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       <title>IE Brazilian Place - Instituto de Empresa Business School</title>
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 <modified>2008-08-21T17:59:22Z</modified>
   <tagline>Português: Ponto de encontro entre alunos e ex-alunos brasileiros de uma das melhores Business Schools do Mundo. O idioma principal desta comunidade é o Português, mas o Inglês e o Espanhol também são aceitos.
English: This is the place where present and former IE brazilian students meet each other. Feel free to become part of this network. The main language used in this community is the Portuguese but you can also use English and Spanish.
Español: Este es el sitio donde los actuales alumnos y antiguos alumnos brasileños del IE se encuentran. Sientase libre para participar de esta comunidad. El idioma principal de esta comunidad es el Portugués pero puedes participar también en Inglés o Español.</tagline>
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       <copyright>Copyright (c) 2008, newtoncampos</copyright>
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                       <title>&quot;Top 10&quot; em duas metodologias - Instituto de Empresa Business School</title>
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                      <summary type="text/plain">Embora o IE não ligue muito para os rankings, achei interessante uma notícia que saiu numa revista mexicana recentemente (Expansión Educación). Eles fizeram uma comparação entre os resultados dos rankings do jornal Financial Times e da revista The Economist para o ano de 2008, comparando as diferentes metodologias utilizadas por dois dos principais rankings auditados do mundo. Somente 4 escolas saíram top 10 em ambas as publicações e o IE foi uma delas. Muito legal!...</summary>
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                     <dc:subject>Artigos sobre MBA</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Embora o IE não ligue muito para os rankings, achei interessante uma notícia que saiu numa revista mexicana recentemente (<a href="http://www.cnnexpansion.com/">Expansión</a> Educación). Eles fizeram uma comparação entre os resultados dos rankings do jornal <strong>Financial Times</strong> e da revista <strong>The Economist</strong> para o ano de 2008, comparando as diferentes metodologias utilizadas por dois dos principais rankings auditados do mundo. Somente 4 escolas saíram top 10 em ambas as publicações e o IE foi uma delas. Muito legal!<br />
<img alt="Top10.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/Top10.jpg" width="590" height="359" /></p>]]>        
                      
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                       <title>Notícia sobre o IE no Jornal do Brasil - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-07-30T19:55:32Z</modified>
                    <issued>2008-07-30T19:53:50Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Brasileiros na Espanha, estudando O IE Business School, escola de negócios de Madri, terá mais alunos nos programas de MBA by Sérgio Aguiar Matos O Brasil parece estar mesmo em moda no exterior. Pelo menos do ponto de vista de programas educacionais em países estrangeiros, o brasileiro desponta como candidato valorizado. Habilidade intercultural, espírito empreendedor e criatividade são virtudes tipicamente associadas ao perfil do brasileiro que decide estudar lá fora. E é em busca deste DNA que está o Instituto de Empresa (IE), uma escola de negócios global de ponta, com base em Madri, e com representações administrativas em mais...</summary>
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                         <![CDATA[<p><strong>Brasileiros na Espanha, estudando</strong><br />
O IE Business School, escola de negócios de Madri, terá mais alunos nos programas de MBA<br />
<em>by Sérgio Aguiar Matos</em></p>

<p>O Brasil parece estar mesmo em moda no exterior. Pelo menos do ponto de vista de programas educacionais em países estrangeiros, o brasileiro desponta como candidato valorizado. Habilidade intercultural, espírito empreendedor e criatividade são virtudes tipicamente associadas ao perfil do brasileiro que decide estudar lá fora. E é em busca deste DNA que está o Instituto de Empresa (IE), uma escola de negócios global de ponta, com base em Madri, e com representações administrativas em mais de 25 países do globo.</p>

<p>Quem sustenta o interesse distinto pelo Brasil, nos objetivos internacionais da escola, é o professor Gonzalo Garland, diretor de relações internacionais do IE. Para ele, o momento que o Brasil vive é muito importante aos olhos do mundo.</p>

<p>– O país possui uma economia estável e dinâmica e o desenvolvimento têm dados sinais de sensível expansão nos últimos anos. Por causa disso, o Brasil é prioridade nas agendas e nos planejamentos da Europa e do mundo. Temos procurado por mais brasileiros – afirma o professor, que esteve este mês em São Paulo para tratar justamente de assuntos de recrutamento e seleção de candidatos brasileiros.</p>

<p><strong>Cursos</strong></p>

<p>Hoje, nos diversos cursos oferecidos pelo IE, os brasileiros ocupam 28 vagas. Para o exercício acadêmico de 2009, deverão ser 35. Para tanto, o escritório da entidade no Brasil, situado em São Paulo, realiza um trabalho de recrutamento em todo o País, que inclui divulgação de oportunidades acadêmicas, entrevistas com candidatos e dinâmicas de seleção.</p>

<p>– No ano passado, 128 candidatos concorreram às vagas na escola. Este ano, deveremos ter algo em torno de 140 candidatos – aponta Newton Campos, ex-aluno do Instituto de Empresa e representante da escola no Brasil.</p>

<p><strong>MBA</strong></p>

<p>A modalidade mais concorrida por alunos internacionais da escola, que em média têm cerca de 30 anos, é o programa de MBA. Além dos atributos já mencionados, o brasileiro interessado em realizar o curso tem de ter boa qualificação acadêmica, inglês fluente e experiência de mercado. Como 75% das disciplinas são ministradas em inglês, dada à filosofia de escola global, o domínio do idioma espanhol não é critério de seleção. Exames de proficiência em matérias diversas do conhecimento humano também são exigidos.</p>

<p><strong>Educação à distância</strong></p>

<p>O IE dispõe ainda de programas educacionais à distância. Conhecido como "programa conjugado", trata-se de cursos cujo conteúdo é dividido entre aulas presenciais e à distância.</p>

<p>– No início, víamos com certo ceticismo esses módulos de conhecimento pela internet. Contudo, os resultados se mostraram surpreendentes: satisfação dos alunos, interação e comprometimento dos estudantes de diversas partes do mundo pela rede e absorção de conhecimento tão ou mais eficiente daqueles módulos presenciais – declara o professor Gonzalo Garland.</p>

<p>Para o professor do IE, no entanto, a competitividade dos alunos formados pela escola de Madri é a orientação programática dos cursos.</p>

<p>– Todas as atividades são calcadas na realidade do mercado. Todo o curso tem como norte o mundo dos negócios, a eficiência de gestão de capital, o empreendedorismo exercido. Estamos colados no cotidiano e nos desafios das empresas – explica.</p>

<p><strong>Uma das 10 mais</strong></p>

<p>O IE é uma escola de negócios espanhola, com sede em Madri, criada em 1973 por Diego de Alcázar. Considerada uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist e Forbes, o IE busca inserir-se como uma escola internacional com presença em todos os continentes. A escola tem mais de 35 mil alunos formados e reúne cursos em áreas diversas como administração de empresas, direito, comunicação, arquitetura, psicologia e artes – nos diferentes níveis de educação (graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado).</p>]]>        
                      
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                       <title>IE Business School e FGV-SP organizam curso para executivos de Cingapura - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-07-21T22:02:50Z</modified>
                    <issued>2008-07-21T21:47:37Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Quinze executivos do setor público e privado de Cingapura participam em um programa de investimentos para o processo de internacionalização das economias latino-americanas São Paulo, 15 de julho de 2008 – Os mercados latino-americanos interessam cada vez mais à Ásia. Sua força em matérias-primas, seus mercados internos emergentes e a estabilidade macroeconômica, além de seus processos de abertura comercial ao exterior tanto regional como globalmente, estão despertando o interesse dos empresários asiáticos na região. Com esta realidade como cenário e dentro da Aliança de Escolas de Negócios Íbero Americanas Sumaq, o IE Business School e a Fundação Getúlio Vargas de...</summary>
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                     <dc:subject>Notícias do IE</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p><em>Quinze executivos do setor público e privado de Cingapura participam em um programa de investimentos para o processo de internacionalização das economias latino-americanas</em></p>

<p><strong>São Paulo, 15 de julho de 2008</strong> – Os mercados latino-americanos interessam cada vez mais à Ásia. Sua força em matérias-primas, seus mercados internos emergentes e a estabilidade macroeconômica, além de seus processos de abertura comercial ao exterior tanto regional como globalmente, estão despertando o interesse dos empresários asiáticos na região.</p>

<p>Com esta realidade como cenário e dentro da Aliança de Escolas de Negócios Íbero Americanas <a href="http://www.sumaq.org">Sumaq</a>, o <a href="http://www.ie.edu">IE Business School</a> e a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo organizaram para o <a href="http://www.iesingapore.gov.sg">International Enterprise Singapur</a>, órgão de promoção econômica do país asiático, o curso “Executive Management Program on Latin America”.</p>

<p><img alt="Singapur.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/Singapur.jpg" width="450" height="300" /></p>

<p>Este curso de formação executiva, desenvolvidas a pedido do órgão público de Cingapura, contou com a participação de 15 altos diretores de empresas públicas e privadas asiáticas. Durante 5 dias os executivos realizaram uma imersão na realidade econômica da região que, em conjunto, apresenta um PIB de 3 trilhões de dólares, com o dobro da população dos Estados Unidos, o que se consideraria a terceira economia do mundo. </p>

<p>“As relações entre a Ásia e a América Latina estão crescendo devido ao surgimento, em ambas as regiões, de uma classe média cada vez maior e mais sólida. As oportunidades para ambas as regiões e para os atores europeus que saibam aproveitar este novo fluxo comercial e econômico são muito importantes.” Afirma Antonio Montes, diretor geral da <a href="http://www.sumaq.org">Aliança Sumaq</a> de Escolas de Negócios.</p>

<p>O curso combinou palestras e conferências com foco especial nas economias do México e do Brasil, com visitas a empresas como Embraer e Natura e o contato e atividades de networking entre os empresários do Brasil e Cingapura. Entre os professores que participaram do evento está Gonzalo Garland, diretor de Relações Externas do IE Business School e professor de economia.</p>

<p><img alt="Garland peq.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/Garland%20peq.jpg" width="202" height="302" /></p>

<p>“A crise está afetando muito menos em termos de PIB, consumo e empréstimos às economias asiáticas e íbero-americanas que as européias e norte-americanas, portanto, estar presente nestes fluxos emergentes de comércio será vital para o futuro de qualquer corporação e empresa” apontou Garland.</p>]]>        
                      
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                       <title>Reunião de ex-alunos + Coquetel de despedida novos alunos - Instituto de Empresa Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008/07/reuniao_de_exal.php" />
                    <modified>2008-07-13T21:49:31Z</modified>
                    <issued>2008-07-13T21:40:56Z</issued>
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                    <created>2008-07-13T21:40:56Z</created>
                      <summary type="text/plain">Organizamos um encontro de ex-alunos em São Paulo por ocasião da despedida dos alunos que vão para Madri este ano. O evento ocorrerá no dia 9 de Agosto de 2008, sábado, tendo início no escritório de representação do IE com a seguinte agenda: - 16h00 a 16h30 palestra (20m) + debate (10m): Planejamento de carreira e redes sociais. Palestrante: Newton Campos, doutorando FGV-SP 2010 e ex-aluno IE International MBA 2001 - 16h30 a 17h00 palestra (20m) + debate (10m): O mercado imobiliário brasileiro. Palestrante: Marcelo Lopez, ex-aluno IE International MBA 2001 - 17h30: Coquetel de integração no bar/restaurante “The View”...</summary>
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                     <dc:subject>Eventos</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Organizamos um encontro de ex-alunos em São Paulo por ocasião da despedida dos alunos que vão para Madri este ano. O evento ocorrerá no dia 9 de Agosto de 2008, sábado, tendo início no escritório de representação do IE com a seguinte agenda:</p>

<p>- 16h00 a 16h30 palestra (20m) + debate (10m): Planejamento de carreira e redes sociais.<br />
Palestrante: <a href="http://www.newtoncampos.com">Newton Campos</a>, doutorando FGV-SP 2010 e ex-aluno IE International MBA 2001</p>

<p>- 16h30 a 17h00 palestra (20m) + debate (10m): O mercado imobiliário brasileiro.<br />
Palestrante: Marcelo Lopez, ex-aluno IE International MBA 2001</p>

<p>- 17h30: Coquetel de integração no bar/restaurante “<a href="http://theviewbar.com.br">The View</a>”<br />
Alameda Santos, 981 – 30º andar – Jardins (São Paulo – SP)<br />
(o local fica a duas quadras do escritório do IE)</p>

<p><img alt="despedida2008.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/despedida2008.jpg" width="507" height="332" /></p>

<p>Escritório do IE no Brasil:<br />
Av. Paulista, 726 – cj 1707d<br />
São Paulo - SP</p>

<p>Solicito confirmação de presença. Por favor, só confirme se você REALMENTE vier (pode trazer acompanhante(s)) pois precisamos nos organizar e reservar o The View.</p>

<p>Um grande abraço a todos e até breve!</p>

<p>Newton Campos<br />
</p>]]>        
                      
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                       <title>GMAC and FBI expose test cheats - Instituto de Empresa Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008/07/gmac_and_fbi_ex.php" />
                    <modified>2008-07-11T14:57:39Z</modified>
                    <issued>2008-07-10T14:47:01Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Interessante esta notícia. GMAC and FBI expose test cheats by Della Bradshaw and Sarah Mishkin, published: July 9 2008 It has all the makings of a summer blockbuster....intellectual property theft, suspects fleeing the country, the FBI. But this is not the latest Dan Brown novel, but a tale of educational testing; to be more precise, the story of a gang who sat the GMAT test, the entry test for business school, in order to steal the questions and then sell them on to others. The culprits in question worked for Scoretop.com, based in Ohio, which published the “live” questions on...</summary>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Artigos sobre MBA</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Interessante esta notícia.</p>

<p><strong>GMAC and FBI expose test cheats</strong><br />
<em>by Della Bradshaw and Sarah Mishkin, published: July 9 2008 </em></p>

<p>It has all the makings of a summer blockbuster....intellectual property theft, suspects fleeing the country, the FBI. But this is not the latest Dan Brown novel, but a tale of educational testing; to be more precise, the story of a gang who sat the GMAT test, the entry test for business school, in order to steal the questions and then sell them on to others. </p>

<p>The culprits in question worked for Scoretop.com, based in Ohio, which published the “live” questions on its website, a GMAT preparation site. It charged prospective MBA students $30 a month to have access to its VIP service. Those that took them up on the offer were then encouraged to memorise GMAT questions themselves so that they could be posted on the site. </p>

<p>In June GMAC - the Graduate Management Admissions Council, which administers the GMAT test - successfully completed a civil case against Lei Shi, founder of the site, and received $2.3m in damages. But the culprit, a Chinese national, appears to have fled the US altogether. The FBI has now to decide whether to follow up with a criminal prosecution.</p>

<p>Dave Wilson, president of GMAC, says the GMAT test incorporates “live forensics”, which enables the test centres to spot a potential fraudsters while they are sitting the test. An applicant interested in memorising the numeric questions, for example, will often skip through the verbal tests. </p>

<p>Mr Wilson believes that between 5,000 and 10,000 potential MBA students have visited the Scoretop.com site, many of whom will have been casual browsers who found the site through an internet search engine. GMAC is now evaluating the data on the hard drive taken from the company to assess the full damage. Just what will happen to the test scores of those who visited the site is still undecided, but Mr Wilson says he will discuss this with the business schools before taking action.</p>

<p>Bruce Delmonico, director of admissions at Yale school of management, says that in a worst case scenario the school might withdraw offers. ”Whether it was innocuously accessing the site or whether it was knowingly posting material they knew to be forbidden, it seems there was definitely a spectrum of conduct that could be implicated here and and our response would be calibrated appropriately. Certainly we would consider any actions that seem appropriate up to potentially rescinding offers.”</p>

<p>This is not the first time would-be MBAs have demonstrated that they are prepared to do whatever it takes to get a high GMAT score and so get into a highly-ranked MBA programme. In June 2005, the FT reported on professional impersonators sitting the GMAT to get high scores for their clients (Students hire impersonators).</p>

<p>The prison sentences served by five of the six impersonators in the 2005 scam does not seem to have entirely deterred others. In Los Angeles this year one female student tried to sit the test for a client who had received a low score on a previous test. The administrators at the test centre, where photographs are taken of all test-takers, realised that the two images of the candidate did not match and the impersonator fled.</p>]]>        
                      
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                       <title>IE University - Universidade IE - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-06-06T12:55:23Z</modified>
                    <issued>2008-05-29T01:50:01Z</issued>
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                    <created>2008-05-29T01:50:01Z</created>
                      <summary type="text/plain">Caros amigos, Estou em Madri para acompanhar em primeira mão o nascimento de um dos projetos mais inovadores e surpreendentes no âmbito mundial da educação superior. Parece até um pouco estranho o que vou relatar aqui, mas asseguro que isso faz parte de um projeto real, em pleno processo de implementação, com fundos e apoios institucionais diversos. Histórico Trata-se do projeto IE Higher Education que explico a seguir. O IE Business School surgiu de uma escola de negócios espanhola chamada Instituto de Empresa, criada em 1973 por Diego de Alcázar, banqueiro que ainda jovem decidiu mudar completamente o rumo de...</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>IE University</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Caros amigos,</p>

<p>Estou em Madri para acompanhar em primeira mão o nascimento de um dos projetos mais inovadores e surpreendentes no âmbito mundial da educação superior. Parece até um pouco estranho o que vou relatar aqui, mas asseguro que isso faz parte de um projeto real, em pleno processo de implementação, com fundos e apoios institucionais diversos. </p>

<p><strong>Histórico</strong></p>

<p>Trata-se do projeto IE Higher Education que explico a seguir. O IE Business School surgiu de uma escola de negócios espanhola chamada Instituto de Empresa, criada em 1973 por Diego de Alcázar, banqueiro que ainda jovem decidiu mudar completamente o rumo de sua vida ao se dedicar a criar uma grande escola de negócios na Espanha. Embora não seja muito conhecido no Brasil, hoje o IE Business School é considerado uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist ou Forbes. <br />
A escola se destaca principalmente por sua total independência política, econômica e religiosa e por sua forte dedicação ao mundo prático dos negócios, com claro foco em empreendedorismo aplicado. Além do mais, a escola traz propositadamente um forte elemento de diversidade às aulas, nas suas mais diversas formas: gênero, cor, origem geográfica, orientação sexual, histórias de vida, crenças religiosas, background acadêmico, entre outras. Isso faz com que pessoas de mais de 75 nacionalidades venham ao IE todo ano e que professores de mais de 30 países participem dos programas. Este ponto é importante porque permite que os alunos desenvolvam uma capacidade de análise mais completa e vislumbrem hoje as problemáticas de uma globalização extrema que se aproxima. Três pontos completam a visão do IE na formação em business: 1) a utilização e desenvolvimento de habilidades humanas (soft skills) como catalisadoras na formação de futuros líderes; 2) uma visão humanista clássica sobre o futuro do mundo pela valorização das artes humanas e 3) uma visão ampla (“responsável”) do impacto geral da presença do homem sobre a superfície terrestre. Por último, mas não menos importante, tenho que destacar a dedicação do IE ao desenvolvimento de uma plataforma própria de e-learning que coloca o IE como a segunda melhor escola de negócios do mundo em educação à distância pelo primeiro grande ranking de educação de negócios à distancia editado pelo Financial Times em 2008.</p>

<p><strong>Universidade IE</strong></p>

<p>Pois bem, com base nesta história de sucesso, em 2007 o IE adquiriu uma pequena e bonita Universidade na cidade de Segóvia, próxima a Madri, com o objetivo de iniciar um novo processo de expansão, desta vez bem mais ousada. Pela primeira vez que uma escola de negócios adquire uma Universidade. Dizem que a cifra do negócio foi de aproximadamente 100 milhoes de euros. O campus, para ser ter uma idéia, está instalado num monastério do século XII e neste momento, após meses de reformas, conta com a mais alta tecnologia de informática e ensino.</p>

<p><img alt="pqIEUniv1.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/pqIEUniv1.jpg" width="455" height="303" /></p>

<p>Tal como tem feito nos últimos anos com seus inovadores programas de business (obs: não estou qualificando os cursos do IE de inovadores por querer puxar o saco do IE, basta analisar o conteúdo acadêmico e prático dos programas e comparar este conteúdo com o de outras grandes escolas mundiais para perceber isso), o IE decide agora inovar tanto nos cursos de graduação como nos cursos de pós-graduação de área de conhecimento tão dispares como Arqueologia, Arquitetura, Jornalismo, Psicologia, Direito, Comunicação, etc. Ainda não estou autorizado a contar os cursos que sairão nos próximos anos mas vocês verão que alguns nem sequer foram imaginados pela academia contemporânea. O objetivo é estar na frente em todas as áreas de conhecimento, sempre mesclando o ensino de humanidades (arte, história, sociologia, filosofia, etc) com management (business) e desenvolvimento de soft skills.</p>

<p><img alt="pqIEUniv5.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/pqIEUniv5.jpg" width="480" height="360" /></p>

<p>Este conceito está baseado na visão de Humboldt sobre a ciência no século XVIII. Humboldt era um cientista que sempre buscava analisar fenômenos científicos de uma maneira multifocal, com o auxílio de várias áreas do conhecimento. Pode até parecer estranho (eu avisei no início), mas embora as escolas (faculdades) continuem existindo divididas em áreas de conhecimento, o quadro de professores e as pesquisas realizadas na Universidade IE serão feitas de maneira unificada, coordenada e colaborativa. Por exemplo, um professor de Arquitetura será estimulado a trabalhar com professores da escola de comunicação, jornalismo, arqueologia ou psicologia, por exemplo. O conhecimento não será disperso, será unificado e multifocado. A concentração da pesquisa acadêmica terá foco prático e não será feita de forma que se ignore o que tem sido feito em outras áreas. Obviamente será um gigante desafio conseguir fazer isso, mas os professores contratados pela nova Universidade têm comprado muito bem a idéia. Mais do que isso, reitores de outras grandes universidade mundiais têm apoiado o IE e invejam o fato de estarmos realizando este passo já sonhado por tanto pesquisadores.</p>

<p>Para estar apta a desenhar programas tão inovadores de maneira rápida, atingindo múltiplas áreas do conhecimento o fluxo de informação entre os stakeholders desta universidade deve ser muito direto e permeável, sem barreiras de hierarquia travando tomadas de decisões e resultados. Isso vai permitir novas combinações de conhecimento que atualmente poucas universidades serão capazes de replicar. A mescla de conhecimentos de business, soft skill e arte, mesclados com outras áreas de conhecimento gerarão profissionais muito mais bem preparados para o mundo que se avizinha.</p>

<p>Sei que é difícil imaginar, mas tentemos pensar que um aluno de arquitetura, por exemplo, poderá e será estimulado a usar a opinião de um professor de biologia, psicologia ou jornalismo sobre o fato de um edifício ser da maneira A, B, ou C. O professor biólogo africano vai contribuir com algo de perspicaz e útil, tal como a aluna de arqueologia russa, o jornalista judeu equatoriano e o professor de direito homossexual. Todos com uma visão prática de suas profissões. Embora o embasamento técnico deste aluno de arquitetura deva ser exemplar, os projetos que ele gerará serão inovadores, holísticos, responsáveis e humanos, além de contar com uma visão de negócios bastante completa. E tudo isso em inglês, na Espanha!</p>

<p><img alt="pqIEUniv3.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/pqIEUniv3.jpg" width="486" height="321" /></p>

<p>O projeto está no início. Este ano começam os cursos de comunicação e arquitetura já no formato inovador IE e em inglês, em 2009 começarão os cursos de Direito e Administração. Veremos juntos onde isso vai parar. </p>

<p>com orgulho,</p>

<p>Newton Campos<br />
International MBA 2001</p>]]>        
                      
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                       <title>Apresentações do IE no Brasil - Instituto de Empresa Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008/05/apresentacoes_d.php" />
                    <modified>2008-05-21T02:56:48Z</modified>
                    <issued>2008-05-21T02:51:01Z</issued>
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                    <created>2008-05-21T02:51:01Z</created>
                      <summary type="text/plain">Prezados ex-alunos e pessoas interessadas no IE em geral, Conseguimos obter verbas extras do IE para organizarmos mais uma apresentação no Brasil. Esta será a segunda apresentação este ano. Penso que teremos outra até o final do ano (por volta de setembro/outubro). Enfim, será uma boa oportunidade de conhecer a Universidade IE, os cursos da IE Business School (MBA e Masters especializados), IE Law School (LLM) e da IE School of Arts and Humanities (International Relations): 10/06/2008 São Paulo – Região Berrini Hotel Hilton Morumbi Av. das Nações Unidas, 12.901 20h15 11/06/2008 Rio de Janeiro Hotel JW Marriott Copacabana Av....</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
                    </author>
                     <dc:subject>Eventos</dc:subject>
              <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://brazil.blogs.ie.edu/">
                         <![CDATA[<p>Prezados ex-alunos e pessoas interessadas no IE em geral,</p>

<p>Conseguimos obter verbas extras do IE para organizarmos mais uma apresentação no Brasil.<br />
Esta será a segunda apresentação este ano. Penso que teremos outra até o final do ano (por volta de setembro/outubro). Enfim, será uma boa oportunidade de conhecer a Universidade IE, os cursos da IE Business School (MBA e Masters especializados), IE Law School (LLM) e da IE School of Arts and Humanities (International Relations):</p>

<p>10/06/2008<br />
São Paulo – Região Berrini<br />
Hotel Hilton Morumbi<br />
Av. das Nações Unidas, 12.901<br />
20h15</p>

<p>11/06/2008<br />
Rio de Janeiro<br />
Hotel JW Marriott Copacabana<br />
Av. Atlântica, 2.600<br />
20h</p>

<p>12/06/2008<br />
São Paulo – Centro<br />
Hotel Intercontinental<br />
Alameda Santos, 1.123 –Trianon<br />
20h </p>

<p>Provas de admissão - IE Admission Test:<br />
16/06/2008<br />
São Paulo<br />
IE Brazilian Office<br />
Av. Paulista, 726 – 17º andar – Conj. 1707d<br />
19h</p>

<p>Rio de Janeiro<br />
17/06/2008<br />
Hotel JW Marriott Copacabana<br />
Av. Atlântica, 2.600<br />
19h</p>]]>        
                      
                        </content>
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                    <entry>
                       <title>Professores de GMAT e afins - Instituto de Empresa Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008/05/professores_de.php" />
                    <modified>2008-05-21T02:57:27Z</modified>
                    <issued>2008-05-02T21:15:13Z</issued>
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                    <created>2008-05-02T21:15:13Z</created>
                      <summary type="text/plain">Este artigo representa a minha opinião pessoal Meu nome é Newton Campos. Tenho 32 anos, sou carioca, contador pela PUC-SP. Estudei no Instituto de Tecnologia ORT no período de high school e fiz meu mestrado em Business (MBA) full time no IE Business School e no IIM Indian Institute of Management (em intercâmbio pelo IE). Hoje estou no terceiro ano de doutorado pela FGV-SP e cuido das atividades do IE no Brasil. O IE possui mais de 20 escritórios locais de representação pelo mundo, dirigidos por ex-alunos originários de cada país. Os escritórios do IE pelo mundo servem de embaixadas...</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
                         <url>http://www.newtoncampos.com</url>
                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
                    </author>
                     <dc:subject>Artigos sobre MBA</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p><em>Este artigo representa a minha opinião pessoal</em></p>

<p>Meu nome é Newton Campos. Tenho 32 anos, sou carioca, contador pela PUC-SP. Estudei no Instituto de Tecnologia ORT no período de <em>high school</em> e fiz meu mestrado em Business (MBA) <em>full time</em> no <a href="http://www.ie.edu">IE Business School </a>e no IIM Indian Institute of Management (em intercâmbio pelo IE). Hoje estou no terceiro ano de doutorado pela FGV-SP e cuido das atividades do IE no Brasil. O IE possui mais de 20 escritórios locais de representação pelo mundo, dirigidos por ex-alunos originários de cada país. Os escritórios do IE pelo mundo servem de embaixadas para ex-alunos, empresas e candidatos. Meu objetivo com este <em>post </em>é colaborar com uma reflexão sobre o papel dos "preparadores de MBA" na burocracia institucionalizada que existe no processo de admissão das principais Escolas de Negócios internacionais.</p>

<p>Sempre trabalhei com tecnologia e marketing, chegando à área de "Marketing internacional para países emergentes" (se é que esta área existe) após meu MBA no IE. Um dos motivos que me levou a esta área foi minha paixão por viajar e descobrir novas culturas, novos <em>mind sets</em> e novas realidades. Nos últimos 10 anos visitei mais de 35 países e vivi em 4. Enfim, depois de 4 anos fora do Brasil, acabei retornando por convite feito pelo próprio IE, que tinha interesse em abrir um escritório de representação no Brasil há alguns anos. Minha volta ao Brasil ocorreu em 2003, de forma que já levo mais de 5 anos exercendo este trabalho interessantíssimo. Faço parte, com prazer, da gestão de uma Escola jovem, vencedora, inovadora e diferente, num mercado dominado por escolas tradicionais com mais de 100 anos de idade. O IE é hoje umas das 10 principais escolas de negócios do mundo mas desde 1990 já vinha ocupando o lugar de "top 25" business school mundial.</p>

<p><a href="http://www.newtoncampos.com/images/nyt_iebs_newton_campos.pdf">Tenho acompanhado este mercado de perto há mais de cinco anos</a>, participando de eventos de diversas escolas, feiras nacionais e internacionais de MBA, além de encontros com profissionais dos departamentos de admissões de diversas escolas. Além disso, tenho acesso a alguns dados confidenciais, que são gerados pelas próprias escolas em reuniões que as mesmas fazem com certa frequência. O público em geral não sabe, mas as 10 mais importantes escolas da Europa se reúnem periodicamente para trocar experiências, best-practices, resultados de pesquisa acadêmica e números em geral.</p>

<p>Novamente, o que me motivou a escrever este <em>post</em> foi o crescente interesse dos brasileiros por escolas de negócios internacionais e o grau de importância que os "preparadores de MBA", "MBA Advisors", "professores de GMAT" e outros profissionais deste tipo têm ganho no Brasil, principalmente em São Paulo. O título de MBA tem se popularizado e as vagas nas grande escolas de negócios internacionais aumentando. Já são várias as escolas que formam mais de mil alunos de MBA full-time por ano.</p>

<p>Enfim, o que quero colocar em reflexão aqui é o motivo, o  porquê do brasileiro precisar de um apoio na preparação para fazer um top MBA internacional. Curiosamente o Brasil é um dos únicos países do mundo onde esta profissão cresce com força (na Índia esta profissão também existe em menor escala) e eu tenho minha própria opinião sobre os motivos que originaram a demanda destes serviços.<br />
Em geral, eu tento estimular que as pessoas não contratem a custosa ajuda dos "preparadores de MBA" (MBA advisors) para apoio no processo de admissão pois este serviço distorce a percepção das Escolas sobre o candidato. Atualmente, o serviço tem custado de 4 a 12 mil reais, dependendo do "pacote" (GMAT+TOEFL, somente GMAT, Apllication+TOELF, etc). Que me desculpem os preparadores (conheço quase todos no Brasil e inclusive alguns da Índia) mas acho que sua "especialização" em lidar com diferentes "application forms" e "admission processes" faz com que as pessoas pareçam ser o que elas não são.</p>

<p>Não condeno o útil e válido serviço destes profissionais em ajudar as pessoas com informações sobre as Escolas e suas características mas acho que o apoio no preenchimento do application pode até mesmo ser classificado de anti-ético e têm Escolas que já estão se preparando para lidar com candidatos que passaram pelos "preparadores", tanto na reconsideração do "application" como na própria nota do GMAT.</p>

<p>Até onde o serviço destes profissionais pode ser útil ou recomendado? Prefiro passar a pergunta para o leitor deste <em>post</em>, mas sugiro que as pessoas tentem utilizam o serviço destes profissionais mais para análise das melhores opções de pós-graduação no exterior (tanto em termos de tipo de programa como em termos de destino) do que como um apoio forçado para maquiar debilidades formacionais e profissionais do candidato.</p>]]>        
                      
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                       <title>Repsol se dispara en Bolsa al hallar un gigantesco yacimiento de crudo - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-04-15T20:33:29Z</modified>
                    <issued>2008-04-15T20:29:57Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">El Pais - 15 de Abril La euforia contenida reina en la sede de Repsol YPF. Tras años en que de Latinoamérica no llegaban más que disgustos en forma de noticias, una alegría ha venido a compensar casi todos los sinsabores recientes. Petróleo. Petróleo en enormes cantidades. Eso es lo que hay en las profundidades marinas en el bloque BM-S-9, conocido como Carioca, en el que Repsol tiene una participación del 25%. El yacimiento fue descubierto en septiembre, pero ha sido ahora cuando se ha conocido su auténtica dimensión. El campo puede alcanzar los 33.000 millones de barriles, según fuentes...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Economia &amp; Carreiras</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p><em>El Pais - 15 de Abril</em></p>

<p>La euforia contenida reina en la sede de Repsol YPF. Tras años en que de Latinoamérica no llegaban más que disgustos en forma de noticias, una alegría ha venido a compensar casi todos los sinsabores recientes. Petróleo. Petróleo en enormes cantidades. Eso es lo que hay en las profundidades marinas en el bloque BM-S-9, conocido como Carioca, en el que Repsol tiene una participación del 25%. El yacimiento fue descubierto en septiembre, pero ha sido ahora cuando se ha conocido su auténtica dimensión. El campo puede alcanzar los 33.000 millones de barriles, según fuentes gubernamentales brasileñas, con lo que sería el mayor hallazgo de crudo en 30 años y convertiría a Brasil en la octava potencia petrolera del mundo, por delante de países como Libia o Nigeria.</p>

<p>La noticia no ha sido confirmada por las empresas, que piden prudencia, pero provocó de inmediato que se disparasen en Bolsa las acciones de las empresas implicadas. La Bolsa española había cerrado sus puertas cuando los medios financieros difundieron la información. Los grandes inversores pusieron sus ojos en la Bolsa de Nueva York, donde Repsol aún cotizaba, y las acciones de la petrolera española se dispararon.</p>

<p>La subida a media sesión rozaba el 20%, la mayor en la historia de la empresa en Wall Street, para terminar con un alza del 17,34%. Es previsible que hoy las acciones de la petrolera suban con fuerza en la Bolsa española.</p>

<p>Las acciones de Petrobras, la petrolera estatal brasileña que tiene un 45% del consorcio que explota el yacimiento y British Gas (BG), el tercer socio con un 30%, también se dispararon.</p>

<p>La bomba informativa la explotó el director de la Agencia Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, que citó como origen de la información a fuentes oficiosas de Petrobras. Lima dijo que el bloque BM-S-9 sería cinco veces mayor que el megacampo de Tupi, descubierto en noviembre, según declaraciones recogidas por la Folha de São Paulo y confirmadas por Bloomberg.</p>

<p>"Sería el mayor descubrimiento del mundo en 30 años y sería también el tercer mayor campo petrolífero del mundo en la actualidad. Es algo como de Oriente Medio, pero no está confirmado", soltó Lima en el cuarto seminario del Petróleo y el Gas Natural organizado por la Fundación Getulio Vargas (FGV) en Río de Janeiro.</p>

<p>El campo BM-S-9 se encuentra al oeste de Tupi. Ese megacampo descubierto en noviembre posee una reserva estimada entre 5.000 y 8.000 millones de barriles equivalentes de petróleo (bep) y constituye uno de los mayores hallazgos de petróleo en los últimos años. Otro gran descubrimiento de Petrobras, el campo de Júpiter, se halla también en la zona de influencia de Carioca (BM-S-24). Todos ellos están en aguas profundas.</p>

<p>Carioca está a 273 kilómetros de la costa de São Paulo, en profundidades de agua de 2.140 metros, según Repsol. El yacimiento ya registró un test de producción de 2.900 barriles de crudo y 57.000 metros cúbicos de gas por día. Las nuevas perforaciones recién realizadas son las que han permitido asegurar que se trata de un enorme yacimiento, aunque las empresas insisten en que los trabajos no están terminados y es pronto para hacer una estimación fiable.</p>

<p>El plan estratégico de Repsol YPF, recientemente presentado por su presidente, Antoni Brufau, contemplaba las aguas profundas de Brasil como una de sus prioridades. La española es la primera compañía privada en dominio minero exploratorio en aguas profundas en las cuencas de Santos, Campos y Espíritu Santo, con 23 bloques exploratorios.</p>]]>        
                      
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                       <title>Festival en el mercado inmobiliario de Brasil - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-03-06T14:24:11Z</modified>
                    <issued>2008-03-06T14:01:25Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Notícia publicada no dia 5 de Março de 2008 - Universia.net Mauro Costa ya no vive en un apartamento de alquiler en la periferia de São Paulo. Él es uno de los 204.312 brasileños que, en los últimos 12 meses, hicieron realidad el sueño de adquirir su propia casa. La deuda adquirida para la financiación tendrá que amortizarse en los próximos 30 años, a una tasa de interés anual del 12%, pero aún así Mauro es inmensamente feliz. Hace poco más de tres años, antes de que el gobierno brasileño cambiara las normas de la financiación inmobiliaria, ni se hubiera...</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
                         <url>http://www.newtoncampos.com</url>
                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
                    </author>
                     <dc:subject>Economia &amp; Carreiras</dc:subject>
              <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://brazil.blogs.ie.edu/">
                         <![CDATA[<p><em>Notícia publicada no dia 5 de Março de 2008 - Universia.net</em></p>

<p>Mauro Costa ya no vive en un apartamento de alquiler en la periferia de São Paulo. Él es uno de los 204.312 brasileños que, en los últimos 12 meses, hicieron realidad el sueño de adquirir su propia casa. La deuda adquirida para la financiación tendrá que amortizarse en los próximos 30 años, a una tasa de interés anual del 12%, pero aún así Mauro es inmensamente feliz. Hace poco más de tres años, antes de que el gobierno brasileño cambiara las normas de la financiación inmobiliaria, ni se hubiera imaginado sosteniendo en sus manos las llaves de su casa.</p>

<p>La historia de Mauro es un ejemplo de la nueva realidad que se está viviendo en el mercado inmobiliario brasileño desde mediados de 2005. Con la estabilidad y crecimiento de la economía, el mercado ha registrado índices de crecimiento desde 2001, según datos de Abecip (Asociación Brasileña de Entidades de Crédito Inmobiliario y Ahorro). Sin embargo, al mercado le faltaban las normas que flexibilizaran las condiciones de compra de inmuebles. Estos cambios fueron llevados a cabo por el gobierno en 2005. Desde entonces, la concesión de créditos en el sector se disparó. En 2004, según datos de Abecip, se concedieron 53.787 créditos hipotecarios en el país. En 2007, este número alcanzó los 195.900.</p>

<p>"Este cambio tuvo lugar en el ámbito de la garantía hipotecaria. En los casos de incumplimiento, el responsable de la financiación no recuperaba el valor adeudado. A partir de 2005, el gobierno permitió que las instituciones trabajaran con la alienación fiduciaria, según la cual el comprador del inmueble sólo será dueño del mismo cuando acabe de pagarlo. Aunque esa posibilidad crea una situación de alto riesgo para el prestatario, posibilita que quien oferte los recursos, tenga una motivación más" porque le permitirá recuperar el inmueble en caso de impago, explica el profesor del departamento de Economía de la UnB (Universidad de Brasilia), José Carlos Oliveira. "La reacción ya se ha hecho tan presente que el mercado necesita contar con mano de obra cualificada. El mercado está muy caliente".</p>

<p>Al tener mayor seguridad las entidades que conceden la financiación, el gobierno pudo, incluso, ampliar las opciones para la obtención de recursos. Según las normas del Banco Central brasileño, un 65% de todo el dinero captado en el ahorro debe ser destinado, en un 80%, a créditos habitacionales según las condiciones del SFH (Sistema de Financiamiento Habitacional, con topes en las tasas de interés de hasta un 12% y 13% para la adquisición y construcción de inmuebles, respectivamente) y el monto restante, las tasas de mercado, al financiamiento de inmuebles residenciales. “Estas medidas fueron diseñadas para destinar un presupuesto específico procedente de varias fuentes gubernamentales y engloban la ampliación del crédito para la financiación de vivienda y la reducción del Impuesto de Productos Industrializados para un amplio conjunto de materiales de construcción”, añade Anita Kon, profesora de la <a href="http://www.pucsp.br/">PUC-SP</a> (Universidad Católica Pontificia de São Paulo).</p>

<p>Por otro lado, señala Kon, “el sector financiero privado también implementó medidas para incentivar el aumento de la financiación inmobiliaria. Aumentaron los plazos de financiación y se flexibilizaron las normas para comprobar la renta del prestatario”. Actualmente, con las condiciones de cobro más estables, las instituciones financieras redujeron el nivel de exigencia en lo que concierne a la comprobación de renta. Incluso los trabajadores autónomos y los pequeños empresarios consiguen obtener financiación según las condiciones ofrecidas por el SFH (recursos subsidiados por el gobierno).</p>

<p>A pesar de este escenario de aceleración, sobre todo del mercado de la vivienda, Kon cree que el fenómeno todavía no se puede definir como un boom. Mucho más optimista sobre la evolución de este mercado es <strong>Antonio Montes</strong>, profesor del <a href="http://www.ie.edu">IE Business School (Instituto de Empresa)</a>, en España. En su opinión, el desarrollo del país ha propiciado el desplazamiento de los habitantes del campo a las grandes ciudades en busca de oportunidades, aumentando la demanda de viviendas en grandes centros urbanos. “Los brasileños sin vivienda están pensando en comprar en lugar de alquilar, antes no podían hacerlo porque no tenían acceso al crédito. Se ha producido una democratización en el mercado inmobiliario”, señala.</p>]]>        
                      <![CDATA[<p>Aunque no todas las clases sociales brasileñas están disfrutando de la mayor oferta de viviendas. Kon explica que a pesar de que las medidas gubernamentales implementadas destinaban recursos específicos para la clase baja y media, los mayores beneficiados del auge de la vivienda son los compradores de la clase media y alta. “Para este nivel la oferta de inmuebles está siendo muy alta, lo que proporciona una fuerte competencia entre los vendedores que flexibilizan las oportunidades de negocios. Por otro lado, incluso con financiaciones específicas para la clase baja, una parte muy grande de la población brasileña de esta franja de ingresos todavía no tiene poder adquisitivo para asumir estas financiaciones”, señala.</p>

<p>Un factor significativo en este escenario - y que lo diferencia de la crisis inmobiliaria ocurrida en EEUU - es que el sistema crece de manera consolidada. Esto es así porque la clase media también pasa por un momento dulce, con índices crecientes de renta y empleo. Una muestra de ello es el dato divulgado por la Caja Económica Federal, un banco gubernamental, que indica que los jóvenes de menos de 30 años representan un 36% de las financiaciones inmobiliarias concedidas por la institución en 2007. "En Brasil no ocurrirá lo mismo que en EEUU, de momento. En primer lugar porque no hay una generalización de la financiación como ocurrió allí - las clases baja y media-baja no están presentes en este mercado. Y la tasa de interés no es tan baja hasta el punto de estimular a las personas que no tiene potencial de compraventa", afirma Oliveira, de la UnB.</p>

<p><strong>La inversión extranjera</strong></p>

<p>El mercado interno no es el único actor de este festival. Los inversores extranjeros, comenta Montes, “debido a la crisis del sector inmobiliario en EEUU, así como el estancamiento en España, y en general en todos los países europeos, se han dado cuenta de que donde pueden seguir creciendo es en países como Brasil”. Uno de estos inversores es José Antonio Sánchez Santamaría, un empresario español que ha puesto en marcha la construcción de un complejo turístico de 2.000 hectáreas en Natal, en el estado brasileño de Rio Grande do Norte, llamado Grand Natal Golf, y que tiene como imágenes públicas al actor español Antonio Banderas y el futbolista brasileño Ronaldo.</p>

<p>El empresario se lanzó a este proyecto tras construir una promoción de cuarenta viviendas con el fin de explorar el mercado. Ahora, la empresa ha puesto en venta el 90% de la superficie del complejo turístico de Natal en la que podrán construirse hasta 30.000 residencias, cinco campos de golf, centros deportivos, ocho hoteles… Todo ello de la mano de un socio “industrial brasileño”, comentó a finales de 2007 a los medios el presidente del Grupo Sánchez.</p>

<p>Y es que como explica el profesor Montes, “existe una demanda creciente de personas que quieren tener su segunda residencia en Brasil, porque es un país muy atractivo, económica y políticamente estable, que está desarrollando importantes proyectos de infraestructuras en puertos, aeropuertos, autopistas y trenes. Esto, junto con el grado de confianza internacional que despierta el país en la actualidad, está atrayendo a muchos inversores extranjeros”. Se estima que cada año cerca de 70 millones de turistas visitan Brasil y en torno a un cinco por ciento quieren tener allí una segunda vivienda. Sólo la región del Nordeste comercializará en los próximos ocho años ochenta mil casas y apartamentos para extranjeros.</p>

<p>En esta zona, según comenta Montes, la revalorización del terreno en el último año ha sido de más del 100%. “Si a eso unes el plan de Lula de 2006 que contempla para inversiones inmobiliarias ahorros fiscales de hasta el 32% y que ha habido una reducción de impuestos en materiales de construcción, la mano de obra es barata, los tipos de interés han bajado muchísimo, del 25% al 12%, y siguen bajando, las perspectivas son muy buenas”.</p>

<p>En cuanto a la aceleración de las ventas por regiones, Kon señala que ésta “se hizo efectiva inicialmente y con mayor intensidad en la región de São Paulo, que es el centro de desarrollo brasileño, así como en Río de Janeiro. Sin embargo otras regiones del Centro y del Nordeste están preparándose para la aceleración de las ventas inmobiliarias”. La fuerte burocracia, junto con la centralización de las decisiones en las regiones Sudeste y Sur del país, añade, “han supuesto una mayor dificultad de estímulo en las demás regiones”.</p>

<p>Por otro lado, Juan Ignacio Sanz, profesor de Esade, cree que efectivamente se puede hablar de un boom inmobiliario en Brasil y señala que a diferencia de otras inversiones alternativas en este mercado que se están ofertando a inversores particulares españoles en los últimos meses, como ocurre con Marruecos, la inversión en Brasil es mucho más atractiva, por considerarse un turismo típicamente tropical, al tiempo que se está beneficiando del aumento de las comunicaciones de bajo coste. Desde un punto de vista cultural, añade, “hay más proximidad con Latinoamérica que con países africanos, particularmente de cultura islámica o musulmana, lo cual favorece inversiones a más largo plazo en Brasil y estancias de menor plazo en países norteños africanos”.</p>

<p><strong>Proceso de consolidación</strong></p>

<p>Montes apunta que de aquí a un año, probablemente, se van a disparar los precios en mercado residencial y de oficinas. Todo esto, subraya, “si se siguen reduciendo los tipos interés, se contiene la inflación y el índice de crecimiento sigue estable. Creo que se puede producir un alza de los precios importante. Por eso, hay que aprovechar las oportunidades de inversión ahora, ya que existen muchos fondos inmobiliarios internacionales, que tienen la vista puesta en Brasil, a la espera de que le sea concedido el grado de inversión, por parte de las calificadoras de riesgo, lo cual parece muy probable pueda suceder de aquí a unos meses”.</p>

<p>De momento, la mayor parte de las empresas competidoras en este sector son brasileñas. El profesor Montes señala que en el sector se está produciendo un proceso de consolidación. “Cuando empezó a hablarse del crecimiento del sector muchas empresas quisieron salir a bolsa para acometer grandes proyectos y el mercado inmobiliario se inflacionó. Luego, algunas empresas se dieron un batacazo, otras han sobrevivido. Hacia finales de 2008 se verá cuál es el resultado de la consolidación”. Montes predice que sobrevivirán las grandes y las especializadas en un sector concreto.</p>

<p>En este proceso de consolidación actual, todavía están surgiendo incontables empresas constructoras de tamaño pequeño, que confían en que seguirá habiendo resultados positivos. Un rápido paseo por São Paulo, por ejemplo, deja claro a los visitantes que, en los próximos años, muchos proyectos inmobiliarios llegarán al mercado. "El mercado sigue teniendo fuerza porque todo el proceso aún es muy barato. La tierra es muy barata en Brasil. Quien hace una inversión de cierta envergadura en el país, todavía obtiene mucho retorno", añade Oliveira.</p>

<p><strong>El contexto latinoamericano</strong></p>

<p>En América Latina, comenta Montes, hay tres países: Chile, México y Brasil, que son comparables desde el punto de vista inmobiliario y suponen un menor riesgo para los inversores por motivos diferentes. En Chile, explica, “ha habido un enriquecimiento generalizado de la población, esto lo que está haciendo es que todo el mundo pueda acceder a una vivienda gracias a la estabilidad política. El mercado turístico o de inversores extranjeros es escaso”.</p>

<p>México, sin embargo, “es muy similar a Brasil, pero influye demasiado el componente de ser un país fronterizo con EEUU”. Montes señala que incluso hay gente que trabaja en el sur de este país y tiene su residencia en México porque es más barato, los impuestos son menores, etc. Este país cuenta, además, con importantes desarrollos turísticos y el desarrollo de grandes centros comerciales, al igual que en Brasil. El profesor del IE explica que en estos dos países hay grandes concentraciones de población y son ciudades complicadas, en cuanto a seguridad, como para poder andar por la calle viendo tiendas al estilo europeo. Son, por tanto, países donde las compras se realizan de forma muy parecida al sistema americano, en el centro comercial. Por otro lado, añade que hay grandes compañías como la española Fadesa, etc... que están comprando grandes edificios de oficinas en México “porque la inversión, hoy por hoy, es tremendamente rentable”.</p>

<p>En Brasil, explica Montes, también existe bastante interés por parte de los inversores internacionales en rehabilitar edificios en Rio. “En naves abandonas en la zona del puerto, por ejemplo, que son convertibles en apartamentos de lujo, centros comerciales”. Esto, advierte, “debe de ir acompañado por un plan del gobierno o la respectiva municipalidad y que la seguridad pueda favorecer que los inversores extranjeros quieran quedarse allí. Además, es importante vencer la burocracia porque a la hora de la verdad es difícil realizar inversiones y te encuentras con que te ponen trabas por todas partes”.</p>

<p>Fuentes de consultoras inmobiliarias indican a Montes que habrá una revalorización espectacular. “Un alquiler en España supone una rentabilidad del 2 a 5%. En Brasil se podría obtener hasta tres veces más. Pero además, dentro del plan de Lula, en Natal se construirá el mayor aeropuerto de América Latina, lo que le sitúa a seis horas de Madrid o cinco de Lisboa, con una capacidad de en torno a cinco millones de pasajeros”.</p>

<p><strong>Perspectivas a corto, medio y largo plazo</strong></p>

<p>Para Kon, las perspectivas son que a corto plazo continúe el aumento de las ventas inmobiliarias en Brasil, con miras a que el país está pasando por una fase de aceleración industrial, particularmente en empresas de materiales para la construcción civil, ya que estas industrias tienen un efecto multiplicador considerable sobre el empleo y la renta.</p>

<p>Sin embargo, alerta de que “a medio y largo plazo, este movimiento no se sostiene y se agotará ya que la oferta de inmuebles para la clase media y alta está creciendo de forma que muestra una tendencia a superar la demanda”. Por su parte, a medio y largo plazo, señala, “la dotación de recursos para las clases menos privilegiadas muestra un potencial de disminución considerable, ya que existe la necesidad de dar prioridad a otras obras de infraestructura básica y otros proyectos sociales de educación y salud que apoyen el desarrollo”.</p>

<p>Montes es mucho más optimista que Kon. Para él, los riesgos para el sector consisten en saber en saber si el Gobierno Lula continuará con todas las reformas estructurales que ha iniciado y tiene previstas, además de ser capaces de combatir la corrupción y la inseguridad. Otro peligro es una crisis energética, que pueda afectar al mercado interno.</p>

<p>Oliveira señala que el gobierno brasileño trabaja para crear mejores condiciones de inversión en el sector productivo, facilitando la entrada de jugadores extranjeros en el mercado. Según él, este tipo de inversión traerá, a medio plazo, retorno tanto al inversor, gracias al escenario positivo, como al país, que reduce el riesgo de una fuga masiva de capitales. "El gobierno está trabajado en normas que no restrinjan la inversión extranjera a los activos líquidos, sino que incentiven la inversión en activos reales, tanto en el sector productivo como en la construcción civil. Aunque éstas no sean extremadamente rígidas, pues alejarían a los inversores, ayudan a evitar la volatilidad", concluye.<br />
</p>]]>
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                       <title>O fim do simples emprego - Instituto de Empresa Business School</title>
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                      <summary type="text/plain">Um aluno me enviou esta matéria que saiu no Jornal Valor Econômico ontem. Também achei muito interessante e pertinente porisso a comparto aqui com vocês. O fim do simples emprego Por Edson Pinto de Almeida, para o Valor, de São Paulo 29/02/2008 Em qual dessas categorias você define o que é o trabalho para sua vida: um dever, um mal necessário ou um projeto de vida? Se você ficou em dúvida, o melhor é cravar as três alternativas e relaxar. Essa é uma discussão que vem se arrastando ao longo do século XX e parece que vai percorrer ainda boa...</summary>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Economia &amp; Carreiras</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Um aluno me enviou esta matéria que saiu no Jornal Valor Econômico ontem. Também achei muito interessante e pertinente porisso a comparto aqui com vocês.</p>

<p><strong>O fim do simples emprego</strong><br />
<em>Por Edson Pinto de Almeida, para o Valor, de São Paulo</em><br />
<em>29/02/2008</em></p>

<p>Em qual dessas categorias você define o que é o trabalho para sua vida: um dever, um mal necessário ou um projeto de vida? Se você ficou em dúvida, o melhor é cravar as três alternativas e relaxar. Essa é uma discussão que vem se arrastando ao longo do século XX e parece que vai percorrer ainda boa parte dos próximos anos. Não que seja algo novo. Filósofos da Antiga Grécia, como Aristóteles e Platão, já tinham lá suas idéias sobre o trabalho. O tema vem percorrendo séculos - passando por Adam Smith, Karl Marx, Lutero, Max Weber, Tomás de Aquino - e ainda ocupa a mente dos pensadores modernos. Hoje em dia nas escolas de administração se fala em carreira, não mais em trabalho. Esse é um dos sinais de mudança dos tempos pós-modernos.  </p>

<p>A principal razão pela qual se estuda tanto o tema é porque o trabalho vem perdendo a sua importância como fator de identidade pessoal. Em outras palavras, o trabalho está deixando de ser o principal elemento que define o papel do indivíduo na sociedade. Consumo, lazer, relacionamentos afetivos, cuidados com o corpo compõem parte desse novo repertório que amplia o conceito do "trabalho, logo existo". Carreira é algo que não combina com carteira de trabalho. Emprego hoje, para as camadas mais escolarizadas, é ter um projeto. Trabalha-se por prazer em algo que seja desafiador.  </p>

<p>As razões históricas e as conseqüências dessa mudança fazem parte da minuciosa pesquisa que Pedro Fernando Bendassolli, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), realizou e que consta no livro "Trabalho e Identidade em Tempos Sombrios". "No século XX o trabalho parece ter se tornado um problema", afirma. "Basta ver a pauta do debate político em torno do tema, que envolve: redução da carga de trabalho, distribuição de renda, políticas de inserção e integração social e desemprego em massa", diz.  </p>

<p>O que está por trás do sentimento relacionado à insatisfação é o clima de incerteza e de ambigüidade que hoje predomina nas organizações. A avaliação é de Bendassolli. Esse ambiente afeta sobretudo os profissionais com responsabilidade pela gestão da empresa, para quem sobra o desafio de lidar com um quadro de pressões conflitantes.  </p>

<p>"É necessário atrair e manter talentos, embora os vínculos se enfraqueçam. É preciso manter um senso de identidade organizacional e, ao mesmo tempo, promover mudanças. É necessário atuar globalmente e também ser sensível às necessidades locais. É preciso gerar valor para os acionistas e, ao mesmo tempo, atender às demandas sociais", descreve outro professor da FGV-SP, Thomaz Wood Jr., também autor de livro sobre o assunto: "Cuidado, Trabalho". Para ele, o trabalho está no centro dessas ambigüidades e contradições. A saída, afirma o pesquisador, é conhecer melhor como funcionam as organizações para ter uma vida corporativa mais saudável.  </p>

<p>Não é preciso voltar muito no tempo para identificar a raiz desse processo de mudanças. Há pouco mais de um década, os escritórios não eram muito diferentes daquilo que se via no passado. O aparelho de fax era o principal sinal de modernidade. A era da tecnologia da produtividade veio com as redes de computadores, blackberrys, notebooks, celulares e outros apetrechos que elevaram a capacidade de trabalho de cada funcionário. Menos pessoas passaram a fazer mais trabalho. A estabilidade na economia, por sua vez, obrigou as empresas a viverem mais do resultado operacional do que dos ganhos financeiros. "Esse é um marco de mudança nos processos de gestão de pessoas", diz o consultor e professor da Fundação Dom Cabral, Pedro Mandelli. "A empresa deixou de ser instituição e passou a ser um negócio. Passou a valer o relatório de custo, a necessidade de ser mais competitivo."  </p>

<p>Tal transformação exige uma organização mais ágil e enxuta. "O impacto na qualidade de vida nas empresas foi grande", aponta Mandelli. Como muitas das atividades que a empresa fazia não agregavam valor aos clientes, surgiu a terceirização e com ela o discurso da empregabilidade. "Passou-se a exigir um conjunto de competências e habilidades do funcionário, sem as quais ele se tornava dispensável para a organização", comenta o consultor. A empresa passou a correr atrás de quem é bom. Os profissionais começaram a ter medo e correr em busca de cursos de formação.  </p>

<p>Com tamanha pressão, o trabalho tanto pode ser fonte de sofrimento como de prazer. A professora Estelle Morin, fundadora do Criteos (Centro de Pesquisa em Trabalho, Saúde e Eficácia Profissional), de Montreal, identificou os principais fatores que podem fazer do trabalho algo muito gratificante:  </p>]]>        
                      <![CDATA[<p>- Ser bem realizado, de forma eficaz e eficiente;  <br />
- Ter uma função social e trazer algo de positivo para a sociedade;  <br />
- Permitir o autodesenvolvimento;  <br />
- Proporcionar relações humanas enriquecedoras; e  <br />
- Permitir uma remuneração capaz de responder às necessidades do indivíduo.  </p>

<p>"Naturalmente, não é fácil atingir tais condições. É um processo que leva tempo e exige esforço e energia, e também alguma sorte", afirma Wood Jr.  </p>

<p>Encontrar prazer ou sofrimento no trabalho é algo que depende de cada um. Bendassolli diz acreditar que as pessoas tentam fugir do sofrimento que é o trabalho. Mas, quando entram nas organizações, as empresas institucionalizam o sofrimento. "Por isso há tanta gente querendo abrir o próprio negócio. Mesmo assim, é uma saída duvidosa, porque virão dilemas até maiores do que ser empregado, quando a empresa funciona como grande mãe", alerta.  </p>

<p>O consultor Luiz Fernando Giorgi, que há mais de 20 anos atua como executivo, entende, que uma das saídas é buscar um vínculo diferente com as empresas. Diminuir o grau de dependência em relação a elas. "A pessoa precisa ter satisfação não só com o vínculo tradicional e relações de longo prazo. É preciso buscar alternativas. Dar vazão ao espírito empreendedor. Ser mais responsável pelo próprio futuro", observa. Atualmente, com o grande número de fusões e aquisições, os processos de mudanças são grandes. "Há empresas que mudam de presidente nove vezes", completa.  </p>

<p>A seu ver, as novas gerações já buscam um novo tipo identificação. Os jovens não querem mais trabalhar em fábricas. Preferem os serviços financeiros e as indústrias criativas. Um fenômeno interessante, associado ao reconhecimento social, são as ONGs, nota Wood Jr. "Há um número crescente de profissionais buscando colocações nessas organizações. É um sinal de busca de um tipo de trabalho que tenha impacto social e, por isso, seja reconhecido pela comunidade", afirma. A geração videogame, como diz Giorgi, tem por outro lado uma expectativa de progressão acelerada. "O problema é que essa mágica não existe nas organizações", observa.  </p>

<p>De qualquer forma, essa que hoje é conhecida por geração do milênio procura compatibilizar os valores corporativos com os valores pessoais. Um estudo recente da consultoria PricewaterhouseCoopers com 3 mil jovens recém-graduados da China, dos Estados Unidos e do Reino Unido aponta nessa direção. Essa busca por uma identidade de valores significa que os novos profissionais serão bem mais seletivos na hora de mudar de emprego. Eis aí um novo desafio para as empresas. A pesquisa revela também que os jovens, ao contrário da geração que os precedeu, esperam trabalhar dentro de horários regulares e tradicionais.  </p>

<p>Ainda não é nada tão radical quanto ao que a alemã Judith Mair andou pregando no melhor estilo Henry Ford. Para ela, trabalho é trabalho, diversão é diversão. A frustração das pessoas estaria nessa invasão de assuntos profissionais da vida pessoal. "De fato, com as novas tecnologias de informação e comunicação, as empresas ficaram mais gulosas e a fronteira entre o profissional e pessoal ficou diluída", conclui Bendassolli. É mais um ponto em que a ambigüidade se manifesta. "As empresas não querem dar garantia alguma de um vínculo mais permanente, mas invadem a privacidade das pessoas", afirma. Luiz Fernando Giorgi lembra que até atividades de lazer foram incorporadas à rotina do trabalho. O executivo sai para jogar tênis e golfe, mas o objetivo é fazer networking.  </p>

<p>Thomaz Wood Jr. ressalta que existe uma grande exigência sobre os executivos, especialmente aqueles em posições de comando. "Arrisco afirmar que é uma barganha faustiana: eles - ou elas - têm status, bons salários e benefícios adicionais; em troca, oferecem seus corações e mentes. Para alguns, é uma boa troca, que os faz felizes. Mas isso não é para todos. Há os que já abdicaram dessa barganha."  </p>

<p>lO trabalho deixou de ser o principal fator de identidade na vida das pessoas, mas não perdeu sua importância como fator de inclusão social, quando se olha o conjunto da sociedade. Se as mudanças tecnológicas e de produtividade provocaram incerteza para alguns, também criaram oportunidades para outros. "Com maior acesso à educação e informação, há uma mobilidade maior no meio da pirâmide", afirma Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese. "Hoje já não se vêem mais aquelas famílias em que o pai era metalúrgico e os filhos também seguiam a profissão, adotando-a quase como um sobrenome", observa. Para ele, as mudanças estão afetando os sindicatos, que vivem uma crise mundial e precisam repensar seu papel diante de novas frentes de luta e interesses que se abriram.  </p>

<p>A crise no sentido do trabalho, apontada no livro de Bendassolli, resulta em novos vínculos entre o empregado e a empresa. "A ambigüidade e a incerteza do ambiente de trabalho levam as pessoas a buscar estratégias de sobrevivência. Uma delas é o que se pode chamar de teatro", diz. Esse comportamento, segundo Wood Jr., é reforçado pelas escolas. "Elas ensinam cada vez mais o jargão da moda e técnicas de comunicação e expressão. Valorizam os professores que dão shows e estão se tornando escolas de atores." Sua crítica engloba também a mídia, que dá grande destaque para comportamentos, roupas e boas maneiras. "Uma certa dose de teatro é necessária na vida social, mas passamos do limite. Isso tem conseqüências negativas para os indivíduos, que ficam obcecados pela própria imagem, e para as organizações, que se tornam ilhas da fantasia, descoladas da realidade", assinala.  </p>

<p>Um fenômeno correlato, aponta o professor, é o da valorização de algumas funções, consideradas mais "bacanas", tais como marketing, estratégia e finanças, e a terceirização de tudo o que é considerado secundário ou meramente aborrecido. "Cria-se um sistema de castas, as quais convivem no mesmo ambiente, porém com status e direitos muito diferentes. É uma condição difícil de gerir, mas não há solução à vista, apenas meios para mitigar os efeitos negativos."  </p>

<p>O consultor Giorgi vê por trás desse quadro uma crise de liderança nas empresas. Para ele as corporações se tornaram muito frias e exigentes. "Há pouca identidade. Elas têm nome, marcas fortes, mas carecem de lideranças fortes. O tempo de permanência dos líderes foi reduzido. Normalmente o profissional se reporta a três chefes que nem sempre são os mesmos", observa. As grande corporações, assinala, se transformaram em máquinas de sugar a capacidade de relações humanas. Tudo é cobrança e controle. "As pessoas na verdade não se conhecem e se comunicam pelo messenger."  </p>

<p>O professor Thomaz Wood Jr., por sua vez, vê a questão de liderança e líderes como "temas fetiche", geralmente vistos como fonte e solução de todos os problemas. "Seria mais adequado pensar nos quadros profissionais, de forma geral", avalia. Para ele, o problema é a formação inadequada. Mesmo com a multiplicação, nas últimas duas décadas, de MBAs, cursos de extensão, universidades corporativas. Wood Jr. avalia que a qualidade, em termos de conteúdo e pedagogia, é insuficiente. "Os professores têm qualificação precária, os alunos têm mais interesse no diploma do que no aprendizado e as escolas estão mais preocupadas com os lucros do que com o ensino. Uns fingem que ensinam, outros fingem que aprendem", comenta.  </p>

<p>Os números sobre educação executiva no Brasil impressionam, mas a qualidade assusta, segundo ele. "Depois de alguns anos de crescimento, as empresas estão sentindo na pele a falta de quadros qualificados. E assim seguimos", resigna-se.  </p>

<p>As empresas têm um grande desafio pela frente: fazer que haja coerência entre o discurso que pregam e sua prática diária, na opinião de Giorgi. "Hoje, o mercado de capitais trouxe um elemento a mais de estresse. O trabalho gira em torno do comportamento das ações na Bolsa. Sem um ambiente adequado será muito difícil reter os talentos", declara. Para o indivíduo que busca a realização ou sentido no trabalho, não há uma única receita. Esse tampouco é o objetivo do livro de Bendassolli, embora explique e jogue luz sobre várias coisas.  </p>

<p>Uma palavrinha mágica, muito empregada atualmente, é motivação. Mas, segundo o pesquisador alemão Burkard Sievers, lembrado pelo professor Wood Jr., motivação é o substituto pobre para a falta de sentido no trabalho. Resta então a sabedoria zen: "Quem é mestre na arte de viver distingue pouco entre o trabalho e o tempo livre, entre a sua educação e a sua recreação. Busca simplesmente uma visão de excelência em tudo o que faz, deixando que os outros decidam se está trabalhando ou brincando. Ele pensa sempre em fazer as duas coisas ao mesmo tempo."</p>]]>
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                       <title>Convite - Sessões Informativas no Brasil - Instituto de Empresa Business School</title>
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                      <summary type="text/plain">O IE organiza todos os anos sessões informativas em mais de 100 cidades pelo mundo. Eu sou responsável por organizar as sessões informativas que ocorrem no Brasil. Envio abaixo video-convite para as próximas sessões que ocorrerão por todo o país. Sessão Informativa Porto Alegre Segunda-feira, 18 de Fevereiro, às 19h Hotel Sheraton - Rua Olavo Barreto Viana, 18 - Moinhos de Vento Prova de Admissão Porto Alegre Terça-feira, 19 de Fevereiro Hotel Sheraton -19h Sessão Informativa Salvador Segunda-feira, 25 de Fevereiro, às 19h Hotel Blue Tree Premium - Rua Monte Conselho, 505 - Rio Vermelho Prova de Admissão Salvador Terça-feira,...</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Videos</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>O IE organiza todos os anos sessões informativas em mais de 100 cidades pelo mundo. Eu sou responsável por organizar as sessões informativas que ocorrem no Brasil. Envio abaixo video-convite para as próximas sessões que ocorrerão por todo o país.</p>

<p><strong>Sessão Informativa Porto Alegre</strong><br />
Segunda-feira, 18 de Fevereiro, às 19h<br />
Hotel Sheraton - Rua Olavo Barreto Viana, 18 - Moinhos de Vento<br />
Prova de Admissão Porto Alegre<br />
Terça-feira, 19 de Fevereiro<br />
Hotel Sheraton -19h</p>

<p><strong>Sessão Informativa Salvador</strong><br />
Segunda-feira, 25 de Fevereiro, às 19h<br />
Hotel Blue Tree Premium - Rua Monte Conselho, 505 - Rio Vermelho<br />
Prova de Admissão Salvador<br />
Terça-feira, 26 de Fevereiro<br />
Hotel Blue Tree Premium - 19h</p>

<p><strong>Sessão Informativa Curitiba</strong><br />
Segunda-feira, 03 de Março, às 19h<br />
Hotel Four Points by Sheraton - Av. Sete de Setembro, 4.211 - Batel<br />
Prova de Admissão Curitiba<br />
Terça-feira, 04 de Março<br />
Hotel Four Points by Sheraton - 19h</p>

<p><strong>Sessão Informativa Fortaleza</strong><br />
Segunda-feira, 10 de Março, às 19h<br />
Hotel Gran Marquise - Av. Beira Mar, 3.980 - Praia do Mucuripe<br />
Prova de Admissão Fortaleza<br />
Terça-feira, 11 de Março<br />
Hotel Gran Marquise - 19h</p>

<p><strong>Sessão Informativa Goiânia</strong><br />
Segunda-feira, 17 de Março, , às 19h<br />
Hotel Castro's Park - Av. República do Líbano, 1.520 - Setor Oeste<br />
Prova de Admissão Goiânia/Brasília<br />
Quinta-feira, 27 de Março, às 19h<br />
Hotel Meliá - SHS Quadra 6, Conj. A Bloco F, Asa Sul</p>

<p><object width="425" height="350"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XsAOaEQt-Kw"> </param> <embed src="http://www.youtube.com/v/XsAOaEQt-Kw" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"> </embed> </object></p>]]>        
                      
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                       <title>Espanha abriga 4 dos 100 melhores programas de MBA do mundo - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2008-01-29T21:02:22Z</modified>
                    <issued>2008-01-28T20:27:00Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Traduzido por Newton Campos (Título original: Spain has 4 of world&apos;s best 100 MBA programs) Londres, Jan 28 (EFE) - Quatro escolas de negócios espanholas estão entre as 100 melhores escolas do mundo de acordo com o último relatório anual de MBA&apos;s publicado nesta segunda-feira pelo jornal Financial Times. No ranking deste ano, além do IE Business School, classificado como a 8ª principal escola do mundo, estão os programas do Iese Business School, 11ª posição, Esade Business School, 21ª posição e Eada, que ficou na 95ª posição. No topo do ranking, tal como nos últimos 3 anos, ficou a escola...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
                    </author>
                     <dc:subject>Artigos sobre MBA</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p><em>Traduzido por Newton Campos (Título original: Spain has 4 of world's best 100 MBA programs)</em></p>

<p>Londres, Jan 28 (EFE) - Quatro escolas de negócios espanholas estão entre as 100 melhores escolas do mundo de acordo com o último relatório anual de MBA's publicado nesta segunda-feira pelo jornal Financial Times.</p>

<p>No ranking deste ano, além do IE Business School, classificado como a 8ª principal escola do mundo, estão os programas do Iese Business School, 11ª posição, Esade Business School, 21ª posição e Eada, que ficou na 95ª posição.</p>

<p>No topo do ranking, tal como nos últimos 3 anos, ficou a escola de negócios Wharton da Universidade da Pensilvânia, seguida pela London Business School, Columbia Business School, Stanford University's Graduate Business School e Harvard Business School.</p>

<p>Na Europa, o IE ficou com a 3ª colocação, enquanto o Iese ficou na 5ª, Esade em 9ª e Eada na 25ª.</p>

<p>O IE foi classificado como a melhor escola de negócios do mundo na área de Comportamento Organizacional (Organizational Behavior) e como a segunda melhor no campo de Responsabilidade Social (CSR Corporate Social Responsibility).</p>

<p>Outras áreas nas quais o IE ficou classificado como uma das 10 melhores escolas do mundo foram Empreendedorismo (5ª), International Business (6ª), Economia (7ª), Tecnologia da Informação (8ª), Estratégia (9ª) e Marketing (9ª).</p>

<p>O Iese por sua vez, ficou como uma das 10 melhores em Salários em Consultoria (7ª) e em General Management (10ª).</p>

<p>O Esade também conseguiu entrar na lista das 10 melhores do mundo em duas categorias: Responsabilidade Social (6ª) e Marketing (8ª).</p>

<p>Os alunos formados pelo IE - 93% destes encontraram trabalho em menos de 3 meses após o término do programa - recebem uma média salarial anual de 124.600,00 dólares (84.578,00 euros).</p>

<p>Os alunos formados pelas quatro escolas de negócio espanholas viram seus salários aumentar entre 200% e 250% com relação aos seus salários antes do MBA.</p>

<p>Além disso, 36% dos alunos formados pelo IE são mulheres, enquanto 28% dos ex-alunos do Iese são mulheres,  34% dos formados pelo Esade e 40% dos formados pela Eada são mulheres.</p>

<p>Entre as escolas espanholas a Eada tem a maior porcentagem de alunos estrangeiros com 9&% de seus alunos vindo de fora da Espanha.</p>

<p>Ela é seguida pelo Esade, com 82%, Iese com 80% e IE com 75%.</p>

<p>O Esade se destaca de seus competidores locais e internacionais por requerer que seus alunos falem dois idiomas estrangeiros além do idioma usado em sala de aula. EFE</p>]]>        
                      
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                       <title>Parceria IE Business School x Anefac - Instituto de Empresa Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2007/11/parceria_ie_bus.php" />
                    <modified>2007-11-30T17:40:32Z</modified>
                    <issued>2007-11-30T17:21:35Z</issued>
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                    <created>2007-11-30T17:21:35Z</created>
                      <summary type="text/plain">Durante o mês de Novembro o escritório do Brasil do IE firmou um acordo de cooperação com a Anefac - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. A idéia é que os membros da Anefac e da rede de ex-alunos do IE no Brasil se conheçam melhor, pouco a pouco, pois acreditamos que as instituições têm alguns objetivos similares no País. Assim como a Anefac faz com seus sócios o IE procura oferecer oportunidades de networking para seus ex-alunos, promovendo encontros e contatos entre estes e outros importantes atores da comunidade de negócios brasileira. Assim, divulgaremos alguns eventos...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Notícias do IE</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Durante o mês de Novembro o escritório do Brasil do IE firmou um acordo de cooperação com a Anefac - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. A idéia é que os membros da Anefac e da rede de ex-alunos do IE no Brasil se conheçam melhor, pouco a pouco, pois acreditamos que as instituições têm alguns objetivos similares no País.</p>

<p><img alt="http://farm3.static.flickr.com/2349/2075585045_6f7d86b758.jpg?v=0" src="http://farm3.static.flickr.com/2349/2075585045_6f7d86b758.jpg?v=0" width="142" height="92" /></p>

<p>Assim como a <a href="http://www.anefac.com.br">Anefac</a> faz com seus sócios o IE procura oferecer oportunidades de networking para seus ex-alunos, promovendo encontros e contatos entre estes e outros importantes atores da comunidade de negócios brasileira.</p>

<p>Assim, divulgaremos alguns eventos da Anefac junto aos nossos ex-alunos que poderão se associar à Anefac procurando melhor inserção na Associação e divulgaremos algumas ações do IE no Brasil junto aos associados da Anefac, para que estes conheçam melhor o IE e seu importante papel como uma Escola de negócios e jurídica líder na Europa.</p>]]>        
                      
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                       <title>Open Days - 2008 - Instituto de Empresa Business School</title>
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                    <modified>2007-11-17T00:26:08Z</modified>
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                      <summary type="text/plain">Esta nota é para interessados nos cursos do IE. Publico as datas dos &quot;Open Days&quot; do primeiro semestre do ano que vem. Um open day é um dia pré-agendado onde o campus se abre para que pessoas interessadas em estudar no IE façam uma visita guiada e realizem um encontro com atuais alunos. É necessário se inscrever ligando para o escritório do IE no Brasil (+55 11 3254 7636) ou enviando um email para brasil arroba ie ponto edu. 26 de Novembro de 2007 28 de Janeiro de 2008 03 de Março de 2008 11 de Abril de 2008 26...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                     <dc:subject>Notícias do IE</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Esta nota é para interessados nos cursos do IE.<br />
Publico as datas dos "Open Days" do primeiro semestre do ano que vem. Um <em>open day</em> é um dia pré-agendado onde o campus se abre para que pessoas interessadas em estudar no IE façam uma visita guiada e realizem um encontro com atuais alunos. É necessário se inscrever ligando para o escritório do IE no Brasil (+55 11 3254 7636) ou enviando um email para brasil arroba ie ponto edu.</p>

<p>26 de Novembro de 2007<br />
28 de Janeiro de 2008<br />
03 de Março de 2008<br />
11 de Abril de 2008<br />
26 de Maio de 2008<br />
30 de Junho de 2008</p>]]>        
                      
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