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agosto 21, 2008 Embora o IE não ligue muito para os rankings, achei interessante uma notícia que saiu numa revista mexicana recentemente (Expansión Educación). Eles fizeram uma comparação entre os resultados dos rankings do jornal Financial Times e da revista The Economist para o ano de 2008, comparando as diferentes metodologias utilizadas por dois dos principais rankings auditados do mundo. Somente 4 escolas saíram top 10 em ambas as publicações e o IE foi uma delas. Muito legal! julho 30, 2008 Brasileiros na Espanha, estudando O Brasil parece estar mesmo em moda no exterior. Pelo menos do ponto de vista de programas educacionais em países estrangeiros, o brasileiro desponta como candidato valorizado. Habilidade intercultural, espírito empreendedor e criatividade são virtudes tipicamente associadas ao perfil do brasileiro que decide estudar lá fora. E é em busca deste DNA que está o Instituto de Empresa (IE), uma escola de negócios global de ponta, com base em Madri, e com representações administrativas em mais de 25 países do globo. Quem sustenta o interesse distinto pelo Brasil, nos objetivos internacionais da escola, é o professor Gonzalo Garland, diretor de relações internacionais do IE. Para ele, o momento que o Brasil vive é muito importante aos olhos do mundo. – O país possui uma economia estável e dinâmica e o desenvolvimento têm dados sinais de sensível expansão nos últimos anos. Por causa disso, o Brasil é prioridade nas agendas e nos planejamentos da Europa e do mundo. Temos procurado por mais brasileiros – afirma o professor, que esteve este mês em São Paulo para tratar justamente de assuntos de recrutamento e seleção de candidatos brasileiros. Cursos Hoje, nos diversos cursos oferecidos pelo IE, os brasileiros ocupam 28 vagas. Para o exercício acadêmico de 2009, deverão ser 35. Para tanto, o escritório da entidade no Brasil, situado em São Paulo, realiza um trabalho de recrutamento em todo o País, que inclui divulgação de oportunidades acadêmicas, entrevistas com candidatos e dinâmicas de seleção. – No ano passado, 128 candidatos concorreram às vagas na escola. Este ano, deveremos ter algo em torno de 140 candidatos – aponta Newton Campos, ex-aluno do Instituto de Empresa e representante da escola no Brasil. MBA A modalidade mais concorrida por alunos internacionais da escola, que em média têm cerca de 30 anos, é o programa de MBA. Além dos atributos já mencionados, o brasileiro interessado em realizar o curso tem de ter boa qualificação acadêmica, inglês fluente e experiência de mercado. Como 75% das disciplinas são ministradas em inglês, dada à filosofia de escola global, o domínio do idioma espanhol não é critério de seleção. Exames de proficiência em matérias diversas do conhecimento humano também são exigidos. Educação à distância O IE dispõe ainda de programas educacionais à distância. Conhecido como "programa conjugado", trata-se de cursos cujo conteúdo é dividido entre aulas presenciais e à distância. – No início, víamos com certo ceticismo esses módulos de conhecimento pela internet. Contudo, os resultados se mostraram surpreendentes: satisfação dos alunos, interação e comprometimento dos estudantes de diversas partes do mundo pela rede e absorção de conhecimento tão ou mais eficiente daqueles módulos presenciais – declara o professor Gonzalo Garland. Para o professor do IE, no entanto, a competitividade dos alunos formados pela escola de Madri é a orientação programática dos cursos. – Todas as atividades são calcadas na realidade do mercado. Todo o curso tem como norte o mundo dos negócios, a eficiência de gestão de capital, o empreendedorismo exercido. Estamos colados no cotidiano e nos desafios das empresas – explica. Uma das 10 mais O IE é uma escola de negócios espanhola, com sede em Madri, criada em 1973 por Diego de Alcázar. Considerada uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist e Forbes, o IE busca inserir-se como uma escola internacional com presença em todos os continentes. A escola tem mais de 35 mil alunos formados e reúne cursos em áreas diversas como administração de empresas, direito, comunicação, arquitetura, psicologia e artes – nos diferentes níveis de educação (graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado). julho 10, 2008 Interessante esta notícia. GMAC and FBI expose test cheats It has all the makings of a summer blockbuster....intellectual property theft, suspects fleeing the country, the FBI. But this is not the latest Dan Brown novel, but a tale of educational testing; to be more precise, the story of a gang who sat the GMAT test, the entry test for business school, in order to steal the questions and then sell them on to others. The culprits in question worked for Scoretop.com, based in Ohio, which published the “live” questions on its website, a GMAT preparation site. It charged prospective MBA students $30 a month to have access to its VIP service. Those that took them up on the offer were then encouraged to memorise GMAT questions themselves so that they could be posted on the site. In June GMAC - the Graduate Management Admissions Council, which administers the GMAT test - successfully completed a civil case against Lei Shi, founder of the site, and received $2.3m in damages. But the culprit, a Chinese national, appears to have fled the US altogether. The FBI has now to decide whether to follow up with a criminal prosecution. Dave Wilson, president of GMAC, says the GMAT test incorporates “live forensics”, which enables the test centres to spot a potential fraudsters while they are sitting the test. An applicant interested in memorising the numeric questions, for example, will often skip through the verbal tests. Mr Wilson believes that between 5,000 and 10,000 potential MBA students have visited the Scoretop.com site, many of whom will have been casual browsers who found the site through an internet search engine. GMAC is now evaluating the data on the hard drive taken from the company to assess the full damage. Just what will happen to the test scores of those who visited the site is still undecided, but Mr Wilson says he will discuss this with the business schools before taking action. Bruce Delmonico, director of admissions at Yale school of management, says that in a worst case scenario the school might withdraw offers. ”Whether it was innocuously accessing the site or whether it was knowingly posting material they knew to be forbidden, it seems there was definitely a spectrum of conduct that could be implicated here and and our response would be calibrated appropriately. Certainly we would consider any actions that seem appropriate up to potentially rescinding offers.” This is not the first time would-be MBAs have demonstrated that they are prepared to do whatever it takes to get a high GMAT score and so get into a highly-ranked MBA programme. In June 2005, the FT reported on professional impersonators sitting the GMAT to get high scores for their clients (Students hire impersonators). The prison sentences served by five of the six impersonators in the 2005 scam does not seem to have entirely deterred others. In Los Angeles this year one female student tried to sit the test for a client who had received a low score on a previous test. The administrators at the test centre, where photographs are taken of all test-takers, realised that the two images of the candidate did not match and the impersonator fled. maio 02, 2008 Este artigo representa a minha opinião pessoal Meu nome é Newton Campos. Tenho 32 anos, sou carioca, contador pela PUC-SP. Estudei no Instituto de Tecnologia ORT no período de high school e fiz meu mestrado em Business (MBA) full time no IE Business School e no IIM Indian Institute of Management (em intercâmbio pelo IE). Hoje estou no terceiro ano de doutorado pela FGV-SP e cuido das atividades do IE no Brasil. O IE possui mais de 20 escritórios locais de representação pelo mundo, dirigidos por ex-alunos originários de cada país. Os escritórios do IE pelo mundo servem de embaixadas para ex-alunos, empresas e candidatos. Meu objetivo com este post é colaborar com uma reflexão sobre o papel dos "preparadores de MBA" na burocracia institucionalizada que existe no processo de admissão das principais Escolas de Negócios internacionais. Sempre trabalhei com tecnologia e marketing, chegando à área de "Marketing internacional para países emergentes" (se é que esta área existe) após meu MBA no IE. Um dos motivos que me levou a esta área foi minha paixão por viajar e descobrir novas culturas, novos mind sets e novas realidades. Nos últimos 10 anos visitei mais de 35 países e vivi em 4. Enfim, depois de 4 anos fora do Brasil, acabei retornando por convite feito pelo próprio IE, que tinha interesse em abrir um escritório de representação no Brasil há alguns anos. Minha volta ao Brasil ocorreu em 2003, de forma que já levo mais de 5 anos exercendo este trabalho interessantíssimo. Faço parte, com prazer, da gestão de uma Escola jovem, vencedora, inovadora e diferente, num mercado dominado por escolas tradicionais com mais de 100 anos de idade. O IE é hoje umas das 10 principais escolas de negócios do mundo mas desde 1990 já vinha ocupando o lugar de "top 25" business school mundial. Tenho acompanhado este mercado de perto há mais de cinco anos, participando de eventos de diversas escolas, feiras nacionais e internacionais de MBA, além de encontros com profissionais dos departamentos de admissões de diversas escolas. Além disso, tenho acesso a alguns dados confidenciais, que são gerados pelas próprias escolas em reuniões que as mesmas fazem com certa frequência. O público em geral não sabe, mas as 10 mais importantes escolas da Europa se reúnem periodicamente para trocar experiências, best-practices, resultados de pesquisa acadêmica e números em geral. Novamente, o que me motivou a escrever este post foi o crescente interesse dos brasileiros por escolas de negócios internacionais e o grau de importância que os "preparadores de MBA", "MBA Advisors", "professores de GMAT" e outros profissionais deste tipo têm ganho no Brasil, principalmente em São Paulo. O título de MBA tem se popularizado e as vagas nas grande escolas de negócios internacionais aumentando. Já são várias as escolas que formam mais de mil alunos de MBA full-time por ano. Enfim, o que quero colocar em reflexão aqui é o motivo, o porquê do brasileiro precisar de um apoio na preparação para fazer um top MBA internacional. Curiosamente o Brasil é um dos únicos países do mundo onde esta profissão cresce com força (na Índia esta profissão também existe em menor escala) e eu tenho minha própria opinião sobre os motivos que originaram a demanda destes serviços. Não condeno o útil e válido serviço destes profissionais em ajudar as pessoas com informações sobre as Escolas e suas características mas acho que o apoio no preenchimento do application pode até mesmo ser classificado de anti-ético e têm Escolas que já estão se preparando para lidar com candidatos que passaram pelos "preparadores", tanto na reconsideração do "application" como na própria nota do GMAT. Até onde o serviço destes profissionais pode ser útil ou recomendado? Prefiro passar a pergunta para o leitor deste post, mas sugiro que as pessoas tentem utilizam o serviço destes profissionais mais para análise das melhores opções de pós-graduação no exterior (tanto em termos de tipo de programa como em termos de destino) do que como um apoio forçado para maquiar debilidades formacionais e profissionais do candidato. janeiro 28, 2008 Traduzido por Newton Campos (Título original: Spain has 4 of world's best 100 MBA programs) Londres, Jan 28 (EFE) - Quatro escolas de negócios espanholas estão entre as 100 melhores escolas do mundo de acordo com o último relatório anual de MBA's publicado nesta segunda-feira pelo jornal Financial Times. No ranking deste ano, além do IE Business School, classificado como a 8ª principal escola do mundo, estão os programas do Iese Business School, 11ª posição, Esade Business School, 21ª posição e Eada, que ficou na 95ª posição. No topo do ranking, tal como nos últimos 3 anos, ficou a escola de negócios Wharton da Universidade da Pensilvânia, seguida pela London Business School, Columbia Business School, Stanford University's Graduate Business School e Harvard Business School. Na Europa, o IE ficou com a 3ª colocação, enquanto o Iese ficou na 5ª, Esade em 9ª e Eada na 25ª. O IE foi classificado como a melhor escola de negócios do mundo na área de Comportamento Organizacional (Organizational Behavior) e como a segunda melhor no campo de Responsabilidade Social (CSR Corporate Social Responsibility). Outras áreas nas quais o IE ficou classificado como uma das 10 melhores escolas do mundo foram Empreendedorismo (5ª), International Business (6ª), Economia (7ª), Tecnologia da Informação (8ª), Estratégia (9ª) e Marketing (9ª). O Iese por sua vez, ficou como uma das 10 melhores em Salários em Consultoria (7ª) e em General Management (10ª). O Esade também conseguiu entrar na lista das 10 melhores do mundo em duas categorias: Responsabilidade Social (6ª) e Marketing (8ª). Os alunos formados pelo IE - 93% destes encontraram trabalho em menos de 3 meses após o término do programa - recebem uma média salarial anual de 124.600,00 dólares (84.578,00 euros). Os alunos formados pelas quatro escolas de negócio espanholas viram seus salários aumentar entre 200% e 250% com relação aos seus salários antes do MBA. Além disso, 36% dos alunos formados pelo IE são mulheres, enquanto 28% dos ex-alunos do Iese são mulheres, 34% dos formados pelo Esade e 40% dos formados pela Eada são mulheres. Entre as escolas espanholas a Eada tem a maior porcentagem de alunos estrangeiros com 9&% de seus alunos vindo de fora da Espanha. Ela é seguida pelo Esade, com 82%, Iese com 80% e IE com 75%. O Esade se destaca de seus competidores locais e internacionais por requerer que seus alunos falem dois idiomas estrangeiros além do idioma usado em sala de aula. EFE maio 07, 2007 Na semana passada o Jornal Hoje da Rede Globo veiculou uma matéria sobre MBAs. Embora a matéria contenha alguns números equivocados, achei interessante o fato da sigla ganhar evidência popular. Um "MBA Advisor" (sim, sim, estas pessoas existem) me comentou outro dia que o título MBA passa por um processo de popularização tão grande que até pessoas muito jovens e humildes, como office-boys já se preparam para entrar nas grandes escolas internacionais. Por outro lado, as grandes escolas internacionais não param de crescer, absorvendo cada vez mais alunos por ano e por turma. Há escolas de primeira linha (top 10 mundiais), por exemplo, com mais de mil alunos por ano e cerca de 150 alunos por turma. Eu acho que isso deve ser super incômodo. No IE há no máximo 240 alunos por ano e 60 alunos por turma (4 turmas). No máximo. http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM670896-7823-MERCADO+DE+TRABALHO+MBA,00.html março 11, 2007 O método pedagógico do caso ("case method") tem sido cada vez mais utilizado por universidades e cursos de pós-graduação brasileiros. Muitas pessoas já tiveram a oportunidade de trabalhar com casos reais escritos em grandes escolas de negócios. A Escola de Negócios que mais escreve casos no mundo é a Harvard Business School. Estes casos são comprados por escolas do mundo inteiro, sempre com o intuito de promover a discussão em torno dos problemas levantados no caso, de forma que a turma aprenda com aquela experiência real. Entretanto, como ex-aluno de MBA de uma destas "grandes escolas internacionais", tenho visto que o uso do "método do caso" no Brasil tem sido mal feito (para "variar", pegamos idéias lá de fora e damos um "jeitinho" para usar aqui). Mas devemos entender primeiramente para que serve um caso. O caso não serve somente para promover a discussão sobre um problema real que ocorreu com uma empresa numa determinada época. Os casos servem para moldar uma maneira prática e lógica de resolver problemas do cotidiano. No fundo, a metodologia e a grande exposição aos problemas dos casos - no IE são mais de 500 casos analisados ao longo do ano nos cursos - fazem com que nossa mente se acostume a pensar de uma maneira diferente na solução de problemas empresariais. Quem vai pra lá com a mente mais aberta pode até mesmo utilizar a metodologia do caso depois para solucionar problemas pessoais. Numa escola como o IE e outras "Top Business Schools" mundiais você primeiro aprende a como se deve trabalhar com a metodologia do caso. A primeira semana do curso é quase um "mini-curso" de como funciona a metodologia. Que informações posso pegar de fora do caso? Posso procurar alguém da empresa pra saber o que aconteceu na vida real? Posso deduzir que algumas coisas sejam verdade, mesmo sem ter certeza? Tudo isso é discutido nos primeiros dias de aula. O uso de 5, 10 ou até 20 casos numa determinada matéria de faculdade ou pós-graduação não gera o aprendizado esperado daquela experiência. É necessário resolver CENTENAS de casos reais para se aprender com o método, pois o método realmente ensina, com o tempo, um comportamento de solução de problemas e tomadas de decisões reais. Também se faz EXTREMAMENTE importante que a dinâmica da solução do caso seja respeitada. Um caso SEMPRE deve ser resolvido em três etapas: preparação individual, discussão e consenso em grupo e discussão em sala de aula. No Brasil, em geral, o professor passa o caso para os alunos, eles se preparam individualmente e depois discutem as possíveis soluções em sala de aula. Ora, se é justamente no segundo passo (discussão em grupo) onde mais se aprende! Porque pular esta fase? Concluo afirmando que sim existe uma série de motivos pelos quais os cursos de excelência no exterior são caros e respeitados e um dos motivos é o uso correto e responsável do "case method" (método do caso). fevereiro 15, 2007 O objetivo deste post é deixar disponível aos brasileiros um vídeo que fiz sobre o "Processo de Admissão" ao IE Business School de Madri (também conhecido na Espanha pelo nome antigo, Instituto de Empresa). Depois planejamos publicar aqui mais vídeos gravados com outros ex-alunos e sobre outros assuntos. outubro 01, 2006 By Peter Walker for CNN The traditional image of a business school class is a group of students scribbling furiously with pens in a windowless lecture room. But these days, they are just as likely to be sitting in a comfortable armchair with a notebook computer and a cappuccino. Electronic learning, where students study, submit work and receive feedback via computers and the Internet, is an increasing fact of university life, all the more so on MBA courses where students tend to be especially pressed for time, sometimes even holding down a full-time job as well. A sign of the ever-increasing importance of e-learning came with the recent news that students at Duke University's Fuqua School of Business can now use Apple's iTunes Web sites to download speeches, interviews and conference presentations as well as the usual rock and pop albums. Early material available includes a speech by Jamie Dimon, chief executive of JPMorgan Chase & Co and an interview with Duke professor John Graham. "New learning technologies allow us to think differently about the ways we design and deliver learning programs to busy executives around the world and allow us to enter new markets in new ways," said Raymond Smith, Fuqua's associate dean for executive education. One institution which takes new learning particularly seriously is Alberta School of Business, part of Canada's University of Alberta. The entire school is a wireless network, meaning students with wireless-enabled notebook computers can use the Internet, email and the university's own intranet network from anywhere. Have laptop, will travel The university was the subject of a study in 2004 by computer chip maker Intel which showed how the use of notebook computers had increased from 1.2% of students in 1999 to 35% just four years later. This figure is now around 60%, said Mike Getz, Director of Learning and Communication Technologies for the school. "There is a serious advantage to having the wireless network -- every space becomes a learning space. It doesn't matter where they are, they can be sitting in the library or anywhere," he said. Once connected to the system, whether inside the school or hundreds of miles away at home or work, students can log into an innovative system called Blackboard, in use now for almost three years. "It's a portal system where students and instructors log in and have all their course content, access to various resources," Getz said. "If you can imagine, a student logs in, and as soon as they log in they see all of the courses in which they are enrolled, they can click on any one of those courses and then they get all of the supplemental or course-related materials for their class -- anywhere in the world. "If they have an assignment due they can submit that electronically, and say if it's a Microsoft Word documents the instructor can write on it using the comments feature and then send it back to them electronically. It eliminates a lot of paper, certainly. "There are other features, so that if there's a group project within the class, they can have a chat with one another and then work on a document collectively, each building on it." This is particularly important given that some students combine their learning with a full-time job, only coming into the school occasionally, explains Getz. "It's becoming more and more important to be accessible 24/7 and from anywhere." Another element of such systems can be the assistance of high-tech companies, keen for the likely high earners of the future to get acquainted with their products. At Alberta, an agreement with software giant Microsoft gives students free access to what Getz calls "pretty close to everything Microsoft makes" while they are enrolled. "It's like giving every student that comes here about $100,000 in Microsoft software," he said. junho 27, 2006 Picking your time – The advantage of work experience before the MBA While a number of business schools in India and across the Asia Pacific region will still accept students straight after their first degree, a growing proportion of top MBA programmes around the world insist on a significant level of hands-on experience in the workplace. One of the main reasons schools now insist on this level of experience, is the expressed preference of recruiters for individuals who can ‘hit the ground running’, as soon as they graduate from an MBA programme. According to the latest TopMBA.com research from the organisers of the QS World MBA Tour, which surveyed more than 500 employers in more than 30 countries, over 50% of potential employees of MBAs look for candidates with at least a year’s prior work experience. Only around 8% of organisations are willing to look at individuals who have clocked up less than a year’s experience before embarking on their MBA studies. However, this pressure from recruiters is only part of the reason behind the drive for experienced students. Sandeep Gupta worked for major companies such as Cadbury Schweppes and Siemens before studying at Cranfield School of Management, UK. He believes prior work experience plays a key part in getting the most out of the MBA experience: “Sitting in the classroom, during a case study discussion, it’s easy to identify with the characters involved because, more often than not, you can see a similarity between what you have experienced in the past and what the case study depicts.” He continues, “However, since you are now sitting outside the workplace, you can see the situation with a more neutral perspective and can identify who could have done what to produce a different outcome. There’s also an element of glamour and awe associated with words such as ‘vision’, ‘strategy’ and the like, which are used liberally on an MBA programme. These words have little meaning unless you can fit them into the bigger picture. And the only way you can do that is through prior practical experience.” Sandeep Gupta’s view is shared by another Indian MBA, Rajesh Kothari, who studied at IESE, Spain after six years working in the financial services sector at home. “I found my work experience was invaluable to me on the programme. Making a real contribution to classes is extremely important – this most certainly isn’t the sort of study where you just politely sit and listen. When you want to make a point in class it definitely helps if you can draw upon previous experience and if you don’t have it, it really shows. The case study approach offers a very practical form of learning and the ability to draw upon six years in the workplace was a major bonus.” Source: www.TopMBA.com maio 26, 2006 Como diretor do IE no Brasil, faço apresentações sobre o IE em diversas capitais brasileiras. Hoje mesmo estou em Curitiba. Ontem fizemos uma apresentação no Hotel Sheraton sobre a escola e cerca de 30 pessoas vieram obter informações e folhetos sobre os cursos do IE. MBA nos EUA e a bandeira verde amarela da Espanha Hoje fui almoçar com uma ex-aluna curitibana do IE e ela me contou sobre como foi seu intercâmbio na época do MBA, da Espanha para os EUA. Veja só a situação: ela era uma brasileira, de Curitiba, estudando numa escola espanhola, em Madrid e tendo suas aulas em inglês. Até aí, nada de estranho. Uma vez no IE, ela decidiu fazer seu intercâmbio numa top business school norte-americana, logo ela que tinha fama, aqui no Brasil, de não gostar muito do "American way of life". Enfim, ela queria desmistificar um pouco suas impressões sobre o país. Quero deixar claro que ela gostou da experiência, mas cabe destacar trechos do relato dela que me pareceram incríveis, inacreditáveis. Chegando lá, a primeira grande diferença com o campus do IE. No IE ela tinha companheiros de mais de 60 países diferentes, nos EUA, a maioria dos alunos era do próprio EUA, além de muitos alunos provenientes da Índia e China (ou seja, eles tinham 5 ou 6 nacionalidades em classe). Além disso, grande parte dos norte-americanos de sua turma sequer tinham um passaporte, nunca imaginaram algum dia ter que sair dos EUA. Um fato: menos de 2% dos americanos possuem passaporte. Até aí tudo bem...
Agora o mais bizarro!!! Enfim, coisas deste tipo definem muito bem, a meu ver, a diferença entre fazer uma pós-graduação qualquer na Europa ou nos EUA. Eu não consigo conceber que um bom (será?!?) professor de Marketing de uma boa (será?!?) escola de negócios nunca tenha visto a bandeira do Brasil ou não saiba a diferença entre o Brasil e a Espanha. maio 22, 2006 Aqui vai outra notícia legal, desta vez sobre networking, do site CNN Money em parceria com a revista Fortune. Five months of networking, still no new job (FORTUNE) - Dear Annie: Is it really true that senior-management jobs are more often found through networking than by any other means? I'm skeptical, because it just isn't working for me. I'm in charge of international marketing for a division of a large global company. In the aftermath of a merger last year, my job is less interesting than it used to be. I'm ready to move on, and since January I've been doing everything the networking experts recommend: going to conferences, heading up a trade-group committee, getting in touch with former colleagues and other acquaintances to hear the scuttlebutt about possible openings, etc. But so far, nada. What do you think? Dear NZ: I think you haven't given it enough time yet. Five months may seem like forever when you're anxious to make a change, but networking your way into a senior-management position may take longer. Doing all the right things, as you have been, puts you out ahead of most of your competition. The ExecuNet poll shows that, while 84% of senior managers agree that broad networks of personal and professional contacts are crucial to success, just 19% say their own networks are in "excellent" or "very good" shape. "Networking is time-consuming," says ExecuNet president Mark Anderson. "But sooner or later, the payoff will be there, and probably when you least expect it." Anderson recommends that everyone - not just people who are currently seeking a new job - spend at least one hour a week getting to know peers at other companies, going to work-related social events, or even meeting new people through volunteer work. "Over the course of a year, just one hour a week adds up to a full workweek of effort, and you'll be amazed at how many new connections you've made," he says. Anderson speaks from experience. Some years ago a friend from an old job told him about ExecuNet, and he started looking into it. Later the same year, Anderson went to a Stanford alumni luncheon and got to chatting with ExecuNet CEO Dave Opton. The two hit it off, and Opton eventually hired Anderson. "I got this job through two different networking events that were six months apart. It's not always quick," he notes. "People tend to attribute a promotion, or a great move to another company, to luck, or to being 'in the right place at the right time.' But far more often, it's the result of networking," Anderson adds. "The more people know who you are and what you're good at, the 'luckier' you're likely to be." So hang in there. Artigo do Jornal britânico "The Times" Graduates are spoilt for choice as job offers head towards a record Business school career services also report their best year on record. In this year’s Career Service Council survey, 95 per cent of business schools reported an increase in employers recruiting on campus. Simon Bolton graduated from IMD in Lausanne last year. He says: “Many of my classmates had three to five job offers each.” He landed a job with GE Europe, as manager, corporate initiatives group. The UK is one of the hottest markets for MBAs, after China and the US. At London Business School, Graham Hastie, careers director, reports that 96 per cent of the MBA class accepted permanent jobs within three months of graduating last year and 99 per cent of the this year’s class already has paid summer internships lined up — both records. Lindsay McQuade, careers director at Cass Business School, reports a 100 per cent increase in on-campus recruiting last year and continued growth this year, “benefiting from the booming job market in the City”. Continue reading 'Job offers head towards a record' maio 16, 2006 NEXT GENERATION TOEFL The next generation TOEFL, also known as TOEFL iBT, will be officially introduced in the United States as a secured testing instrument for admissions decisions in September 2005. It will be phased in other parts of the world, starting October 2005, with Canada, Germany, France and Italy, and elsewhere in 2006. This latest version of the TOEFL exam offers a number of innovative changes that make it considerably different from the paper-based TOEFL (PBT) or the computer-based TOEFL (CBT). One of the most notable changes is that the iBT is a test of academic English, rather than a general English test, that reflects the language used in college and university settings with tasks that require test takers to integrate and synthesize information in order to communicate effectively. This major change is designed to provide better information about a test taker’s ability to communicate effectively in an academic setting. Another noteworthy change in the TOEFL iBT is the inclusion of an oral component. All iBT test takers will be assessed on their speaking skills. While this change cannot assure schools that students have the requisite speaking skills for academic success, it will provide some degree of quantification of this skill. It is anticipated that the speaking scores could be used by university graduate departments in place of the Test of Spoken English. Unlike the current TOEFL versions, the iBT will assess performance in four skill areas: reading, writing, listening, and speaking. There will no longer be a Structure/Written Expression section. Many of the tasks require test takers to synthesize information in order to respond. For example, test takers will read and take notes and/or listen and take notes in order to complete some of the speaking and writing tasks. Yes, test takers will be allowed, even encouraged, to take notes as they read and listen. Note taking not only facilitates the integration of information from the different media, but it also simulates the demands of the academic setting, thereby reinforcing the importance of the academic skill of note taking. In addition to the above described major format changes, the new iBT will undergo a delivery mode change—it will be delivered via the Internet at secured sites around the world. Exams will be offered on a regular schedule rather than on-demand like the current CBT. All test takers will have to keyboard their written responses since handwritten essays will no longer be accepted. Spoken responses will be recorded over the Web. Although this is a computer-delivered exam, it is not a computer-adaptive exam. Test takers taking the same form will see the same questions. All of these changes in format also require changes in the scoring and score reports. Five scores will be reported on the iBT score reports: Total score: 0-120 For more detailed information on setting new score standards, including comparisons between current CBT and PBT scores and the new iBT scores, see www.ets.org/toefl/nextgen/scorereport.html. NAFSA conference attendees will also be able to learn more about the standard-setting procedure at the Wednesday 9:15 Setting Scores for the Next Generation TOEFL Test session. Before coming to this presentat ion, par t i c i pant s should vi s i t www.ets.org/toefl/nextgen/scorereport.html and become familiar with the scoring information provided there. Christa Hansen is director of the American English Institute at the University of Oregon. fevereiro 23, 2006 Jornal Valor EconÁ´mico - por Andrea Giardino de São Paulo A história recente de algumas das principais empresas brasileiras tem se tornado objeto de estudo de alunos das principais escolas de negócios do mundo. Para conhecer mais sobre o estilo de gestão das companhias nacionais, elas até patrocinam a viagem dos estudantes de MBA e pós-graduação ao país. O movimento, que teve início em 2000, cresceu de forma significativa nos últimos seis anos e hoje atrai o interesse de centros de ensino de peso como a Harvard Business School, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), o IMD Business School, a Pittsburgh University, Darden e Wharton, primeira colocada no último ranking do "Financial Times" com os melhores cursos de MBA. Em Harvard, o primeiro registro aconteceu em 1999, com a análise da Mandic BBS, empresa fundada pelo precursor da internet no país, Aleksandar Mandic. Pouco tempo depois, faziam parte do banco de casos da escola, a Editora Abril, Embraer, Gerdau e Submarino. Mas essa disseminação só ganhou força a partir de 2001, quando a tradicional escola de administração, reconhecida por seu método de estudos de casos, decidiu criar centros de pesquisas regionais. "A iniciativa visa explorar casos globais para que os alunos possam aprender lições das histórias de cada país", afirma Ricardo Reisen, responsável pela unidade brasileira da Harvard Latin America Research Center. Atualmente existem cinco centros de Harvard: na Ásia-Pacífico (em Hong Kong), Japão, Europa (em Paris), Califórnia (no Silicon Valey) e América Latina (escritórios na Argentina e no Brasil). Segundo Reisen, a idéia nasceu para atender uma necessidade dos alunos estrangeiros, que correspondem a 30% dos 900 alunos que entram todos os anos nos MBAs da escola. "Muitos reclamavam da dificuldade de aplicar os casos de empresas americanas na realidade do dia-a-dia de seu país ", diz. Mas com a criação dos centros regionais, esse cenário começa a mudar. Continue reading 'Escolas de negócios estudam casos do Brasil' dezembro 26, 2005 Quem decide fazer um MBA fora do país não está interessado apenas em dar um upgrade na carreira, mas também na possibilidade de conhecer outras culturas e aumentar sua rede de relacionamentos, o tão conhecido networking. No entanto, poucos são aqueles que conseguem manter os contatos travados durante as aulas, principalmente quando os cursos são realizados no exterior. Por essa razão, as associações de ex-alunos vém atraindo um número cada vez maior de pessoas. Criado em São Paulo há dois anos, o grupo possui cinco diretores e acaba de dar um passo importante ao estabelecer uma base também em Nova York. Queremos aproximar estudantes brasileiros que após concluírem seus MBAs permanecem nos Estados Unidos, afirma Luciana Rossi Cuppoloni, presidente do Wharton Clube do Brasil. A idéia é levar um pouco do que já acontece por aqui, como happy hours, palestras, reuniões informais e workshops. No Brasil, há um mix de atividades que visam atrair ex-alunos de diferentes idades e perfis. E a grande novidade é a série café com empreendedores, evento que reunirá grupos de 20 pessoas para discutir um pouco sobre os seus desafios e alternativas para o sucesso do negócio. Outra inovação é a prática e torneio de esportes, a exemplo do golfe. De acordo com Luciana, esse tipo de ação acaba integrando ainda mais os ex-alunos e ampliando sua rede de relacionamentos. Além disso, a associação ajuda no processo de seleção dos futuros estudantes da Wharton School. Já mantemos laços com aqueles que se formam e agora passamos a conhecer de perto quem vai entrar, diz Luciana. Além de ser uma maneira de fazer com que o novo aluno faça parte da rede de contatos da escola. Continue reading 'Executivos buscam ex-colegas de MBA' outubro 27, 2005 Artigo muito legal retirado do blog Deans Talk. Business Schools: America x Europe As an alumnus of both the American school system, namely Dartmouth College, and the MBA program at Instituto de Empresa perhaps I can provide a shareholder's view to this fascinating conversation between the Deans... When deciding on a business school to attend, there are some striking visual differences one gets immediately upon viewing schools on either side of the Atlantic. The two schools I most heavily considered in the United States were Tuck, the business school of my alma mater, and Kenan Flagler, the business school of the University of North Carolina, located in my hometown of Chapel Hill. Both are impressive to behold in person. Kenan Flagler sits atop a hill, overlooking the valley that is home to the Dean E. Smith Center, the Santiago Bernabeau of North Carolina where basketball is a religion. Nestled among soaring pines Kenan Flagler is a castle built of the red brick so often seen in North Carolina. Tuck, with its columned façade, is the regal exclamation point at the end of short lane (appropriately named Tuck Dr.) lined with some of the older buildings of a College that predates the very nation it sits within. The dark rich browns of the woodwork within seem forged by the history of school's lengthy prestige. The impression is captivating in a country where so few things aren't intended to impact their newness upon an observer. In contrast European business schools look like charming places of business rather than castles in the kingdom of Business. One need not read the fine print of admissions literature to note a resource difference. In weighing the pro and cons, one quickly notes the greater diversity of programs and students in a European MBA to counterbalance the resource disparity. But additionally, and perhaps more importantly, the newness of the European MBA programs leave them unshackled by the weight of historical customs and the sometimes burdensome allegiance to tradition that we Americans are so quick to criticize in Europe. European programs are much faster to innovate. European schools borrow heavily from their American counter parts, but also from a larger bag of ideas, be they derived from national traditions or wholly new ideas. Changes in the curriculum, the length and structure of the program, the way disciplines are taught, the composition of the student body, et al. happen with a frequency and depth that an older institution would find unsettling. The rapid improvement of European MBAs is a testament to the value of this ability to innovate and evolve quickly. There are differences within the student culture that color the educational experiences as well, and here I am somewhat reliant on my close friends matriculating at MBA programs in the United States. The most relevant is the greater comradery and degree of collaboration among students in a European management program. It is hard to determine the exact cause of this difference. Certainly, the more aggressively competitive culture of American business plays a role. But what most impressed me about European business schools was the active manner in which the students seek to gain from the differing experiences of their classmates both within the classroom and after the books close. This active integration exponentially enhances the value of diversity and provides an understanding and skill set I am not convinced are matched in an American program. Perhaps the greater diversity of European MBA programs attracts students predisposed to maximize the range of experiences and viewpoints of their fellow colleagues. The relationships between the alumni and the institutions differ as well. Alumni of European programs maintain an interest in their programs. There are efforts to manage the brand and the ranking is closely followed, but mostly it is a passive relationship. Alumni of American institutions are more like citizens than former students. They actively seek to improve and defend the school either through donations of time and money or through constructive criticism. Brand management plays a role here as well, but beyond that there is a sense of connection to the great people of the past, present and future that walked those halls and an onus to uphold the institution. The ramifications of this extend beyond alumni giving and affect networking, job searching, and the image of the school within the business world. Is this a function of time or can European MBAs quicken the development of this bond between alumni and school? Much has been said to whether America and Europe are convergent or divergent Western ways of thinking. There is concern on both sides as to where the meeting point may be or whether a schism might reduce the ability to borrow from each other. As someone with a vested interest in each, I would prefer a model more akin to a double helix, closely and intricately linked but forever distinct. outubro 08, 2005 Liz Reisberg Hace algunos años hubiese sido inusual para un estudiante de MBA de la Universidad de California en Berkeley usar su experiencia y habilidades en Gana trabajando para las Organización de las Naciones Unidas, desarrollando una manera viable para mejorar el acceso a Internet del mundo en desarrollo. Pero hoy no es así. Aunque muchos estudiantes de MBA aún aspiran a carreras en consultoría y servicios financieros o como empresarios, cada vez más estudiantes de las escuelas de negocios están inclinándose a trabajos en empresas sin fines de lucro y de impacto social. Graduados de Tuck School of Business en Darthmouth College no sólo han aceptado trabajos en McKinsey y Deloitte, sino también en la UNICEF, Nature Conservancy, Planned Parenthood y Amnesty International. Mientras que este giro hacia compromisos sociales es llamado Responsabilidad Social Corporativa (Corporate Social Responsability) en el mundo de los negocios, en las escuelas de negocios esta iniciativa es comúnmente llamada "Social Entrepreneurship". Este creciente interés hacia el sector social está presionando a las escuelas de negocios a incluir nuevos cursos, rediseñar las tradicionales clases, desarrollar nuevos tipos de oportunidades de prácticas profesionales, expandir el alcance de los servicios de sus departamentos de carrera a nuevos sectores, y crear nuevos centros de investigación. James Stevens, Assistant Dean de Graduate School of Management de University of California Davis, dice que "Basados en la demanda de los estudiantes, incluimos un curso llamado Social Entrepreneurship en la primavera del 2005, que tuvo gran asistencia. Nuestro departamento de servicio profesional del estudiante tuvo además que construir nuevas redes de contacto para apoyar a los interesados en carreras y prácticas en sectores públicos y sin fines de lucro, incluyendo ONGs". Como en el caso de la UC Davis, estas nuevas iniciativas en general son motivadas por los mismos estudiantes. En 2004 Tal Dehtiar, un estudiante de MBA en McMaster University en Canadá, y Michael Brown, un ex alumno de McMaster, fundaron la organización MBAs Without Borders (MBAs Sin Fronteras). La fundación tiene como objetivo reunir fondos provenientes del sector privado para apoyar un programa en que los estudiantes canadienses de MBA vayan a trabajar por cuatro meses a pequeñas empresas en Tanzania, ayudando en la administración financiera, los planes de negocios y en tecnología para incrementar la productividad y el éxito. Además, se preocupan de comprometer a estas empresas con la comunidad local, para aumentar el impacto de un programa de largo plazo. Desde el año 2002 el Center for the Advancement of Social Entrepreneurship (CASE) de Fuqua School of Management de Duke ha estado operando en diferentes áreas, o industrias, incluyendo salud, servicios humanos, arte, educación, desarrollo económico y medioambiente. Este Centro funciona basado en la creencia que los líderes del sector social, el profesorado de las escuelas de negocios, los estudiantes de MBA y ex alumnos pueden aportar un gran beneficio uniéndose a la búsqueda sistemática de mejores maneras para conseguir desarrollo, sustento y expandir innovación y efectiva respuesta a las necesidades sociales. A través de aplicaciones bien pensadas de experiencias de negocios, CASE fomenta respuestas empresariales a problemas sociales. Curiosamente, existe una creciente demanda de graduados de MBA con este tipo de preparación en el sector con fines de lucro. Mucha gente alguna vez asumió que los negocios exitosos y el bienestar de la sociedad estaba en la competencia, donde se tenía éxito a costa del otro. Los escándalos de Enron y World Com parecen haber confirmado esto. Pero el mundo corporativo no ha decidido simplemente volverse más ético; existen motivaciones más profundas. Grandes compañías internacionales están persiguiendo trabajo más barato y nuevos mercados en países en desarrollo, y están encontrando su propio objetivo a través de mejorar condiciones sociales (salud pública, educación, nutrición). Según James Hayes, Director de Admisión de Michigan's Ross School of Business, "en respuesta, nuestro Center for International Business Education (CIBE) ha establecido un programa de Responsabilidad Social Corporativa (CSR) que incluye estudios de investigación, prácticas y proyectos de consultoría, integrando a estudiantes y profesores. Los estudiantes pueden unirse a este esfuerzo global y, al mismo tiempo, ganar experiencia en Social Entrepreneurship y en la administración de impactos sociales participando en un grupo de proyecto patrocinado por CIBE". Con esta nueva conciencia social en el sector corporativo, cambios en los programas de MBA se ven como una consecuencia lógica. Pero estas iniciativas de las escuelas de negocio no han partido de influencias corporativas, sino más bien de los alumnos de MBA. El contagio de este entusiasmo de los estudiantes de MBA por el enfoque más "socialmente responsable" hacia sus trabajos ha sido sorprendente. Tal Dehtiar ha recibido una gran respuesta en relación a MBAs Without Borders. Dice que estudiantes de toda Canadá lo han contactado para pedirle más información. Esperemos que este sea un movimiento que continúe creciendo. *Liz Reisberg es Directora Ejecutiva de The MBA Tour, empresa que organiza tours profesionales en 30 ciudades de cuatro continentes, entregando información a futuros estudiantes a través de contactos personales e informales con las mejores Escuelas de Negocios del Mundo. Visite www.thembatour.com para un calendario completo de ferias en la región e inscribirse gratuitamente. setembro 13, 2005 Este artigo trata das formas de financiamento de um MBA hoje em dia. ¿Cómo financiar su MBA? Cuando se contempla la posibilidad de cursar un MBA, la mayor preocupación es cómo pagarlo. Abandonar un empleo, trasladarse a otro país, dejar atrás a familiares y amigos son cosas que pueden afrontarse. Sin embargo, ¿dónde conseguir entre US$ 30.000 y US$ 70.000 para la matrícula? TopMBA - la feria que visita cada año las principales ciudades del mundo para poner en contacto a los interesados en estudiar un MBA con las principales escuelas de negocios del mundo - entrevistó a 3.900 participantes para conocer cómo financian sus estudios. La encuesta arroja que son numerosas las opciones de financiación y éstas incluyen, por ejemplo, ahorros, créditos de estudios, préstamos para el desarrollo profesional, becas y patrocinio privado. La mayor parte de candidatos recurre a una beca para financiar su MBA (el 79% en Latinoamérica frente al 69% de EE.UU.). Sin embargo, más allá del deseo común de obtener una beca, los solicitantes de cada nacionalidad ponen el énfasis en diferentes fuentes de financiación. En Norteamérica, el recurso predominante son los préstamos. Más del 86% de los candidatos tiene previsto recurrir a ellos para pagar su MBA (frente al 56% en Latinoamérica). Los candidatos latinoamericanos son menos optimistas en lo que respecta a la obtención del patrocinio privado (el 21%, frente al 34% de EE.UU.). En algunas regiones de Latinoamérica, los padres y familiares desempeñan un papel mucho más importante. A escala mundial, el 39% buscará la asistencia de sus familiares, mientras que en Brasil el porcentaje asciende hasta el 45%. Por el contrario, Perú se sitúa por debajo de la media, con sólo un 30%. El estudio dice que no es extraño que en regiones con rentas superiores, como EE.UU. (68%) y México (79%), los ahorros personales tengan más importancia que los familiares. Teniendo en cuenta que el MBA es un curso de tercer ciclo, es probable que la mayoría de candidatos haya trabajado durante algunos años y ahorrado dinero para financiarlo. Resulta sorprendente, en cambio, que pocos alumnos interesados en estudiar un MBA a tiempo completo reciban patrocinio empresarial. Esto se debe, en gran medida, a que la mayoría prefiere tener abiertas sus puertas profesionales y no desea tener la obligación de volver a incorporarse a su antigua empresa. Sólo el 23% de los candidatos tiene previsto obtener un patrocinio de este tipo. En la práctica, menos del 10% recibe ayuda de sus empresas para cursar estudios de MBA a tiempo completo. Más información: agosto 29, 2005 Outro post de opinião baseado em conversas com possíveis candidatos aos programas do IE durante o ano. Converso frequentemente com muitos candidatos e a maioria não sabe muito bem identificar a diferença entre estudar numa grande escola internacional de negócios ou numa escola brasileira de negócios. Muitos dizem: "já fiz um MBA na FIAI (Faculdades Integradas de Atrás da Igreja), não quero fazer outro." Vejam só, depois de 2 anos trabalhando com este setor, esta semana consegui colocar melhor em palavras a diferença, é simples: Uma coisa é aprender a administrar, outra coisa é aprender administração. Uma grande escola internacional como o IE te ensina administrar. Ensina mesmo! Vocé pode até não ter a oportunidade de exercer este aprendizado logo após o curso, pois normalmente não saímos de lá como dono de um negócio. Mas este é o aprendizado. São mais de mil horas/aulas, mais de 500 casos reais, mais de 300 reuniões de discussão com colegas inteligentes do mundo inteiro, vindos de mais de 50 países. Vocé sai de lá dizendo: "me dá qualquer coisa que eu administro!". E mais ainda: "Eu administro seja onde for!". Este é o tesão da experiéncia e este é o diferencial contra cursos brasileiros a outros cursos do exterior. Uma grande escola internacional é vista assim pelo mercado por algum motivo. Ou será que as pessoas pensam que estas escolas são caras só para fazer charme? Para começar, não existe MBA full-time no Brasil. Aqui, ninguém se dedica 100% a estudar a prática da administração. Em segundo lugar, nenhum curso nacional tem mais de 500 horas/aula, não usam o case method de maneira efetiva e nenhum possui mais de 5 nacionalidades em suas aulas. Enfim, os cursos brasileiros nem deveriam ser chamados de MBA, pois simplesmente não o são. Não te ensinam a administrar, te ensinam administração e isto é completamente diferente. Outros ainda apelam para nomenclaturas que não existem: MBA em Marketing, MBA em Marcas de Luxo, MBA em Logística!!! O que quer dizer isto? MBA é sigla para "Master in Business Administration". Em portugués claro seria "Pós-Graduação em Gestão de Negócios" and that´s it! Não existe MBA em Recursos Humanos ou MBA em Tecnologia de Perfuração de Poços. Procure por um curso de MBA em Marketing ou MBA em Finanças em Harvard, Wharton, Stern ou no IE ou Insead. Não existe. Existe um Master in Marketing, ou seja, "Pós-Graduação em Marketing" e etc. Sejamos francos, ainda não existem cursos de MBA no Brasil. agosto 17, 2005 Embora os dados mencionados na pesquisa tenham como base o mercado norte-americano, talvez seja possível visualizar uma tendéncia de revalorização dos top MBAs na disputa por talentos. Candidate Confidence Surges As Big Consulting and Banking Firms Aggressively Compete for Talent A new report from WetFeet reveals that the big firms have significantly increased their recruiting efforts over the last year. The report is based on a survey of over 2,500 undergraduate and MBA candidates from top schools that was fielded in April/May 2005 and points to three main factors for the surge; the big firms are hiring for more positions, candidates are receiving more and better offers, and the recruiting season is compressing as candidates are making decisions about their offers much earlier in the recruiting cycle, effectively decreasing the traditional spring and fall recruiting seasons. San Francisco, CA (PRWEB) August 11, 2005 -- Candidates from top-tier undergrad and MBA programs are once again finding themselves on the winning side of supply and demand. The big firms have significantly increased their recruiting efforts over the last year, according to WetFeet's 2005 Student Recruitment Report. The survey was fielded in April/May 2005 and points to three main factors for the surge; the big firms are hiring for more positions, candidates are receiving more and better offers, and the recruiting season is compressing as candidates are making decisions about their offers much earlier in the recruiting cycle, effectively decreasing the traditional spring and fall recruiting seasons. "We're now in the third year of a recovery cycle for the student job market," said Steve Pollock, president of WetFeet, Inc. and author of the report. "Students at top schools are highly confident about their prospects in the job market and they've raised the bar for employers, who are having to increase their recruiting activity and offers to stay competitive." The companies hiring the most people in WetFeet's survey increased their number of hires substantially this year. The top 15 companies hired an average of 26.8 students, compared to 16.5 just a year ago. Leading in hiring was McKinsey & Co., which hired 63 candidates in our survey population, up from 21 in 2004. The Student Recruitment Report 2005 is WetFeet's seventh annual survey of more than 2,500 undergraduate, MBA and graduate school candidates at top-tier schools. New this year are three focused reports that delve deep into the recruiting and hiring practices of firms in Financial Services, Management Consulting, and Consumer Product Goods/Pharmaceutical industries. "As competition heats up, firms that depend on top student talent can't afford to fly blind. Our industry-focused reports provide a wealth of focused information about how leading players measure up to their direct competitors in students' eyes," said Pollock. The average number of offers received by students at top-tier schools increased for the third straight year with undergrads seeing an 18% jump in average number of offers received, and MBAs seeing an 11% increase. Since a low point in 2001-2002, the average number of offers for undergraduates and MBAs has increased more than 60%. Students ranked McKinsey & Co., Boston Consulting Group and Bain Co. as the top three management consulting firms they'd most like to work for. For financial services, Goldman Sachs was first, Morgan Stanley second and Citigroup third. For consumer product goods/pharmaceutical, students rated Johnson & Johnson first, Procter & Gamble second and Nike third. The main Student Recruitment Report 2005 and special industry focus reports are included in an annual subscription or can be purchased individually at www.wetfeetresearch.com. WetFeet Research & Consulting is the authoritative resource for factual data, emerging trends and informed strategy on effective talent recruiting including sourcing, screening, evaluation, campus recruiting, online recruiting, diversity and retention. WetFeet also provides recruiting software and marketing services to top employers. This press release was distributed through eMediawire by Human Resources Marketer on behalf of the company listed above. agosto 10, 2005 Aumenta a oferta de profissionais ghost-writers que escrevem papers e fazem trabalhos para MBA's e outros mestrados. They've sold their academic integrity for a few quid Why spend precious time increasing your stress levels in high-street shops when you can achieve the same results while sipping a glass of Chardonnay in the comfort of your own home? Anyone involved in higher education will tell you that students, full-time and part-time, face competing and ever-increasing pressures. Full-time students face mounting debts for fees, books and accommodation. Many have at least one job to help support their studies and like all students they want to enjoy the social experience of university life. Part-time students do their best to balance work, family and academic pressures; which would be fine if there were 36 hours in every day and nine days in every week. Now a new generation of dot.com companies come to the rescue of the hard-pressed student, offering to write essays, assignments and dissertations to order or "off the peg" for as little as £29.99. They appear on the internet as "academic ghost-writers" or "personal researchers". But if students use these services and pass the resulting essays off as all their own work, it amounts to cheating on a grand scale. On her now famous website, Elizabeth Hall strikes a chord with many fraught and exhausted MBA students with this seductive statement: "An MBA is a career investment, but balancing your present post with career plans whilst maintaining a life/work balance is a near impossible task. "Investing in EHA (Elizabeth Hall Associates) MBA ghost-writing services is investing in your career and the rest of your life." Such a huge personal and financial investment cannot be put at risk as she expla |