 20 casos numa determinada matéria de faculdade ou pós-graduação não gera o aprendizado esperado daquela experiência. É necessário resolver CENTENAS de casos reais para se aprender com o método, pois o método realmente ensina, com o tempo, um comportamento de solução de problemas e tomadas de decisões reais.

Também se faz EXTREMAMENTE importante que a dinâmica da solução do caso seja respeitada. Um caso SEMPRE deve ser resolvido em três etapas: preparação individual, discussão e consenso em grupo e discussão em sala de aula. No Brasil, em geral, o professor passa o caso para os alunos, eles se preparam individualmente e depois discutem as possíveis soluções em sala de aula. Ora, se é justamente no segundo passo (discussão em grupo) onde mais se aprende! Porque pular esta fase?

Concluo afirmando que sim existe uma série de motivos pelos quais os cursos de excelência no exterior são caros e respeitados e um dos motivos é o uso correto e responsável do "case method" (método do caso).


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Posted on 11 março 2007 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (1)

   março 07, 2007   


Newton Campos

Caros amigos,

Esta mensagem é só para informar que no dia 30 de Março o IE estará participando ao vivo, num stand virtual da feira Economist.com, fazendo uma apresentação sobre todos os seus cursos. Para participar da feira pela internet, basta acessar o link abaixo e se inscrever:

http://mba.unisfair.com/index.jsp?id=222&eid=147


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Posted on 7 março 2007 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   março 05, 2007   


Newton Campos

El rector de FGV-Eaesp, Fernando Meirelles, fue elegido nuevo presidente de la Alianza Sumaq y María Lorena Gutiérrez, decana de la Universidad de los Andes (Colombia), vicepresidenta de la Alianza. El acto se realizó en la sede de la Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (Brasil), una de las escuelas socias de Sumaq. Este encuentro ha reunido a los 8 decanos de las escuelas socias para debatir las tendencias y retos internacionales de Executive Education así como la estrategia de futuro de la Alianza Sumaq.

La Alianza Sumaq supone una extraordinaria concentración de capital humano e intelectual y otra serie de recursos, que generan importantes sinergias en el desarrollo de actividades de formación ejecutiva. Estas sinergias posibilitan el desarrollo de actividades y proyectos de impacto global como la creación de comunidades de conocimiento transnacionales, potentes bases de materiales docentes e iniciativas de formación y de investigación conjunta.

Esta reunión se produce a tan sólo 2 meses antes de la realización del Sumaq Summit 2007, que este año tendrá como sede Madrid (España), tras celebrarse las tres ediciones anteriores en Atlanta (EUA). En esta ocasión este encuentro estará dedicado a la gestión de la logística y de las infraestructuras a nivel global. Se trata de un encuentro dirigido al mundo empresarial e institucional de Europa, América Latina y EUA, que en esta edición ve ampliado su ámbito con participación de representantes de China y Singapur. A lo largo de estos años, el Sumaq Summit se ha convertido en un referente en el ámbito de los encuentros empresariales internacionales, generando múltiples oportunidades de negocio para los asistentes, un intercambio de experiencias y conocimientos en gestión empresarial y la realización de contactos del más alto nivel con representantes de múltiples sectores e industrias.

La Alianza Sumaq constituye una alianza estratégica orientada a la educación para directivos, con el objetivo de dar respuesta a las necesidades de las compañías globales, que cada vez más demandan programas de formación trans-nacionales, que armonicen sus estrategias y les mantenga al día en las últimas herramientas de gestión.

Los socios de Sumaq son: Fundação Getúlio Vargas- EAESP, Instituto Tecnológico de Monterrey – EGADE (México), el INCAE de Costa Rica, la Pontificia Universidad Católica de Chile, la Universidad de San Andrés de Argentina, el IESA de Venezuela y la Universidad de Los Andes de Colombia y el IE Business School en Madrid (España).


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Posted on 5 março 2007 in Notícias do IE | Permalink | Comments (0)


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