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   julho 30, 2008   


Newton Campos

Brasileiros na Espanha, estudando
O IE Business School, escola de negócios de Madri, terá mais alunos nos programas de MBA
by Sérgio Aguiar Matos

O Brasil parece estar mesmo em moda no exterior. Pelo menos do ponto de vista de programas educacionais em países estrangeiros, o brasileiro desponta como candidato valorizado. Habilidade intercultural, espírito empreendedor e criatividade são virtudes tipicamente associadas ao perfil do brasileiro que decide estudar lá fora. E é em busca deste DNA que está o Instituto de Empresa (IE), uma escola de negócios global de ponta, com base em Madri, e com representações administrativas em mais de 25 países do globo.

Quem sustenta o interesse distinto pelo Brasil, nos objetivos internacionais da escola, é o professor Gonzalo Garland, diretor de relações internacionais do IE. Para ele, o momento que o Brasil vive é muito importante aos olhos do mundo.

– O país possui uma economia estável e dinâmica e o desenvolvimento têm dados sinais de sensível expansão nos últimos anos. Por causa disso, o Brasil é prioridade nas agendas e nos planejamentos da Europa e do mundo. Temos procurado por mais brasileiros – afirma o professor, que esteve este mês em São Paulo para tratar justamente de assuntos de recrutamento e seleção de candidatos brasileiros.

Cursos

Hoje, nos diversos cursos oferecidos pelo IE, os brasileiros ocupam 28 vagas. Para o exercício acadêmico de 2009, deverão ser 35. Para tanto, o escritório da entidade no Brasil, situado em São Paulo, realiza um trabalho de recrutamento em todo o País, que inclui divulgação de oportunidades acadêmicas, entrevistas com candidatos e dinâmicas de seleção.

– No ano passado, 128 candidatos concorreram às vagas na escola. Este ano, deveremos ter algo em torno de 140 candidatos – aponta Newton Campos, ex-aluno do Instituto de Empresa e representante da escola no Brasil.

MBA

A modalidade mais concorrida por alunos internacionais da escola, que em média têm cerca de 30 anos, é o programa de MBA. Além dos atributos já mencionados, o brasileiro interessado em realizar o curso tem de ter boa qualificação acadêmica, inglês fluente e experiência de mercado. Como 75% das disciplinas são ministradas em inglês, dada à filosofia de escola global, o domínio do idioma espanhol não é critério de seleção. Exames de proficiência em matérias diversas do conhecimento humano também são exigidos.

Educação à distância

O IE dispõe ainda de programas educacionais à distância. Conhecido como "programa conjugado", trata-se de cursos cujo conteúdo é dividido entre aulas presenciais e à distância.

– No início, víamos com certo ceticismo esses módulos de conhecimento pela internet. Contudo, os resultados se mostraram surpreendentes: satisfação dos alunos, interação e comprometimento dos estudantes de diversas partes do mundo pela rede e absorção de conhecimento tão ou mais eficiente daqueles módulos presenciais – declara o professor Gonzalo Garland.

Para o professor do IE, no entanto, a competitividade dos alunos formados pela escola de Madri é a orientação programática dos cursos.

– Todas as atividades são calcadas na realidade do mercado. Todo o curso tem como norte o mundo dos negócios, a eficiência de gestão de capital, o empreendedorismo exercido. Estamos colados no cotidiano e nos desafios das empresas – explica.

Uma das 10 mais

O IE é uma escola de negócios espanhola, com sede em Madri, criada em 1973 por Diego de Alcázar. Considerada uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist e Forbes, o IE busca inserir-se como uma escola internacional com presença em todos os continentes. A escola tem mais de 35 mil alunos formados e reúne cursos em áreas diversas como administração de empresas, direito, comunicação, arquitetura, psicologia e artes – nos diferentes níveis de educação (graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado).


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Posted on 30 julho 2008 in MBA World | Permalink | Comments (0)

   julho 21, 2008   


Newton Campos

Quinze executivos do setor público e privado de Cingapura participam em um programa de investimentos para o processo de internacionalização das economias latino-americanas

São Paulo, 15 de julho de 2008 – Os mercados latino-americanos interessam cada vez mais à Ásia. Sua força em matérias-primas, seus mercados internos emergentes e a estabilidade macroeconômica, além de seus processos de abertura comercial ao exterior tanto regional como globalmente, estão despertando o interesse dos empresários asiáticos na região.

Com esta realidade como cenário e dentro da Aliança de Escolas de Negócios Íbero Americanas Sumaq, o IE Business School e a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo organizaram para o International Enterprise Singapur, órgão de promoção econômica do país asiático, o curso “Executive Management Program on Latin America”.

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Este curso de formação executiva, desenvolvidas a pedido do órgão público de Cingapura, contou com a participação de 15 altos diretores de empresas públicas e privadas asiáticas. Durante 5 dias os executivos realizaram uma imersão na realidade econômica da região que, em conjunto, apresenta um PIB de 3 trilhões de dólares, com o dobro da população dos Estados Unidos, o que se consideraria a terceira economia do mundo.

“As relações entre a Ásia e a América Latina estão crescendo devido ao surgimento, em ambas as regiões, de uma classe média cada vez maior e mais sólida. As oportunidades para ambas as regiões e para os atores europeus que saibam aproveitar este novo fluxo comercial e econômico são muito importantes.” Afirma Antonio Montes, diretor geral da Aliança Sumaq de Escolas de Negócios.

O curso combinou palestras e conferências com foco especial nas economias do México e do Brasil, com visitas a empresas como Embraer e Natura e o contato e atividades de networking entre os empresários do Brasil e Cingapura. Entre os professores que participaram do evento está Gonzalo Garland, diretor de Relações Externas do IE Business School e professor de economia.

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“A crise está afetando muito menos em termos de PIB, consumo e empréstimos às economias asiáticas e íbero-americanas que as européias e norte-americanas, portanto, estar presente nestes fluxos emergentes de comércio será vital para o futuro de qualquer corporação e empresa” apontou Garland.


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Posted on 21 julho 2008 in IE News | Permalink | Comments (0)

   julho 13, 2008   


Newton Campos

Organizamos um encontro de ex-alunos em São Paulo por ocasião da despedida dos alunos que vão para Madri este ano. O evento ocorrerá no dia 9 de Agosto de 2008, sábado, tendo início no escritório de representação do IE com a seguinte agenda:

- 16h00 a 16h30 palestra (20m) + debate (10m): Planejamento de carreira e redes sociais.
Palestrante: Newton Campos, doutorando FGV-SP 2010 e ex-aluno IE International MBA 2001

- 16h30 a 17h00 palestra (20m) + debate (10m): O mercado imobiliário brasileiro.
Palestrante: Marcelo Lopez, ex-aluno IE International MBA 2001

- 17h30: Coquetel de integração no bar/restaurante “The View
Alameda Santos, 981 – 30º andar – Jardins (São Paulo – SP)
(o local fica a duas quadras do escritório do IE)

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Escritório do IE no Brasil:
Av. Paulista, 726 – cj 1707d
São Paulo - SP

Solicito confirmação de presença. Por favor, só confirme se você REALMENTE vier (pode trazer acompanhante(s)) pois precisamos nos organizar e reservar o The View.

Um grande abraço a todos e até breve!

Newton Campos


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Posted on 13 julho 2008 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   julho 10, 2008   


Newton Campos

Interessante esta notícia.

GMAC and FBI expose test cheats
by Della Bradshaw and Sarah Mishkin, published: July 9 2008

It has all the makings of a summer blockbuster....intellectual property theft, suspects fleeing the country, the FBI. But this is not the latest Dan Brown novel, but a tale of educational testing; to be more precise, the story of a gang who sat the GMAT test, the entry test for business school, in order to steal the questions and then sell them on to others.

The culprits in question worked for Scoretop.com, based in Ohio, which published the “live” questions on its website, a GMAT preparation site. It charged prospective MBA students $30 a month to have access to its VIP service. Those that took them up on the offer were then encouraged to memorise GMAT questions themselves so that they could be posted on the site.

In June GMAC - the Graduate Management Admissions Council, which administers the GMAT test - successfully completed a civil case against Lei Shi, founder of the site, and received $2.3m in damages. But the culprit, a Chinese national, appears to have fled the US altogether. The FBI has now to decide whether to follow up with a criminal prosecution.

Dave Wilson, president of GMAC, says the GMAT test incorporates “live forensics”, which enables the test centres to spot a potential fraudsters while they are sitting the test. An applicant interested in memorising the numeric questions, for example, will often skip through the verbal tests.

Mr Wilson believes that between 5,000 and 10,000 potential MBA students have visited the Scoretop.com site, many of whom will have been casual browsers who found the site through an internet search engine. GMAC is now evaluating the data on the hard drive taken from the company to assess the full damage. Just what will happen to the test scores of those who visited the site is still undecided, but Mr Wilson says he will discuss this with the business schools before taking action.

Bruce Delmonico, director of admissions at Yale school of management, says that in a worst case scenario the school might withdraw offers. ”Whether it was innocuously accessing the site or whether it was knowingly posting material they knew to be forbidden, it seems there was definitely a spectrum of conduct that could be implicated here and and our response would be calibrated appropriately. Certainly we would consider any actions that seem appropriate up to potentially rescinding offers.”

This is not the first time would-be MBAs have demonstrated that they are prepared to do whatever it takes to get a high GMAT score and so get into a highly-ranked MBA programme. In June 2005, the FT reported on professional impersonators sitting the GMAT to get high scores for their clients (Students hire impersonators).

The prison sentences served by five of the six impersonators in the 2005 scam does not seem to have entirely deterred others. In Los Angeles this year one female student tried to sit the test for a client who had received a low score on a previous test. The administrators at the test centre, where photographs are taken of all test-takers, realised that the two images of the candidate did not match and the impersonator fled.


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Posted on 10 julho 2008 in MBA World | Permalink | Comments (0)


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