junho 27, 2007   


Newton Campos

O IE vem analisando formas de participar do Second Life há muitos meses. Segundo alguns professores que conversei na última vez que estive em Madrid (em Abril de 2007), o ambiente do Second Life ainda é muito "infantil" e volátil embora mostre uma tendência marcante como um possível ambiente futuro para a Internet. Escrevo somente para comentar que o IE proferiu a primeira aula de uma Top Business School européia no Second Life no mês passado. Aqui no Brasil, eu e alguns ex-alunos estamos nos juntando para fundar um clube de ex-alunos em alguma ilha brasileira. Segue a nota que recebi de Madri:

Secondlife.jpg

In what is believed to be the first class delivered by a major European business school utilizing the Second Life platform, Prof. Ricardo Perez of IE and Jaime Casado of the Telefónica Virtual Campus, discussed with participants the role Second Life and other online based community platforms can play in helping companies to develop brand awareness, off-line sales and community building. IE plan to use the second life platform to deliver future classes in a number of Masters programs, and to develop the platform’s marketing potential through the hosting of promotional insight sessions.

Ricardo Perez says “We see this as a fantastic opportunity to explore new ways to deliver our products to a wide range of participants. Second Life is a great experiment on how the internet and social relationships are going to evolve in the near future. A good number of our students are already members of the community, and it the next natural step was to use it in our teaching activities. IE has a long history of working with new platforms in innovative ways to provide high quality education offerings, and we want to experience it to the full and help the community build a shared knowledge about the real possibilities offered by this medium.”

The Second Life platform offers educational organisations a number of interesting opportunities for promoting their products. Many companies have used the platform as a marketing and brand building tool, but education providers can actually use the interactive elements of the community to deliver classes and programs (delivering its products directly to end users) to an increasingly wide range of participants. With an average user profile in the 18 – 30 age range, and over 1 million new users each month, Second Life provides organizations and companies with access to a market segment that now typically consumes its information and seeks tuition in an online format.

Jaime Casado points out, “The platform has enormous potential when it comes to developing social networks and collaborative surroundings. The true revolution has been the development of the idea to create a virtual world without contents, while facilitating tools within the platform so that it is the users that construct them”. For education providers this brings opportunities to integrate their own content and develop specific content for the platform.

As Prof. Perez points out, Second Life represents another step in a long line of developments in the area of online platforms and communities. “As long as the platforms continue to innovate and develop, so will the organizations working with the platforms. We will have to constantly adapt the products to find the optimal mode of delivery for the market segments present in the communities”. IE’s ongoing commitment to develop innovative, high quality online programs will enable them to develop their position in online communities like Second Life and whatever comes after them.


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Posted on 27 junho 2007 in Curiosidades | Permalink | Comments (1)

   maio 27, 2007   


Newton Campos

While traditional work histories still rule, the day may not be far off when video pitches become a standard supplement.
by Francesca Di Megliofrom Newsweek

A keyword search of "résumé" on the online video site YouTube turns up 5,180 results, including videos of everything from someone breaking into his boss's office to a young person who plays the piano and sings his own praises in the hopes of launching a career in public relations. With all the buzz around video résumés, the B-school student seeking that post-MBA job might think the paper résumé—or its online equivalent—is dead. But at least for this year's class of grads, the message is "think again".

Many career-placement directors at top B-schools are telling their students to steer clear of video altogether for now. The reason? While the YouTube generation—the so-called "Millennials" who were born after 1981—might be embracing video résumés, it's the Baby Boomers who are still doing most of the hiring. "Boomers aren't going to watch them", says Everette Fortner, director of career development at the University of Virginia's Darden Graduate School of Business Administration.

Business school career counselors are also wary because of the unprofessional tone of some videos. In the fall of 2006, Yale student Aleksey Vayner sent his video résumé, called "Impossible is Nothing," to investment bank UBS, and the video quickly found its way to YouTube, where it was mocked, spoofed, and made Vayner the laughing-stock of Wall Street. The lengthy video, which had Vayner waxing poetic about life, breaking bricks with his hands, and dancing with a half-dressed woman, became the epitome of how not to do a video résumé. It has led some people—especially those in B-school—to shy away from the medium entirely.

A Sense of Presence
One of the résumés on YouTube belongs to Allen Ulbricht, a 2003 graduate of Georgia Tech's undergraduate management program, whose video has him dressed in business casual attire and responding—as naturally as possible—to likely questions for a Web 2.0 gig to which he was applying in December, 2006.

Now the owner of Real Nice Software, which creates custom software for small businesses, Ulbricht says he pulled himself out of the running for the job but is sure his video, an adjunct to his traditional online résumé, would have given him a leg up on the competition. Video will become an expected part of the job application, says Ulbricht, even if it will never replace traditional, written résumés.

Still in their infancy, video résumés have caught on with the creative and with other young people who want to show off their skills—either because of the visual impact or to make up for lack of work experience. "Video résumés animate a job seeker in ways that traditional paper media can't", says Mark Oldman, co-president of the career site Vault.com in New York. "You can really get a sense of one's professional presence, poise, enthusiasm, and passion".

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Posted on 27 maio 2007 in Curiosidades, Tecnologia, Videos | Permalink | Comments (0)

   maio 11, 2007   


Newton Campos

O jornal "Gazeta Mercantil" tem publicado algumas notícias do jornal espanhol de negócios "Expansión". Pelo fato de o IE sair quase diariamente citado no Expasión, estamos sendo citados com certa frequência no Gazeta Mercantil. Assim, republico aqui uma notícia sobre relacionamentos amorosos no trabalho.

Madri, 10 de Maio de 2007 - O desempenho de casais que trabalham junto gera polêmica. Algumas empresas não aceitam o fato. Mais da metade dos homens e 46% das mulheres afirmam que já tiveram um relacionamento sentimental no ambiente de trabalho, de acordo com dados de 2005 do site para a busca do par ideal, Match.com. E as cifras dos que se apaixonam no local de trabalho aumentam, segundo o psicólogo Ramón Rico, professor de Comportamento Organizacional na Faculdade de Psicologia da Universidade Autônoma de Madri.
As jornadas de trabalho que se prolongam até a madrugada, as situações de grande tensão compartilhadas entre colegas, as intermináveis reuniões e as viagens de negócios fazem com que simples companheiros de escritório possam se tornar algo mais. "A proximidade física na hora de desempenhar diferentes tarefas ou a própria configuração do ambiente são alguns dos fatores que propiciam o nascimento de romances no local de trabalho", afirma Rico.

Diante dos riscos que o amor pode trazer às empresas, existem três teorias sobre como gerenciar o fato. Enquanto algumas empresas preferem evitar esse tipo de situação estabelecendo certas normas, outras vigiam de perto seus funcionários enamorados, embora sem fixar regras concretas. Um terceiro grupo de empresas aposta abertamente na total liberdade de ação por parte de seus funcionários.

As grandes multinacionais, principalmente, as de origem norte-americana, são as que no momento mais se mostram intervencionistas. Consideram que é melhor prevenir do que remediar, e logo acendem a luz de alarme, a fim de que um romance não interfira nos negócios. O laboratório farmacêutico Abbott, a consultoria Deloitte e a gigante de informática IBM são algumas das empresas que contam com um regulamento interno para impedir que um casal de namorados ou de marido e mulher tenha também uma relação direta de trabalho. "Trata-se de uma norma mundialmente conhecida. O que fazemos é dialogar com os interessados para, caso estejam na mesma área, um dos dois seja transferido para outro posto na empresa. Assim, evitamos qualquer tipo de conflito e suspeitas no ambiente de trabalho", destaca Yolanda García, diretora de Recursos Humanos da Abbott. A Deloitte estabelece em seu código de ética, que seus empregados devem comunicar a um superior quando souberem de relações pessoais entre outros funcionários. "Nosso negócio se baseia na independência e na objetividade, portanto, é muito importante para nós evitar qualquer possível interferência. Procuramos buscar alternativas dentro da empresa para um ou outro envolvido no romance, mas nem sempre isso é possível", diz Juan Luis Díez Calleja, sócio responsável pelo departamento de Recursos Humanos.

O favoritismo é uma das loucuras do amor mais temidas pelos departamentos de RH. Se já é difícil ser objetivo diante das virtudes de um parceiro amoroso qualquer, como manter a imparcialidade quando a pessoa cujo salário precisamos revisar é nossa (nosso) namorada (o)? "É claro que existe uma tendência de se favorecer quem apreciamos. É uma coisa natural. Isso acontece não apenas com casais apaixonados, mas com os amigos também", explica Diego Vicente, professor de Comportamento Organizacional no IE Business School.

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   maio 03, 2007   


Newton Campos

Este artigo publicado no jornal "O Globo" da semana passada pela escritora Martha Medeiros me chamou atenção pois resume de uma maneira muito eloquente o estilo de vida que estamos construindo para nossas famílias aqui no Ocidente. O artigo toma como base para discussão o caso do adolescente sul-coreano "maluco" que matou um monte de gente nos Estados Unidos há algumas semanas.

Me pareceu importante publicá-lo aqui porque na semana passada eu estive em Madri para uma reunião dos diretores dos escritórios do IE pelo mundo e o presidente e proprietário do IE, Diego de Alcázar nos comentava que quer humanizar cada vez mais os cursos de nossa Escola. Sua idéia é incorporar gradualmente cursos como "A História da Arte", "Literatura Oriental", "Pintura Clássica", etc aos cursos de business do IE porque ele acredita que os cidadãos do futuro terão muita carência em conhecimentos deste tipo. A sociedade atual está formando pessoas voltadas a "carreiras" e à busca pelo "estrelato" desde seus berços e por este motivo muitas pessoas estão deixando de ser pessoas. Achei sua visão muito correta e visionária. O artigo da Martha Medeiros complementa esta visão.

Bem, aqui vai:

"Mato, logo existo"
Martha Medeiros

Não é um bom assunto para domingo, reconheço. Mas estamos sempre tão ocupados nos dias da semana que não custa reservar dez minutinhos do dia de folga para refletir um pouco sobre que espécie de adultos está sendo formada aqui no mundo. O sul-coreano que no dia 16 de abril matou 32 pessoas dentro de uma universidade americana é um exemplo - a essa altura, já antigo, mas serve. Era um doente, e qual a doença dele? Solidão, depressão. Não se pode chamar de caso raro.

Um dia depois da tragédia, entrei numa sala de bate-papo na internet para ler os comentários sobre o episódio. Até então, não estava tão perplexa - é um crime recorrente nos Estados Unidos. Mas ao me me deparar com a reação de alguns brasileiros da mesma faixa etária do assassino, aí sim estarreci. Nunca vi um conjunto de idéias tão preconceituosas, agressivas e mal escritas. Era o festival da ignorância. Uma amostra da miséria cultural, intelectual e afetiva que caracteriza os novos tempos. Ninguém discutia com civilidade, os comentários eram belicosos e ferozes e, quando discordavam uns dos outros, aí é que a baixaria rolava solta. Pensei: eles estão protegidos pelo virtualismo , mas se estivessem frente a frente e com uma arma ao alcance da mão, quem garante que não teriam seu dia de Cho Seng-Hui?

Esses garotos e garotas têm a rebeldia natural da idade, mas é uma rebeldia sem argumento, vinda do desespero. Eles cresceram assistindo a uma quantidade exagerada de violência na TV e no cinema, idolatram músicos que cantam coisas como " eu escrevo minhas próprias leis com a morte ", têm pouco contato com o pai e a mãe, mantêm amizades de faz-de-conta e são soterrados por uma avalanche de informações que mal conseguem filtrar. Tudo isso numa sociedade cada vez mais competitiva, na qual a ordem é aparecer a qualquer custo. A felicidade há muito deixou de se concentrar na trinca amor-saúde-dinheiro: agora é popularidade-sexo-e-muito-muito-muito-dinheiro. Quem tem uma vida modesta se frusta: conclui que é uma pessoa que não existe, que não conta, que não vale . E resolve dar o seu recado na marra.

Impossível esse relato não soar dramático, mas irreal não é. A vida mudou. E temos alguma responsabilidade nisso, não somos apenas vítimas, mas cúmplices. Está mais do que na hora de ficarmos mais perto de nosso filhos. De oferecer a eles livros e música boa, dar muito carinho e elogio, ficar de olho nos lugares onde eles vão e em com quem saem - um pouco de controle não faz mal a ninguém. É recomendável também tirar um sarro dessas revistas que vivem de fofoca, ridicularizar a fixação pela estética, mostrar a eles que os super-heróis de verdade costumam ser mais discretos.

Porém, discrição é uma coisa, fuga é outra. É preciso chamar essa garotada para um papo quando estiver silênciosa demais, ajudá-la a compreender essa loucura aí fora (que nem nós compreendemos direito), levá-la para viajar quando der, colocá-la em contato com hábitos mais simples e escutá-la muito, não importa sobre que assunto.

É guerra: agressividade e miséria existencial que caracterizam nossa época precisam ser enfrentadas não só com Prozac, mas com cultura e afeto. A grande maioria dos adolescentes que aí estão não conseguirá ganhar fortunas, não vai virar artista nem doutror, não vai se casar com homens com barriga tanquinho nem com mulheres que autografam a "Playboy": eles vão ter uma vida normal. E se o normal seguir não servindo para eles, pobres de nós todos.


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   abril 01, 2007   


Newton Campos

Esta é a vista que se vê do escritório do IE no último andar do edifício "5ª Avenida" no número 726 da Av. Paulista em São Paulo. Vocês sabem, né? A Câmera estava aqui na mesa, o sol estava se pondo, o trânsito começou a emperrar... Enfin, final de tarde nesta cidade monstruosa. Me bateu a maior vontade de registrar o momento.


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   janeiro 28, 2007   


Newton Campos

Cerca de 1,5 milhão de "ibero-americanos" estavam morando na Espanha em janeiro de 2006.
Em Madri, eles eram mais de um décimo da população

Cécile Chambraud
correspondente do Le Monde em Madri

Pé ante pé, os latino-americanos se instalaram maciçamente na Espanha ao longo dos últimos seis anos. Junto com os marroquinos (530.000) e os romenos (380.000), eles estão no coração da poderosa e rápida corrente de imigração que, desde o final da década passada, contribui para modificar em profundidade a sociedade espanhola. Vindos do Equador (500.000), da Colômbia (270.000), da Bolívia (135.000), do Peru ou da República Dominicana, eles constituem a metade da imigração que não é oriunda da comunidade européia.

Os "ibero-americanos" passaram de 190.000 em 2000 para 1,5 milhão em janeiro de 2006. Em Madri, onde o seu número oscila entre 300.000 e 400.000, ou seja, mais de um décimo da população, os seus traços geralmente pré-colombianos conferem a certos bairros de Tetuán, de Usera ou de Ciudad Lineal uma aparência andina. Eles escolheram a Espanha para ser seu novo mundo e estão apenas começando a se implantar no país.

Sentados no pequeno sofá da Acobe, uma associação de ajuda aos bolivianos, Hector e Elvira Fernández não se mexem. Eles têm o semblante amarrado e tenso de pessoas para quem as coisas não estão correndo do jeito que elas queriam. Foi ela a primeira a ter deixado a região de Cochabamba, em fevereiro de 2004.

O seu filho primogênito estava concluindo seus estudos secundários e ele queria seguir carreira no colégio militar. Mas, para tanto, é preciso pagar, "assim como por tudo na Bolívia: pela escola, pelo hospital, por tudo", insiste Hector. Em sua cidade, os salários miseráveis não lhes permitiam juntar dinheiro o bastante para fazer com que o seu filho pudesse estudar. Detentora do endereço de um conhecido da família em Madri, Elvira pegou o avião.

Ela começou trabalhando nos domicílios de particulares, das 8h às "23h ou meia-noite, eram eles que decidiam". A sua remuneração era de 600 euros (R$ 1.659) mensais, dos quais 150 euros (R$ 414,75) serviam para pagar o aluguel do seu quarto. "Fiquei nessa situação durante três meses, entre o choro o desespero", recorda-se. Ela acabou chamando o seu marido, que veio para ficar com ela, deixando os seus dois filhos entregues à própria sorte, cuidando deles mesmos.

Continue reading 'Os latinos no "melting pot" espanhol'


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Posted on 28 janeiro 2007 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   dezembro 14, 2006   


Newton Campos

Clique no link abaixo para ver o cartão de ano novo do IE.

http://multimedia.ie.edu/xmas07


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Posted on 14 dezembro 2006 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   novembro 24, 2006   


Newton Campos

Como ex-aluno responsável pelas atividades do IE no Brasil, ontem apresentei a Escola ao público soteropolitano num evento realizado no Hotel Mercure do bairro do Rio Vermelho, aqui em Salvador (sigo por aqui, amanhã aplicarei as provas do processo de admissão). Mais uma vez fui questionado sobre a questão da nacionalidade européia e o quão ela pode ou não ser importante numa recolocação profissional na Europa.

Decidi então escrever aqui sobre isso, mesmo porque nosso blog de ex-alunos brasileiros do IE já está recebendo cerca de 100 visitas diárias de pessoas interessadas em fazer uma pós-graduação ou curso de curta duração lá na Espanha.

Pois bem, em geral me fazem as seguintes perguntas relacionadas à nacionalidade:
1) Até que ponto facilita a empregabilidade na Europa o fato de possuir nacionalidade ou passaporte Europeu?
2) É verdade que um brasileiro sem nacionalidade européia pode trabalhar na Inglaterra automaticamente após um "top MBA"?
3) O curso fica mais barato para pessoas de cidadania européia?
4) Fica mais fácil obter empréstimos na Europa (e, portanto, pagar juros mais baixos) com a nacionalidade européia?

Minhas respostas:
1) Possuir nacionalidade e passaporte europeu facilitam MUITO a empregabilidade de um brasileiro na Europa hoje. Isso não significa que fica fácil encontrar um bom trabalho. O desemprego na Europa hoje é muito alto e as boas ofertas são tão dificeis de encontrar como aqui. Um brasileiro que tenha estudado em bons colégios e universidades no Brasil não vale muito para uma empresa européia mas se a pessoa combina o estudo em uma "top 5" com o devido job search feito após o curso não tenho dúvida que a tarefa de encontrar um bom trabalho fica muito mais simples.

O que acontece na realidade é que as grandes escolas sempre serão fonte de bons profissionais para grandes empresas. Existem muitas empresas que prezam o funcionário estrangeiro e gostam do latino americano. Mas os próprios brasileiros que possuem nacionalidade européia canibalizam o mercado oferecendo boa mão-de-obra sem problemas burocráticos. Ou seja, as empresas sabem que podem encontrar bons profissionais latinos saindo das grandes escolas e que boa parte deles possui nacionalidade européia (é bastante frequente um brasileiro, mexicano ou argentino possuir nacionalidade espanhola, portuguesa ou italiana). Por exemplo, dos candidatos brasileiros admitidos ao IE todos os anos, me arrisco a dizer que cerca de 1/3 possuem nacionalidade européia.

2) Sim, é verdade. Após a última reforma do sistema legal de imigração inglês, pessoas com título de MBA de uma das melhores escolas de negócios do mundo podem trabalhar na Inglaterra independente de suas nacionalidades. A lista das escolas - que não passa de 30 ou 40 está no site do governo que apresento a seguir. O IE obviamente é uma destas escolas. Este programa do governo britânico se chama HSMP - High Skilled Migration Program (clique aqui) e funciona através de um sistema de pontuação.

3) O curso não fica mais barato para cidadãos europeus. Me arrisco a dizer inclusive que as instituições que dão bolsas de estudo preferem destinar uma bolsa a uma pessoa de nacionalidade latina do que a um europeu. Neste momento é melhor pedir bolsas com a nacionalidade brasileira.

4) Não é mais fácil uma pessoa com nacionalidade européia conseguir um empréstimo num banco europeu do que uma pessoa sem nacionalidade. Neste momento temos que lembrar que os bancos funcionam em função do risco que o cliente traz no momento de pedir o empréstimo. Assim, o banco prefere emprestar dinheiro a pessoas que tenham boas garantias na Europa: imóveis, veículos, etc, independentemente da nacionalidade da pessoa.

O IE, por exemplo, possui acordo com uma instituição financeiro espanhola chamada Caja Madrid que proporciona empréstimos a alunos ADMITIDOS ao IE sem necessidade de garantia local. neste caso o banco pede que o favorecido pelo empréstimo adquira uma "carta fiança".


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   outubro 23, 2006   


Newton Campos

Reproduzo aqui um artigo de uma professora do IE publicado em diversos países sobre a Zara. Interessante.

El éxito de Zara
Profesora Rosario Silva, IE Business School

En 1975 se abrió la primera tienda Zara en una céntrica calle de la ciudad de La Coruña. Nadie podía imaginar que treinta años más tarde su fundador estaría en la lista Forbes de los hombres más ricos del planeta, y que su grupo, Inditex, sería la segunda empresa de distribución textil del mundo por capitalización bursátil, sólo superada por el grupo sueco H&M. Hoy nadie duda de que estamos ante una de las compañías mejor gestionadas y con un futuro más prometedor, aunque no exento de riesgos.

Para explicar su extraordinario crecimiento debemos hacer referencia a su modelo de negocio, que se caracteriza por su elevado grado de integración desde la fabricación a la distribución, y su alta centralización. Ambos aspectos le permiten responder con rapidez a los cambios en la demanda y así eliminar inventarios. Cada semana, desde la central de la empresa en Arteixo (La Coruña), se envían nuevos modelos a todas las tiendas; al principio en cantidades limitadas para evaluar la aceptación de las prendas. De esta aceptación depende que la prenda siga siendo fabricada y así evitar los stocks. A diferencia de sus principales rivales, que se abastecen en países asiáticos, Inditex sólo realiza el 30% de sus compras en Asia, y el resto lo produce en España, Portugal y Marruecos, lo cual proporciona una gran flexibilidad para trasladar las últimas tendencias de la moda a sus tiendas. Dada la volatilidad de los gustos y la incertidumbre de la demanda, esta característica confiere a su modelo de negocio menor riesgo en comparación con el de sus rivales, aunque también aumenta sus costes de aprovisionamiento.

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   maio 30, 2006   


Newton Campos

BRA começa a operar em junho para a Europa com vôos regulares

A companhia BRA começa a operar em junho os primeiros vôos regulares para fora do país. No dia 30 de junho a empresa inicia os serviços para Portugal e Espanha. São dois vôos semanais um para Lisboa, com saídas às sextas-feiras, e um para Madri, com saídas aos sábados. Ambos decolam do Aeroporto de Guarulhos, com escalas no Rio de Janeiro.

Para Lisboa, as passagens podem ser encontradas a partir de US$868. Para Madri, a partir de US$888. Outra opção são os pacotes turísticos oferecidos pela PNX Travel operadora de turismo do grupo para estes e outros quatro países da Europa, incluindo hospedagem e traslados. Os vôos serão operados por Boeings 767-300, com capacidade para 280 passageiros. Um total de 13 tripulantes farão a viagem.

"Temos bastante experiência em vôos internacionais por conta dos vôos chateres e fretamentos que fazemos há seis anos para a Europa. O lançamento das operações regulares intercontinentais faz parte do processo de expansão da BRA e comprova o acerto da estratégia da companhia ao comercializar passagens competitivas que garantam um maior acesso da população brasileira ao transporte aéreo", afirma Waldomiro Ferreira, diretor de Planejamento e Tráfego da BRA.

A empresa oferece também assentos com baixo nível tarifário. Segundo a BRA, quem fizer a reserva antecipada paga mais barato do que o passageiro que comprar na hora. A variação entre o menor e o maior preço não supera 50%. As informações são do site Mercado & Eventos.


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   abril 11, 2006   


Newton Campos

Estes são os 50 melhores restaurantes do mundo. O melhor é um espanhol (por supuesto!). Mas há um brasileiro, o restaurante paulista D.O.M, do chef Alex Atala, ficou na 50ª posição. Seis dos 50 melhores são restaurantes espanhóis.

LONDRES, 10 abr (AFP) - "El Bulli", um restaurante do nordeste da Espanha, foi eleito melhor do mundo nesta segunda-feira, pela segunda vez, ao ganhar o prêmio dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo,
em cerimônia no Museu de Ciências de Londres, que reuniu a nata da gastronomia mundial.

1 El Bulli, Espanha
2 The Fat Duck, Reino Unido
3 Pierre Gagnaire, França (Eleito pelos chefs)
4 French Laundry, EUA (Melhor restaurante da América/Norte e Sul)
5 Tetsuya, Austrália (Melhor restaurante de Austrália/Ásia)
6 Bras, França
7 Restaurant Le Louis XV, Mônaco
8 Per Se, Estados Unidos
9 Restaurante Arzak, Espanha
10 Mugaritz, Espanha
11 Can Fabes, Espanha

12 Nobu, Reino Unido
13 Gambero Rosso, Itália
14 Gordon Ramsay, Reino Unido
15 Restaurant Alain Ducasse, França
16 Jean Georges, Estados Unidos
17 Le Cinq, França
18 Daniel, Estados Unidos
19 Oud Sluis, Holanda
20 Chez Panisse, Estados Unidos
21 El Celler de Can Roca, Espanha
22 L'Astrance, França
23 Hof van Cleve, Bélgica
24 La Maison Troisgros, França
25 L'Atelier, França
26 Charlie Trotter's, Estados Unidos
27 Le Gavroche, Reino Unido
28 La Colombe, África do Sul (Melhor restaurante do Oriente Médio/África)
29 Enoteca Pinchiorri, Itália
30 Rockpool, Austrália
31 Le Calandre, Itália
32 Le Bernardin, Estados Unidos
33 Noma, Dinamarca
34 Restaurant Dieter Muller, Alemanha
35 St John, Reino Unido
36 Hakkasan, Reino Unido
37 Martin Berasategui, Espanha
38 Le Quartier Francais, África do Sul
39 Chez Dominique, Finlândia
40 L'Ambroisie, França
41 Die Schwarzwaldstube, Alemanha
42 Dal Pescatore, Itália
43 Bocuse, França
44 L'Arpège, França
45 Gramercy Tavern, Estados Unidos
46 Bukhara, Índia
47 De Karmeliet, Bélgica
48 Oaxen, Suécia
49 Comme Chez Soi, Bélgica
50 D.O.M., Brasil


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   março 17, 2006   


Newton Campos



Em uma cidade do interior, viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia.
Uma era freira e a outra, taxista. Quis o destino que morressem no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-as.
- O teu nome?
- Flávia
- A freira?
- Não, a taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica com fios de ouro.
- Pode entrar.
A seguir...
- O teu nome?
- Flávia
- A freira?
- Sim, eu mesma.
- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho. Pode entrar.
A religiosa diz:
- Desculpe, mas deve haver engano.
- Eu sou Flávia, a freira!
- Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho...
- Não pode ser! Eu conheço a outra, Senhor. Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre! Subia as calçadas, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões dos policiais. E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta?
- Não há nenhum engano - diz São Pedro. É que, aqui no céu, adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na Terra...
- Não entendo!
- Eu explico: Já ouviu falar de Gestão por Resultados? Agora nos orientamos por objetivos e observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam!!
- Resultado é o que importa!


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   março 16, 2006   


Newton Campos

De acordo com uma pesquisa da consultoria Nielsen/NetRatings, cerca de 95,5 milhões de internautas já navegam por conexões de banda larga nos Estados Unidos.
por Alexandre Barbosa

SÃO PAULO - Se no Brasil o número de usuários de banda larga patina em torno de 3, 4 milhões de usuários, nos EUA já são quase 100 milhões de pessoas. Lá, num mercado em que quase 2/3 dos internautas navegam por conexões de banda larga, os consumidores se beneficiam da competição que derruba os preços de serviços DSL para cerca de US$ 15 mensais.

Com mais velocidade de conexão, os usuários tendem a ficar mais tempo online, gastando cerca de 30 horas online por mês contra 25,5 horas em 2003.

Os números se referem aos dados de 2005 e foram apurados pela consultoria Nielsen/NetRatings, mostrando um crescimento de 28% em relação a 2004 no número de usuários de banda larga, chegando a 95,5 milhões de usuários.

Também colaborou para esta expansão a maior disponibilidade de conteúdos como música e vídeo, o que estimulou os usuários a migrarem das conexões discadas para links mais velozes. Nos EUA, 74% da população têm acesso à internet.


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   fevereiro 21, 2006   


Newton Campos

Global Warming: We are past the point of no return
By Michael McCarthy (January, 2006 - The Independent)

The world has already passed the point of no return for climate change, and civilisation as we know it is now unlikely to survive, according to James Lovelock, the scientist and green guru who conceived the idea of Gaia - the Earth which keeps itself fit for life.

In a profoundly pessimistic new assessment, published in today's Independent, Professor Lovelock suggests that efforts to counter global warming cannot succeed, and that, in effect, it is already too late.

The world and human society face disaster to a worse extent, and on a faster timescale, than almost anybody realises, he believes. He writes: "Before this century is over, billions of us will die, and the few breeding pairs of people that survive will be in the Arctic where the climate remains tolerable."

In making such a statement, far gloomier than any yet made by a scientist of comparable international standing, Professor Lovelock accepts he is going out on a limb. But as the man who conceived the first wholly new way of looking at life on Earth since Charles Darwin, he feels his own analysis of what is happening leaves him no choice. He believes that it is the self-regulating mechanism of Gaia itself - increasingly accepted by other scientists worldwide, although they prefer to term it the Earth System - which, perversely, will ensure that the warming cannot be mastered.

This is because the system contains myriad feedback mechanisms which in the past have acted in concert to keep the Earth much cooler than it otherwise would be. Now, however, they will come together to amplify the warming being caused by human activities such as transport and industry through huge emissions of greenhouse gases such as carbon dioxide (CO2 ).

It means that the harmful consequences of human beings damaging the living planet's ancient regulatory system will be non-linear - in other words, likely to accelerate uncontrollably.

He terms this phenomenon "The Revenge of Gaia" and examines it in detail in a new book with that title, to be published next month.


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Posted on 21 fevereiro 2006 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   fevereiro 20, 2006   


Newton Campos

Top experts help us plot four scenarios that show where the company's geniuses may be leading it--and, perhaps, all of us.
By Chris Taylor - February, 2006

(Business 2.0) - We all know that the company Sergey Brin and Larry Page founded a mere eight years ago is one of the new century's most cunning enterprises. If there were any lingering doubts, 2005 erased them. Google's sales jumped an estimated 50 percent to $6 billion, its profits tripled to a projected $1.6 billion, and Wall Street answered with an unprecedented vote of confidence: a $120 billion market cap, a share price soaring above $400, and a price/earnings ratio close to 70.

Scenario 1 (Circa 2025): Google Is The Media
Google TV, Google Mobile and the rise of e-paper create the perfect storm.
Some say it began with the launch of Google News, the company's first media aggregation site, in 2002. Others point to Google Book Search, completed in 2007 despite cries of foul play from the publishing industry.[1] But those were just trial runs. Google took its first real step toward media dominance in 2008, when it bought an obscure cable network for $3 billion and transformed it into Google TV.[2] The library of video content the company had been archiving for years was now searchable via remote control. Viewers could choose any show they wanted from the history of TV; all they had to do in return was sit through just one commercial before each show, and then vote with their remotes on how relevant they found the ad.

That's a huge bet on future growth that seems unthinkable during the postbubble period. But in Google's case, the exuberance is rational. That's because Brin, Page, and CEO Eric Schmidt cornered online advertising: They've made it precision-targeted and dirt cheap. U.S. companies still devote more ad dollars to the Yellow Pages than to the Internet (which accounts for less than 5 percent of overall ad spending). Yet Americans now spend more than 30 percent of their media-consuming time surfing the Web. When the ad dollars catch up to the trend, a mountain of cash awaits, and Google is positioned like no one else to scoop it up.

Even if Google has to share that payday with rivals like Microsoft and Yahoo, the company has an edge, with storage space and sheer processing power--an estimated 150,000 servers and counting--that will enable it to do just about anything it wants with the Web. And boy, does this company want. It signed up about eight new hires per day in 2005--a lot of them from Microsoft, many among the smartest people on the planet at what they do. Google is on track to spend more than $500 million on research and development in 2006, and last year it launched more free products in beta than in any previous year (see opposite page). Name any long-term technology bet you can think of--genome-tailored drugs, artificial intelligence, the space elevator--and chances are, there's a team in the Googleplex working on an application.

Which raises the most widely debated question in business: What kind of company will Google become in the coming decades? Will it succumb to hubris and flame out like so many of its predecessors? Or will it grow into an omnipresent, omnipotent force--not just on Wall Street or the Web, but in society? We put the question to scientists, consultants, former Google employees, and tech visionaries like Ray Kurzweil and Stephen Wolfram. They responded with well-argued, richly detailed, and sometimes scary visions of a Google future. On the following pages, we've compiled four very different scenarios for the company. Each details an extreme, but plausible, outcome. In three of them, Google attains monopolistic power, lording over the media, the Internet, and scientific development itself. In the fourth, Google withers and dies. That may seem unthinkable now, but nobody is immune to arrogant missteps. Not even today's smartest business minds. --Additional reporting by Paul Kaihla and Erick Schonfeld

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   fevereiro 08, 2006   


Newton Campos

Demanda de empresas por cursos a distância dobrou em 2005
Custo para qualificar profissionais é 20% menor que o tradicional

De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), o ensino a distância cresceu 1.060% entre 2000 e 2004. A demanda de empresas por cursos customizados online na Fundação Getúlio Vargas também dobrou entre 2004 e 2005, sobretudo, pelo custo que é 20% menor do que o dos cursos tradicionais.

O Programa FGV Online tem atualmente 2.250 alunos corporativos em MBAs e cerca de 1.000 em cursos livres. O diretor do Programa de Ensino a Distância da FGV, Carlos Longo, explica que o custo dos cursos online é muito menor, mas que a empresa ganha mesmo é no custo de oportunidade.

- A companhia não precisa gastar dinheiro com passagem aérea e hospedagem para reunir funcionários de diversas sedes em uma sala de aula. Com o ensino a distância, é possível oferecer um treinamento direcionado a uma grande quantidade de pessoas localizadas em diversas cidades simultaneamente", comenta.

Cada vez mais as empresas preferem substituir o gasto com bolsas de estudo por investimentos em cursos customizados a distância, já que nesses programas tém a opção de decidir o enfoque que mais se alinhe Á  estratégia de seus negócios e com menor custo.

O FGV Online foi reconhecido como Referéncia Nacional em EAD no E-Learning Brasil de 2005 e mantém parcerias com 25 empresas atualmente, entre as quais: Bradesco, Roche, Sul América, Schering Plough, além do Banco Central, BNDES, Eletropaulo e Embrapa. Só do Banco do Brasil, o Programa de Ensino a Distância prepara 2.100 alunos.

Só em 2005, o FGV Online teve mais de 200 alunos inscritos no curso de MBA Executivo em Administração de Empresas, sendo que, vários desses alunos são brasileiros residentes no exterior. Entre seus clientes corporativos, estão empresas como Banco do Brasil, Companhia Vale do Rio Doce, Bradesco, Basf e Roche. Em parceria com o BNDES desde 2003, promovemos o treinamento de 25 mil agentes financeiros que comercializam as linhas de credito do banco estatal.

Com o auxílio da Internet, vídeo conferéncia e transmissão via satélite, oferecemos cursos de longa, média e curta duração em Direito, Gestão Empresarial e Docéncia. Nosso MBA em Administração de Empresas a distância foi aprovado pelo MEC desde 2003, e hoje é oferecido com énfase em quatro áreas: Gestão, Marketing, Recursos Humanos e Meio Ambiente.


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   fevereiro 07, 2006   


Newton Campos

I took this interview from the intranet of the IIM Indian Institute of Management alumni Club in India. In the end of 2005 the analyst Tim Beyers spoke with Paul Saffo, director of the Institute for the Future, about what to expect in 2016. Some of the keywords are: robotics, social networks, green movements, spanish language in America, open source softwares, Asian manufacturing...

Tim Beyers: Paul, thanks very much for making time today. Before we get started I'd appreciate it if you'd give us an introduction to what you do and how you do it.

Paul Saffo: Sure. I am a long-range forecaster.

Tim Beyers: What does that mean, exactly?

Paul Saffo: I don't predict; rather, my focus is about understanding uncertainty and translating uncertainty into a meaningful view of what may lie ahead. The Institute is a 35-year-old research foundation dedicated to long-range forecasting and, in particular, the intersection of technology and its impact on society. So, I do spend a lot of time looking at technology, though it is not my exclusive focus.

Continue reading 'Paul Saffo: What to expect to 2016'


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Posted on 7 fevereiro 2006 in Economia & Carreiras, Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   janeiro 03, 2006   


Newton Campos

Sou Newton, responsavel pelas atividades do IE no Brasil. Neste momento estou na China em viagem de ferias. Embora esteja agora num hotel em Pequim (Beijing) na semana passada estive varios dias em Xangai e quero dividir com voces ex-alunos e interessados no IE sobre a experiencia que tive ao visitar o escritorio do IE nesta cidade.

Para comecar, Xangai eh um centro financeiro impressionante, lembrando muito Nova Iorque, com diversas torres de mais de 60 andares muitos bairros elegantes e cheios de vida e comercio.

O escritorio do IE fica numa destas avenidas importantes, sendo muito facilmente localizado. Embora nao tenha muito contato com eles percebi que enfrentamos os mesmos tipos de desafios no Brasil e na China. As duvida com os diversos programas oferecidos pelo IE sao similares e o reconhecimento (ou nao reconhecimento) de marca tambem e' similar. Fiquei muito contente porem em constatar que o mesmo grande trabalho que fazemos no Brasil ou no Mexico por exemplo esta sendo feito aqui, de forma que nao tenho duvida que o IE e a rede de ex-alunos estao se beneficiando muito das atividades internacionais dos escritorios.

Quando voltar ao Brasil publico fotos e comento mais sobre as atividades do IE na China.


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Posted on 3 janeiro 2006 in Notícias do IE, Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   dezembro 24, 2005   


Newton Campos

Amigos,

Para fechar o ano, segue no link abaixo uma lista dos 50 pensadores mais influentes na administração. Há um brasileiro, Ricardo Semler, em 37º.

Curiosamente, Scott Adams, o criador do Dilbert ficou em decimo segundo.

http://www.thinkers50.com/?page=home


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Posted on 24 dezembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   dezembro 10, 2005   


Newton Campos

Por Mike Ricciuti*

Nicholas Negroponte, o co-fundador do Media Lab no Massachusetts Institute of Technology, detalhou as especificações de um laptop de US$100 destinado Á  crianças de países em desenvolvimento.

Negroponte, que demonstrou sua proposta no Fórum EconÁ´mico Mundial em Davos, Suíça, em janeiro, afirmou que o MIT e seu grupo sem fins lucrativos, chamado One Laptop Per Child, está em negociação com cinco países â?? Brasil, China, Tailândia, Egito e África do Sul â?? para distribuir cerca de 15 milhões de sistemas para as crianças.

Além disso, o estado de Massachusetts está trabalhando em parceria com o MIT num plano para distribuir os laptops para as crianças que estão na escola, disse Negroponte.

"Isso é a coisa mais importante que eu já fiz na minha vida", disse ele na quarta-feira durante uma apresentação na Technology Review's Emerging Technologies Conference no MIT. "A recepção tem sido incrível. A idéia é simples. Á? um projeto de educação, e não um projeto de laptops. Se conseguirmos melhorar a educação â?? principalmente de escolas primarias e secundarias â?? teremos um mundo melhor".

Ele disse que o objetivo do projeto é fazer a idéia de um PC barato um movimento que aumentará em popularidade, como o sistema operacional Linux ou a enciclopédia online gratuita Wikipedia. "Isso é educação de código aberto. Á? um fator importante".

Negroponte disse que a idéia é que os governos paguem em torno de US$100 pelos laptops, e os distribuam gratuitamente aos estudantes.

De acordo com o projeto, as maquinas terão um processador de 500Mhz, 1GB de memória, e um display inovador que pode ser em modo FULL-COLOR, ou preto e branco. O display faz do laptop "tanto um livro eletrÁ´nico quanto um computador", conclui Negroponte.

Um modelo de display sendo considerado flat e flexível tem sido desenvolvido no Media Lab da MIT. Negroponte disse que a tecnologia pode ser usada para produzir displays de 10 centavos por polegada quadrada. "O objetivo é um display de 12 polegadas por $12 com um consumo quase nulo".

A energia elétrica será fornecida por corrente elétrica convencional, bateria ou por um gerador acoplado aos notebooks, já que muitos países que serão favorecidos não possuem energia.

As maquinas, que rodarão uma versão do sistema operacional Linux, e também outros aplicativos, alguns desenvolvidos por pesquisadores da MIT, como também outros aplicativos de terminados países. "O software ficou muito gordo e não dá para confiar, então escolhemos começar com Linux", disse ele.

Para a conectividade, os sistemas terão conexões Wi-Fi e telefone celular, e incluirá quatro portas USB, junto com um "mesh networking" integrado, um conceito peer-to-peer que permite que diferentes máquinas compartilhem uma única conexão de internet.

"Em países emergentes, o fator não é conectividade", ele disse. "Isso era o problema, mas há muitas pessoas trabalhando nisso, (graças Á ) competitividade global. Mas para a educação, o bloqueio é o laptop".

Cinco empresas estão trabalhando com o MIT para desenvolver entre 5 a 15 milhões de unidades de teste esse ano: Google, Advanced Micro Devices, News Corp., Red Hat e BrightStar, citou Negroponte. Ele disse que o objetivo atual é produzir de 100 a 150 milhões de unidades até 2007.

Enquanto o primeiro objetivo do projeto é trabalhar com governos, Negroponte disse que o MIT está considerando a idéia de licenciar o projeto ou disponibiliza-lo a uma outra empresa para a construção de versões comerciais do seu PC. "Essas unidades podem ser disponibilizadas por $200, e $20 ou $30 voltará para nós fazermos os laptops para as crianças. Ainda estamos trabalhando nisso", ele concluiu.

Outras empresas já lançaram PCs de custo baixo no passado, mas o projeto da MIT tem tudo para ser o mais ambicioso. Ano passado, a Advanced Micro Devices anunciou planos para seu Personal Internet Connector â?? um protótipo custando pelo menos $185, sem monitor. E uma companhia indiana chamada Novatium disse que seus planos eram oferecer um PC por $70 ou $75.

Além disso, a Microsoft chamou a atenção para o desenvolvimento de PCs a $100 para países em desenvolvimento, é esperar para ver.

*© CNET News.com


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Posted on 10 dezembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   novembro 16, 2005   


Newton Campos

O ex-aluno do IE Instituto de Empresa e responsável pelas atividades da Escola no Brasil Newton Campos concedeu uma entrevista Á  PodCasting Brasil durante a Expo Management ocorrida na semana passada em São Paulo. Confira, ouvindo a entrevista de 12 minutos no endereço abaixo:

www.hsmpodcasting.com.br/podcasts/em2005

Ferramenta importantíssima para líderes empresariais na geração de novos negócios, a construção da rede de contatos ou networking foi o tema da palestra de Newton Campos no Expo Management. O diretor do IE Instituto de Empresa Business School no Brasil fala a Olavo Oliveira sobre as características que levam um executivo a ter maior facilidade para construir e manter uma rede de relacionamentos.


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Posted on 16 novembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   novembro 08, 2005   


Newton Campos

Divertido. Segundo "estudiosos da imigração internacional", o mapa da Europa será alterado brevemente e alguns países ganharão novos nomes. Eu, pessoalmente, mudaria o nome da Espanha para "Nueva Colombia" ou "España Equatorial". Gostei do "North Pakistan", hahahaha.


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Posted on 8 novembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (1)

   novembro 01, 2005   


Newton Campos

Madri é a capital mais barata da eurozona, diz estudo.
BBC Londres

Londres - Londres é a cidade mais cara da Europa, segundo pesquisa do banco de investimentos Dresdner Kleinwort Wasserstein publicada nesta segunda-feira.

O estudo mostra que o custo de uma cesta de 250 produtos e serviços em Londres é 5,3% mais alto do que a média nos 12 países que adotaram o euro como moeda.

Paris é a segunda cidade mais cara da Europa, com custo 1,3% acima da média da zona do euro, seguida de Frankfurt, na Alemanha, e Bruxelas, na Bélgica, de acordo com a pesquisa.

Madri é a cidade mais barata da eurozona, com o custo desses 250 produtos 2,5% abaixo da média da região, segundo o estudo.

A pesquisa constatou que Varsóvia, na PolÁ´nia, é a cidade mais barata em toda a União Européia. e acordo com o estudo, Varsóvia é 21,7% mais barata do que a média da zona do euro.

Segundo a pesquisa, a diferença de preços entre as cidades européias está diminuindo. Outra pesquisa, publicada em junho, constatou que Londres é a terceira cidade mais cara do mundo, principalmente devido aos custos de transporte e de habitação. Em primeiro e segundo lugares estavam as cidades japonesas de Tóquio e Osaka.


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Posted on 1 novembro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (1)

   outubro 31, 2005   


Newton Campos

Terminado há pouco mais de um més o período de férias no hemisfério norte, empresas ".com" norte-americanas divulgam esta interessante estatística.

35 millones de consumidores utilizaron los buscadores on line para planificar sus viajes
Fonte: Diario IPMark

Media Contacts, comScore Networks y Yahoo! han hecho pública una investigación conjunta que cuantifica el impacto de los buscadores on line en el gasto doméstico en viajes. Este estudio de hábitos, que comenzó en abril de 2005, ha examinado el proceso de búsqueda, visita y compra on line de los consumidores durante ocho semanas.

Según el estudio, realizado en el mercado estadounidense, 35 millones de consumidores utilizaron un buscador on line para comenzar a planificar su viaje. Los que compraron finalmente través de la Web se gastaron, durante estas ocho semanas de análisis, 6,6 billones de dólares.

Entre los 35 millones de consumidores que buscaban un viaje en abril de 2005, casi un tercio terminó contratándolo, bien on line, bien off line, dentro del periodo de las ocho semanas trascurridas desde la búsqueda inicial. Entre estos compradores, el 80% completó la compra de su viaje en Internet. El hecho de que el 20% de estos compradores completaran en última instancia la compra off line, subraya la influencia de la búsqueda on line en todos los canales de compra.

Se ha observado que los consumidores que utilizan la Web para organizar sus viajes realizan un gran número de consultas y clickan en una gran cantidad de links por cada consulta. Los que compraron finalmente sus viajes, realizaron una media de 5,4 búsquedas y clickaron en unos 7,8 links dentro de cada página visitada. Una búsqueda significativamente mayor que los que no llegaron a comprar: 3, 4 búsquedas y 5, 2 links relacionados.


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Posted on 31 outubro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   outubro 23, 2005   


Newton Campos

10% da população já comprou na Web, diz estudo
Pesquisa do Instituto ACNielsen ouviu 21.100 internautas pelo mundo
Thomas Crampton, em Paris

Aproximadamente 10% da população mundial, mais de 627 milhões de pessoas, já fez compras pela Internet pelo menos uma vez, segundo determinou a ACNielsen em um estudo divulgado nesta quarta-feira (19/10).

"Nós queríamos saber até aonde a Internet tinha ido além da simples troca de informações; ficamos extremamente surpresos", disse Bhawani Singh, diretor de pesquisa de consumo da ACNielsen Europa. "Esse meio é muito maior que imaginávamos, e está claro que muitos comerciantes não estão explorando todo seu potencial."

O estudo foi conduzido em maio com 21.100 internautas em 38 países na Europa, Ásia, América do Norte, América Latina e África do Sul. Os entrevistados responderam perguntas sobre suas experiéncias de compras online, em termos de freqÁ¼éncia, métodos de pagamento e compras preferidas.

A maior incidéncia de compras ocorreu na Alemanha, Áustria e Reino Unido, onde ao menos 98% dos usuários de Internet tinham efetuado compras online. Dois terços dos usuários da Web nesses países disseram que tinham feito compras pela Internet nos últimos 30 dias. Os EUA ficaram em 11º lugar em termos de compras online, com 89% dos usuários tendo comprado algo on-line.

Na Ásia, o estudo revelou que o alto nível de penetração da Internet não necessariamente se traduz em compras freqÁ¼entes na Internet. Os consumidores online da Coréia do Sul, uma das populações mais conectadas do mundo, fizeram em média quatro compras no último més, enquanto os consumidores de Cingapura, Taiwan e China efetuaram de cinco a seis compras no último més.

A América Latina demonstrou o mais baixo nível de freqÁ¼éncia de compras. Os usuários declararam ter feito apenas trés compras no último més.

Os europeus demonstraram uma tendéncia a comprar mais freqÁ¼entemente do que os norte-americanos. Consumidores online na Europa fizeram em média cinco compras em abril, enquanto os consumidores norte-americanos fizeram em média quatro compras.

"A cultura do shopping nos EUA pode explicar porque a compra online não atingiu os níveis da Europa", disse Singh. "O ambiente comercial na Europa dificulta a compra."

A pornografia foi citada como um dos negócios de maior sucesso online, mas Singh disse que sua companhia decidiu não pesquisar o tópico, pois as pessoas provavelmente não responderiam com honestidade.

"Também acreditamos que os consumidores online gastam mais tempo vendo pornografia do que adquirindo material pornográfico", disse Singh. "A quantidade de dinheiro gasto em livros e DVDs é muito, muito maior do que qualquer outra coisa."

"Vocé pode ver tendéncias claras por idade e país", disse Singh. "Pessoas mais jovens compram mais DVDs e vídeo games do que livros, e a compra de música online está passando dos CDs para downloads diretos para tocadores de MP3".

O item mais comprado variou enormemente de país para país, com mais da metade dos sul-coreanos e chineses colocando o livro como sua principal compra. Bilhetes aéreos foram a compra mais comum na Malásia, Cingapura e Austrália. Mais de um terço dos consumidores online na Coréia do Sul compraram cosméticos e suprimentos nutricionais, comparados com uma média mundial de apenas 10%.

No total, cartões de crédito e transferéncias bancárias foram a forma de pagamento mais popular da Europa. Na China, o pagamento em dinheiro na hora da entrega foi o método de pagamento mais popular, seguido de transferéncia bancária.

Apesar de a Internet ser freqÁ¼entemente considerada um meio mais usado por homens do que por mulheres, o sexo dos consumidores online é equilibrado: fizeram compras 80% de homens e 74% das mulheres conectados. A pesquisa observou um número um pouco maior de mulheres do que de homens fazendo compras na China, Taiwan, Suécia e Áustria.

A principal lição que Singh viu para os comerciantes é que provavelmente estão perdendo oportunidades.

"Uma pequena loja on-line pode superar uma grande loja na rua, fornecendo uma experiéncia de compra similar ou melhor on-line", disse Singh.

"Esta nova raça de consumidores está armada com muito mais informação do que no passado."


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Posted on 23 outubro 2005 in Curiosidades | Permalink | Comments (0)

   outubro 17, 2005   


Newton Campos

Apenas como curiosidade.
De acordo com a revista norte-americana Consulting, estas são as melhores empresas do setor para se trabalhar:

Bain & Company
McKinsey & Company
Boston Consulting Group
Booz Allen Hamilton
Kurt Salmon Associates
Pittiglio Rabin Todd and McGrath
Sapient Corp.
Milliman USA
Mercer Management Consulting
DiamondCluster International