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       <title>IE Brazilian Place - Instituto de Empresa Business School</title>
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 <modified>2009-06-16T16:01:02Z</modified>
   <tagline>Português: Ponto de encontro entre alunos e ex-alunos brasileiros de uma das melhores Business Schools do Mundo. O idioma principal desta comunidade é o Português, mas o Inglês e o Espanhol também são aceitos.
English: This is the place where present and former IE brazilian students meet each other. Feel free to become part of this network. The main language used in this community is the Portuguese but you can also use English and Spanish.
Español: Este es el sitio donde los actuales alumnos y antiguos alumnos brasileños del IE se encuentran. Sientase libre para participar de esta comunidad. El idioma principal de esta comunidad es el Portugués pero puedes participar también en Inglés o Español.</tagline>
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       <copyright>Copyright (c) 2009, terciane.alves@gmail.com</copyright>
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                       <title>Camilo Lima em Madri - IE Business School</title>
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                         <![CDATA[<p><img alt="camilo2a.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/camilo2a.jpg" width="800" height="529" /><br />
</p>]]>        
                      
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                       <title>Um jeito Easy Going  - IE Business School</title>
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                      <summary type="text/plain">Camilo Lima, ex-aluno de MBA, refaz os caminhos de adaptação em Madri Já no bate-papo dá para perceber. O brasileiro Camilo Lima é bem humorado, aberto e conta sua história com generosidade a quem planeja fazer um MBA no Instituto de Empresa de Madri. Camilo pontua sua conversa conosco dando pistas de como melhor aproveitar o curso e a estadia em Madri. Atento a detalhes práticos, não deixa de falar das paisagens que mais o inspiraram na cidade, da busca por serviços de comunicação e, claro, das baladas. Aí vai um resumo de nosso bate-bola....</summary>
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                         <![CDATA[<p>Camilo Lima, ex-aluno de MBA, refaz os caminhos de adaptação em Madri</p>

<p><br />
Já no bate-papo dá para perceber. O brasileiro Camilo Lima é bem humorado, aberto e conta sua história com generosidade a quem planeja fazer um MBA no Instituto de Empresa de Madri. Camilo pontua sua conversa conosco dando pistas de como melhor aproveitar o curso e a estadia em Madri. Atento a detalhes práticos, não deixa de falar das paisagens que mais o inspiraram na cidade, da busca por serviços de comunicação e, claro, das baladas. Aí vai um resumo de nosso bate-bola.  <br />
 <br />
</p>]]>        
                      <![CDATA[<p>Primeira impressão sobre Madri: “A melhor possível. Tempo aberto e clima agradável. Logo descobri facilidade para adquirir telefone, andar pela cidade e me comunicar com as pessoas”.</p>

<p>A chegada: “Foi tranquilo. A busca por apartamentos também. A cidade dispõe de bons serviços online de classificados e os madrileños (madrilenhos) têm o hábito de compartilhar habitação”. </p>

<p>Primeira moradia: “Surgiu quando encontrei colegas do IE. Dividi meu piso com um chileno que já havia encontrado um apê e queria mais um colega. Recomendo frequentar a escola desde o começo do ano letivo, mesmo sem aulas. Não cheguei a fazer isso, mas sei que quem o fez se deu bem. Logo de cara teria feito amigos e talvez minha busca por apartamentos fosse mais breve. Como fiquei procurando apê por muitos dias, me instalei em um albergue e ali fiquei por um mês. O o espaço era muito confortável, mas o não ideal para os primeiros dias de aula. Também perdi dias lindos que poderia aproveitar melhor a cidade que ela é demais. Há parques, museus, áreas boêmias e etc... </p>

<p><br />
Passeios preferidos: “Ia muito ao parque do Retiro (gostava de correr ou pedalar, ou só ler um estudo de caso debaixo de uma árvore). Nem sempre era muito produtivo, é verdade, mas relaxava e dava para recompor energias. Alguns amigos gostavam mais da La Latina (uma espécie de Vila Madalena, bairro de São, ou Lapa, do Rio). Outros curtiam a noite, balada forte...” Havia opções para todos os gostos e todas muito boas. Eu transitava por todos. Além disso, fazia jantares, happy hours e sessões de filmes em casa para network com grupos menores, já que no começo todos vão para o "bar of the week" - uma balada por semana com desconto para o aluno IE. É bom para ver os rostos e quebrar o gelo mas não dá para conhecer ninguém ali, mais pra frente isso também serve para desestressar."<br />
 <br />
O jeito brasileiro de ser: "Nesses eventos, fica claro como o IE é diverso em vários sentidos, tem gente do mundo todo, que trabalhou com todo tipo de atividade e com características pessoais muito próprias, mas tendo a dizer em linhas gerais que o aluno do IE tende a ser gente boa...Easy going, sem ser folgado ou relaxado...isso é muito importante em um curso tão intenso como o MBA. A colaboração entre alunos era grande e contrastava com histórias de competição ferozes vindas de outras escolas - principalmente as Top Five Americanas.<br />
 <br />
Networking: "Não posso reclamar, no primeiro dia de aula, conheci um israelense cujo pai tinha negócios no Brasil na mesma área que eu. Então, estava me aventurando. Todos os Brasileiros que lá estavam hoje são meus amigos. O chileno que dividiu apartamento comigo vive hoje aqui em São Paulo. Temos atividades profissionais que se cruzam. Estou prospectando fornecedores para um espanhol e uma inglesa me indicou para uma vaga que ficou sabendo e achou "a minha cara” e um Belga está dando dicas de Dubai pra minha prima. Estes são alguns exemplos, mas a lista não termina para quem, como eu, fui disposto a ampliar seu mundo."<br />
 <br />
Em tempo: de volta ao Brasil, Camilo Lima está prospectando e preparando muitas novidades em sua carreira. Logo a gente volta para contar!<br />
</p>]]>
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                       <title>Guernica - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-04-11T01:37:31Z</modified>
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                         <![CDATA[<p><img alt="Picasso_Guernica2.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/Picasso_Guernica2.jpg" width="1807" height="804" /><br />
</p>]]>        
                      
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                       <title>O dia em que acordei dentro de Guernica - IE Business School</title>
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                      <summary type="text/plain">Quem ou o que faz você sentir-se verdadeiro, legítimo, sem medo de ser o que é? Desarmado, seria talvez a palavra mais apropriada. Uma viagem, um amigo, um cão, uma obra de arte? Aproveito minha colaboração neste blog do IE Business School para falar de Madri, capital sede desta escola. Foi em Madri. De repente, estava ali. Não sei que dia, ano ou direito quem sou. Somente me dou conta de que estou há mais de dez minutos olhando para nada menos que Guernica. Essa tela gigantesca que Pablo Ruiz Picasso concebeu com seu estilo cubista nos tenebrosos anos da...</summary>
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                         <![CDATA[<p>Quem ou o que faz você sentir-se verdadeiro, legítimo, sem medo de ser o que é? Desarmado, seria talvez a palavra mais apropriada. Uma viagem, um amigo, um cão, uma obra de arte? Aproveito minha colaboração neste blog do IE Business School para falar de Madri, capital sede desta escola. </p>

<p>Foi em Madri. De repente, estava ali. Não sei que dia, ano ou direito quem sou. Somente me dou conta de que estou há mais de dez minutos olhando para nada menos que Guernica.  Essa tela gigantesca que Pablo Ruiz Picasso concebeu com seu estilo cubista nos tenebrosos anos da guerra civil espanhola. </p>

<p>Estou absorta. Mudo de ângulo, de perspectiva, mas é uma sensação ímpar estar diante dessa obra de arte que sintetiza tantas camadas de história: embasbacada. Fecho os olhos e abro. Ela está lá. Esse lá e o Museo Reina Sofía, um endereço imperdível para quem vai a Madri.</p>

<p>Pablo Picasso a criou em 1937, mas embargou Guernica dos olhos de sua terra natal. Ninguém a conheceria lá enquanto a Espanha não se tornasse um país democrático. Picasso teria ficado revoltado com o bombardeio da pequena Guernica pelas tropas ligadas a Hitler. Vinte e cinco anos depois, em 1981, a cobertura dos jornais sobre ida da obra de arte que estava no Moma, em Nova York, lá foi narrada como um dia histórico.  </p>

<p>Finda a guerra. Guernica, não só a cidade espanhola retratada, mas a tela, agora poderiam viver na Espanha. Há quem conteste o mito do Bombardeio de Guernica, do qual Picasso teria tomado conhecimento por meio da leitura de jornais, pois vivia em Paris.   </p>

<p> Mas aqui chamo a atenção do quanto você pode enveredar-se em uma obra de arte tão impactante assim? Dê os adjetivos que quiser a Guernica, o olhar é seu. Para o meu, ela é gigantesca, febril, revela corpos na guerra, estilhaços de edifícios destruídos pela força aérea alemã. Mostra a precisão de Picasso, ou seria exasperação e desespero em uma explosão? Guernica não me deixará esquecer Madri. Não me deixa esquecer de algo visceral que há na civilização espanhola: inquieta, ávida e de comunicação direta. </p>

<p>Fico me perguntando se esse quê febril, de disputas e de vocações históricas, interfere no estilo de fazer negócios do espanhol. Acho que meus amigos do IE Businesses, a terceira maior escola de MBA da Europa, podem contribuir melhor do que eu. Adorarei ouvi-los aqui. Também entendo que Picasso deixou um exemplo de comunicação atemporal por meio da arte.  </p>

<p> Guernica não me deixará esquecer jamais daquela dupla viagem.  Viagem à Espanha e à simples constatação do quanto a vida pode ser plena quando somos e fazemos o que é intrinsecamente verdade dentro de nós. Assim fez Pablo Ruiz Picasso. Concebeu Guernica, embargou Guernica. Pintou e chorou por Guernica. Bombardeada ou não, essa sintetizou os conflitos da época. </p>

<p> Começo hoje a escrever uma série de posts sobre Madri. E comecei a partir de Picasso. Conto, é claro, com a ajuda, de alunos e ex- alunos brasileiros do IE Business School que a conhecem. Tem algo a falar de Madri ou mesmo comentar sobre esse tema no período em que esteve estudando no IE ou ainda está? Conte para nós! Até o próximo post! Um abraço. Boa Páscoa!</p>]]>        
                      
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                       <title>O PRIMEIRO POST - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-03-27T10:35:35Z</modified>
                    <issued>2009-03-27T01:29:58Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Um inventário sobre as histórias de guinadas profissionais e de vida Terciane Alves O convite para colaborar com a comunidade do IE Business School neste blog me imbuiu de um misto de sentimentos, mas os dois mais fortes são a crença no poder dos relacionamentos e das palavras. Agora, vou contar a vocês um pouco de quem sou e do que pretendo trazer em meus posts. Nascida em São Paulo, jornalista, 36 anos, 15 de profissão, tenho cursos de especialização em economia, saúde e moda. Tenho paixão por livros, bichos, café e, claro, por boas histórias. Passei quase seis anos...</summary>
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                         <![CDATA[<p><strong>Um inventário sobre as histórias de guinadas profissionais e de vida</p>

<p>Terciane Alves</strong></p>

<p><strong>O convite para colaborar com a comunidade do IE Business School neste blog me imbuiu de um misto de sentimentos, mas os dois mais fortes são a crença no poder dos relacionamentos e das palavras.  Agora, vou contar a vocês um pouco de quem sou e do que pretendo trazer em meus posts. </strong></p>

<p>Nascida em São Paulo, jornalista, 36 anos, 15 de profissão, tenho cursos de especialização em economia, saúde e moda. Tenho paixão por livros, bichos, café e, claro, por boas histórias. </p>

<p>Passei quase seis anos no jornal O Estado de S. Paulo, de 2000 a 2006, ouvindo profissionais nas situações mais diversas. Presidentes e CEOs de empresas, trainees, gerentes se preparando para uma guinada,  executivos em transição de carreira, em processo de coach, sabáticos. </p>

<p>Essa era minha tarefa como titular dos assuntos inerentes à educação executiva, mercado de trabalho, empregos e carreiras para homens de negócios e para vários setores profissionais e especializações. Mas o trabalho, não raro, se transformava em um alento.  </p>

<p>Aprendi a lidar com conceitos, nomes, siglas e chavões do mercado corporativo.  Essa experiência me deu oportunidade de conhecer expoentes do estudo da educação executiva, entre eles muitos profissionais do IE. No meio desse caminho, surgia recorrentemente o tema MBA - a sigla para o curso que forma experts em administração de negócios. </p>

<p>Passei a ler sobre as Business Schools e compreendi que elas tomaram escopo depois do fim da primeira guerra mundial. Foi quando várias indústrias e famílias de recursos passaram a bancar o fortalecimento de escolas norte-americanas e européias para que estas pudessem formar homens de negócios capazes de lidar com o novo capitalismo que insurgia. Foram gerações e gerações formadas a partir de conceitos da nova administração e de negócios que se sofisticaram com o passar dos anos. <br />
 <br />
Para as reportagens sobre MBA, me dispus a ouvir vários relatos de profissionais que mudaram de países para estudar por um ou dois anos fora. Deixaram empregos certos, família, vida afetiva e alguns até venderam casas. Outros, em bons tempos de economia, foram bancados por suas corporações para fazer este curso mundo afora. </p>

<p>Ao voltar, tinham a promessa de uma ascensão profissional. Outros tantos criaram modelos de negócios pioneiros.<br />
 E essas histórias sempre me faziam cair na palavra guinada. Compreendi tão logo que quem parte para um programa deste no exterior, almeja ser um profissional do mundo. </p>

<p>Tão logo se deparam com valores de culturas distintas e, nesse sabático proposital, esses ex-alunos transitam por uma transformação sem precedentes.</p>

<p>O IE, representado no Brasil por seu country manager,  Newton Campos, sempre me facilitou o contato com seus ex-alunos e alunos. Depois de alguns encontros, notei que os fatores empreendedorismo e networking eram mesmo os pontos fortes do IE. Não só.</p>

<p>O pioneirismo da escola em tecnologia – foi a primeira ter todo o campus em Madri com wi-fi – me chamou a atenção. Condizia com minha curiosidade por novas mídias e tecnologias.</p>

<p>Nos primeiros anos de 2000, acompanhei no Brasil o interesse de alunos de elite crescer por estudar na Europa, endereço certo para encontrar alunos de várias nacionalidades.</p>

<p>Por essas e tantas razões, aceitei o convite para reportar aqui a história de ex-alunos e alunos do IE. Agora, vou trazer para você posts que pretendem transmitir um pouco da essência desse momento de career shift.  Daí vem o nome shiftmais. É um canal no blog aberto a vivências, relacionamentos, psicologia comportamental, viagens, modos de vida! Espero que gostem, colaborem, critiquem! Obrigada por me ler!</p>]]>        
                      
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                       <title>Novas carreiras - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-03-27T10:31:37Z</modified>
                    <issued>2009-03-24T16:53:44Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Reportagem publicada na Folha de S. Paulo Pouco conhecidas, carreiras alternativas ganham espaço Sustentabilidade, tecnologia e moda abarcam as principais novidades &quot;Trendspotter&quot;, &quot;coffeetender&quot;, especialista em &quot;compensation&quot;, &quot;report&quot;, gestor de reputação. Desconhecidas, essas profissões não constam dos manuais de vestibulares. Contudo, na avaliação de especialistas ouvidos pela Folha, estão entre as carreiras que mais se expandem no mercado de trabalho atual e asseguram boas oportunidades aos mais atentos (veja lista na pág. 3). Boa parte dessas vagas surge em multinacionais de vanguarda e, sobretudo, em empresas de pequeno porte, que atuam como butiques especializadas. Um exemplo é a Mandalah, focada em...</summary>
                    <author>
                              <name>terciane.alves@gmail.com</name>
                         
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                         <![CDATA[<p>Reportagem publicada na Folha de S. Paulo</p>

<p>Pouco conhecidas, carreiras alternativas ganham espaço <br />
Sustentabilidade, tecnologia e moda abarcam as principais novidades</p>

<p>"Trendspotter", "coffeetender", especialista em "compensation", "report", gestor de reputação. Desconhecidas, essas profissões não constam dos manuais de vestibulares. Contudo, na avaliação de especialistas ouvidos pela Folha, estão entre as carreiras que mais se expandem no mercado de trabalho atual e asseguram boas oportunidades aos mais atentos (veja lista na pág. 3). Boa parte dessas vagas surge em multinacionais de vanguarda e, sobretudo, em empresas de pequeno porte, que atuam como butiques especializadas.</p>

<p>Um exemplo é a Mandalah, focada em comportamento. Ao ser inaugurada há um ano e meio, contratou profissionais de 12 áreas de formação -de psicoterapeutas a designers- para exercer a mesma função: a de "trendspotter", uma espécie de caçador de tendências. "Esse profissional investiga idéias que tendem a ser im-pactantes e que possam virar produtos, bens ou conceitos", explica o consultor em recursos humanos Adriano Savelli. Muitas dessas carreiras estão associadas ao estudo das necessidades e dos dilemas da sociedade e são relacionadas ao consumo nas áreas de tecnologia, sustentabilidade e moda. "As carreiras diferenciadas surgem onde há excesso de renda disponível em certos segmentos da sociedade", analisa o diplomata Alexandre Vidal Porto, que vive no México. "Nas grandes capitais, profissões como a de "personal stylist" já se consolidaram à luz de necessidades de indivíduos com excesso de renda e demandas específicas, típicas das cidades globalizadas", diz ele.</p>

<p>Antena parabólica</p>

<p>Para os que pretendem seguir uma carreira alternativa, o caminho é desenvolver "atenção constante a 360 graus".<br />
"É essencial estar antenado nos segmentos em fase de crescimento, pois ali estão as oportunidades", sugere Irene Azevedo, sócia da consultoria Ki-enbaum Keseberg & Partners.<br />
"Vale a pena verificar jornais, revistas e depoimentos de profissionais. Mas, para obter sucesso, o principal é alinhar as habilidades à função desejada, seja em uma área nova, seja em uma tradicional", completa.</p>]]>        
                      
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                       <title>Pressão por matrícula X Liberdade de escolha - IE Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2009/03/escolas_de_nego_1.php" />
                    <modified>2009-03-12T19:02:50Z</modified>
                    <issued>2009-03-12T17:53:16Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Recentemente, talvez até por conta da crise que assola a Europa algumas escolas de negócios ditas &quot;top&quot; têm feito atos típicos de bandidagem e falta de vergonha na cara. Eu, que tenho trabalhado com pessoas que procuram escolas de elite há algum tempo, tenho recebido notícias incríveis de escolas que se dizem de primeira linha (para mim, estão deixando de ser). Nos últimos anos, identifiquei pelo menos 3 escolas entre as 20 melhores da Europa que estão correndo com processos de admissão dos candidatos para dar-lhes admissão rapidamente no começo do ano. Até aí tudo bem, isso não seria problema,...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>MBA World</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Recentemente, talvez até por conta da crise que assola a Europa algumas escolas de negócios ditas "top" têm feito atos típicos de bandidagem e falta de vergonha na cara. Eu, que tenho trabalhado com pessoas que procuram escolas de elite há algum tempo, tenho recebido notícias incríveis de escolas que se dizem de primeira linha (para mim, estão deixando de ser).</p>

<p>Nos últimos anos, identifiquei pelo menos 3 escolas entre as 20 melhores da Europa que estão correndo com processos de admissão dos candidatos para dar-lhes admissão rapidamente no começo do ano. Até aí tudo bem, isso não seria problema, se não fosse o caso de estas escolas também escreverem e telefonarem para o candidato em seguida, propositalmente antes que saiam os resultados das outras escolas dizendo que se eles não fizerem o pagamento da matrícula em 10 dias serão desconsiderados para o programa (isso é obviamente mentira).</p>

<p>Estive pesquisando. Curiosamente, duas têm origem religiosa. Uma delas, de origem jesuíta e também localizada na Espanha (não confundam com a escola do pessoal do Opus Dei que é bem mais direita embora também tenha origem religiosa), chega a colocar um grande "compromisso" com a responsabilidade social em sua página de internet:</p>

<p><img alt="cheating.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/cheating.jpg" width="500" height="375" /></p>

<p>"La misión de ESCOLA X es impulsar la docencia y la investigación en los ámbitos de la dirección de empresas y del derecho, a fin de contribuir a la formación científica, social y humana de personas que se caractericen por un elevado nivel de competencia profesional y por una plena conciencia de su responsabilidad en el desarrollo de una sociedad que promueva la dignidad de las personas, en el marco de las tradiciones humanistas y cristianas, y en un contexto de diálogo intercultural."</p>

<p>Baita cara-de-pau! Esta missão deve estar escrita numa cola como a da mão acima.</p>

<p>No IE (http://www.ie.edu), por outro lado, já participei de reuniões para discutir este assunto da matrícula e sempre chegamos à conclusão que devemos liberar os candidatos de pressões desnecessárias, quem quiser vir virá. Pressões de deadlines, pressões de burocracias inúteis e pressões para realização de matrícula não existem por lá. Na verdade, uma vez admitido, o candidato têm até 2 anos para se matricular e ninguém vai ficar importunando ele contando mentiras pra fazer ele se matricular.</p>

<p>O que mais me aborrece nesta história, na verdade, é que estas Escolas brincam com as vidas das pessoas, fazendo com que elas tenham que se matricular logo no início do ano por motivo nenhum, apenas evitar que elas ingressem em outras escolas melhores depois de aceitas. Pessoas são enganadas, de verdade, literalmente, e isso é muito mesquinho.</p>

<p>Aproveito o gancho para citar Richard Dawkins (wikipedia: em pesquisa de 2005, sobre os maiores intelectuais da atualidade, Richard Dawkins ficou com a terceira posição, atrás somente de Umberto Eco e Noam Chomsky):</p>

<p>“Um dos efeitos verdadeiramente negativos da religião é que ela nos ensina que é uma virtude satisfazer-se com o não-entedimento.”; “Se a morte é o fim de tudo, então viver é tudo.”; "A razão pela qual a religião organizada merece franca hostilidade é que ela é poderosa, influente, isenta de impostos e, além disso, sistematicamente transmitida a crianças que não têm idade suficiente para se defender."<br />
</p>]]>        
                      
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                       <title>Projeto 10.000 women: empreendedoras em ação - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-03-11T12:03:14Z</modified>
                    <issued>2009-03-11T11:11:49Z</issued>
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                    <created>2009-03-11T11:11:49Z</created>
                      <summary type="text/plain">Escrevo para anunciar a chegada ao Brasil do Projeto 10.000 mulheres (10.000 women) patrocinado pelo Goldman Sachs, desenhado pelo IE Business School e executado, no Brasil, pela FGV-SP. Parece que haverá duas turmas, uma para mulheres com mais experiência profissional como empreendedoras e outra para iniciantes. Para saber mais, favor consultar a pagina oficial do projeto e baixar o PDF: www.10000women.ie.edu...</summary>
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                              <name>newtoncampos</name>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Entrepreneurship</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Escrevo para anunciar a chegada ao Brasil do Projeto 10.000 mulheres (10.000 women) patrocinado pelo Goldman Sachs, desenhado pelo IE Business School e executado, no Brasil, pela FGV-SP. Parece que haverá duas turmas, uma para mulheres com mais experiência profissional como empreendedoras e outra para iniciantes. Para saber mais, favor consultar a pagina oficial do projeto e baixar o PDF:</p>

<p>www.10000women.ie.edu</p>

<p><img alt="10000w.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/10000w.jpg" width="498" height="289" /></p>]]>        
                      
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                       <title>IE, neve e sustentabilidade - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-03-05T22:25:54Z</modified>
                    <issued>2009-02-04T18:56:36Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Recentemente uma nevasca caiu sobre Madri, algo que não é muito comum. Vivi lá por 3 anos e me lembro como todos ficavam felizes com os poucos dias de neve que caíam sobre a cidade anualmente. A nevasca da foto abaixo, portanto, não é algo comum. Dizem que foi a mais forte em 40 anos. Tanto impressionou o pessoal que trabalha lá no IE que eles tiraram uma foto com o celular (foto abaixo) para registrar o momento. Para, nós, ex-alunos, é bacana poder ver a clássica sede do IE com tanta neve, é diferente. Queria compartilhar a imagem com...</summary>
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                     <dc:subject>Economia</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Recentemente uma nevasca caiu sobre Madri, algo que não é muito comum. Vivi lá por 3 anos e me lembro como todos ficavam felizes com os poucos dias de neve que caíam sobre a cidade anualmente. A nevasca da foto abaixo, portanto, não é algo comum. Dizem que foi a mais forte em 40 anos. Tanto impressionou o pessoal que trabalha lá no IE que eles tiraram uma foto com o celular (foto abaixo) para registrar o momento.</p>

<p>Para, nós, ex-alunos, é bacana poder ver a clássica sede do IE com tanta neve, é diferente. Queria compartilhar a imagem com vocês e aproveitar o gancho para obviamente comentar algo sobre o IE e sobre, desenvolvimento sustentável e o processo humano de degradação do meio ambiente.</p>

<p>Ninguém sabe ou consegue provar ao certo que fenômenos como este têm ocorrido devido às atividades do homem sobre a Terra. Poderíamos até dizer que estas ondas de calor e de frio estão relacionadas à degradação do meio ambiente mas o que explicaria portanto a neve que caiu em São Paulo em 1918? O certo é que a temperatura média da Terra esta subindo vertiginosamente e se a degradação ambiental contribui um pouco ou muito para isso já seria motivo suficiente para tentarmos amenizar o problema (a temperatura média de São Paulo subiu 2 graus nos últimos 80 anos).</p>

<p><img alt="IE Nevado.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/IE%20Nevado.jpg" width="490" height="384" /></p>

<p>De qualquer forma, seja o desenvolvimento do homem responsável direto ou não por estes acontecimentos, não podemos deixar de lutar para que o homem haja de forma consciente e responsável com as demais criaturas da Terra, incluindo os animais e as plantas. Afinal de contas, fazendo uma analogia um pouco forçada, se você encontra alguém morrendo na porta de sua casa por um motivo que não foi desencadeado por você, isso não te exime da responsabilidade de ajudar esta pessoa. É isto que está acontecendo com centenas de espécies sobre a a Terra neste momento.</p>

<p>Quando estudei no IE, lá atrás, em 2001, já se discutia este assunto em sala de aula. Eu descobria uma coisa nova, que estava impactando a maneira como nós nos percebemos. De fato, quando ainda vivia no Rio de Janeiro, com uns 15 anos de idade participei da ECO-92 pelo colégio em que estudava (ORT), mas não conseguia enxergar o papel de cada um e de cada organização nisso tudo. Foi no IE que a história de sustentabilidade fez sentido e talvez por isso o IE seja considerada a melhor escola de negócios da Europa no aspecto de sustentabilidade (e a 10a do mundo) de acordo com o ranking do "Aspen Institute". Mas isso é apenas o começo, falta muito por fazer e muita gente pra convencer a participar desta conversa.</p>]]>        
                      
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                       <title>Investimento estrangeiro no Brasil é o maior em 61 anos - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-02-04T20:01:42Z</modified>
                    <issued>2009-02-01T19:58:33Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Para todo mundo que está fora do Brasil, interessante ver esta notícia que saiu na semana passada na revista chilena América Economia (abaixo): ----------------------------------------------------- Brasília. O Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil somou, em dezembro de 2008, US$ 8,117 bilhões. O valor mensal é quase dez vezes superior ao registrado em dezembro de 2007, quando o ingresso somou US$ 886 milhões, de acordo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central do Brasil. Em todo o ano de 2008, o ingresso de IED somou US$ 45,060 bilhões. O valor anunciado representa um novo recorde anual dentro da série histórica do BC,...</summary>
                    <author>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Economia</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Para todo mundo que está fora do Brasil, interessante ver esta notícia que saiu na semana passada na revista chilena América Economia (abaixo):</p>

<p>-----------------------------------------------------</p>

<p>Brasília. O Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil somou, em dezembro de 2008, US$ 8,117 bilhões. O valor mensal é quase dez vezes superior ao registrado em dezembro de 2007, quando o ingresso somou US$ 886 milhões, de acordo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central do Brasil.</p>

<p>Em todo o ano de 2008, o ingresso de IED somou US$ 45,060 bilhões. O valor anunciado representa um novo recorde anual dentro da série histórica do BC, que teve início em 1947. O recorde anterior era de 2007, quando o IED totalizou US$ 34,585 bilhões. </p>

<p>Segundo o BC, o valor de IED em 2008 correspondeu a 2,84% do PIB. Em 2007, esse ingresso atingiu 2,59% do PIB. </p>

<p>Balança de pagamentos</p>

<p>A conta corrente do balanço de pagamentos do País com o exterior registrou em dezembro déficit de US$ 2,922 bilhões. Com este resultado, em todo o ano de 2008 as transações correntes tiveram déficit de US$ 28,3 bilhões, ante superávit de US$ 1,551 bilhão no ano de 2007, segundo o BC. </p>

<p>De acordo com o órgão, o resultado de dezembro teve a contribuição positiva de US$ 2,301 bilhões da balança comercial. A conta de serviços e rendas, por sua vez, foi deficitária em US$ 5,647 bilhões e as transações unilaterais encerraram o mês com ingresso líquido de US$ 424 milhões. </p>

<p>No acumulado de 2008, a balança comercial teve superávit de US$ 24,746 bilhões. Já a conta de serviços e rendas registrou déficit de US$ 57,234 bilhões. As transações unilaterais somaram ingresso líquido de US$ 4,188 bilhões. Segundo o Banco Central, o resultado das transações correntes em 2008 equivale a déficit de 1,78% do PIB. </p>

<p><br />
</p>]]>        
                      <![CDATA[<p>Remessa de lucros </p>

<p>As remessas de lucros e dividendos ao exterior somaram US$ 3,146 bilhões em dezembro. Em 2008 como um todo, as remessas atingiram US$ 33,875 bilhões, um crescimento de 50,6% em relação a 2007. </p>

<p>Já as despesas com juros somaram US$ 946 milhões em dezembro, quase três vezes acima dos US$ 347 milhões verificados em dezembro de 2007 e mais do que o dobro dos US$ 459 milhões de novembro de 2008. No acumulado de 2008, o gasto com juros somou US$ 7,232 bilhões, ligeiramente abaixo dos US$ 7,305 bilhões registrados em 2007. </p>

<p>Ações e renda fixa </p>

<p>Os investimentos estrangeiros em ações brasileiras tiveram saída de US$ 911 milhões em dezembro, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco Central. Em dezembro de 2007, o saldo havia ficado positivo em US$ 7,513 bilhões. Em todo o ano de 2008, o saldo ficou negativo em US$ 7,565 bilhões. </p>

<p>A saída de investimentos em ações negociadas no País somou US$ 10,850 bilhões, enquanto as ações negociadas no exterior (ADRs) registraram saldo positivo de US$ 3,285 bilhões. </p>

<p>As aplicações em títulos de renda fixa tiveram saldo negativo de US$ 4,464 bilhões em dezembro, ante saída de US$ 344 milhões em dezembro de 2007. No acumulado do ano de 2008, o saldo foi positivo em US$ 6,798 bilhões, bem abaixo do ingresso líquido de US$ 21,887 bilhões em 2007.</p>

<p>Dívida externa </p>

<p>A dívida externa brasileira recuou em dezembro para US$ 200,192 bilhões, de acordo com dados estimados pelo Banco Central. Em novembro, a estimativa do BC era que a dívida externa estava em US$ 206,616 bilhões. No último dado fechado do BC, relativo a setembro de 2008, registrava a dívida externa em US$ 211,381 bilhões. </p>

<p>A dívida externa de médio e longo prazo somou US$ 162,723 bilhões, ante US$ 161,683 bilhões em novembro e US$ 163,874 bilhões em setembro. A dívida de curto prazo, por sua vez, caiu para US$ 37,470 bilhões, ante US$ 44,933 bilhões em novembro e US$ 47,507 bilhões em setembro.</p>]]>
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                       <title>Proyecto de ingeniera colombiana recibirá apoyo económico de IE Business School - IE Business School</title>
                 <link rel="alternate" type="text/html" href="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2009/01/proyecto_de_ing.php" />
                    <modified>2009-01-28T23:03:41Z</modified>
                    <issued>2009-01-28T23:00:31Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Esta noticia saiu publicada recentemente no jornal colombiano &quot;Portafolio&quot;. Achei muito interessante porque foi o resultado final de uma atividade cada vez mais forte dentro do IE: o Venture Lab. ----- Todo comenzó con un carrito de perros calientes. Incluso antes: cuando el carrito era solo un sueño. Marcela Torres, entonces consultora en Bogotá, preguntó a la empleada de su casa cuál era su sueño. Cuando ella contestó que consistía en tener un carrito de perros, Marcela no dudó en prestarle 200.000 pesos. Fue el primer paso del proyecto Prospéritas, que mereció en 2008 el primer premio de un concurso...</summary>
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                  <email>newton.campos@ie.edu</email>
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                     <dc:subject>Entrepreneurship</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>Esta noticia saiu publicada recentemente no jornal colombiano "Portafolio". Achei muito interessante porque foi o resultado final de uma atividade cada vez mais forte dentro do IE: o Venture Lab.</p>

<p>-----</p>

<p>Todo comenzó con un carrito de perros calientes. Incluso antes: cuando el carrito era solo un sueño. Marcela Torres, entonces consultora en Bogotá, preguntó a la empleada de su casa cuál era su sueño.</p>

<p>Cuando ella contestó que consistía en tener un carrito de perros, Marcela no dudó en prestarle 200.000 pesos. Fue el primer paso del proyecto Prospéritas, que mereció en 2008 el primer premio de un concurso promovido por el prestigioso IE Business School, de España, entre 1.500 alumnos de sesenta nacionalidades. </p>

<p>Se trata de un concurso anual de creación de empresas de la Escuela de Negocios del IE. Los ganadores acceden a un crédito de Caja Madrid por 30.000 euros (unos 90 millones de pesos) sin intereses, y se asoman a una ventana que les permite mostrar su proyecto a inversores extranjeros. </p>

<p>Un grupo de cinco alumnos -tres de ellos colombianos- presentó Prospéritas, un proyecto de emprendimiento basado en microcréditos, con el fin de llevarlo a la práctica en Colombia. </p>

<p>Trabajaron en el los caleños Marcela Torres y Jaime Carvajal, el medellinense Ricardo Valencia, el argentino Tomás Baylac (Buenos Aires) y la norteamericana Jennifer Guintu (Los Ángeles). Avanzaron bajo la guía del profesor español Tomás Gutiérrez. </p>

<p>Cuando Marcela Torres vio que la modesta suma que le prestó a la empleada para el carrito de perros calientes había conseguido un gran impacto, le preguntó si conocía alguien más que necesitara un microcrédito. Ella y dos amigos estaban dispuestos a facilitarlo. <br />
Apareció Samuel, que alquilaba el uso de lavadoras de ropa a domicilio. Poco después, ya contaba con siete máquinas. </p>

<p>Al cabo de un par de años, Torres y sus socios contaban con un portafolio de cien pequeñas empresas. Solo falló el 4 por ciento de ellas. Así, cuando ella llegó al MBA del IE ya había avanzado en la práctica de los microcréditos. Faltaba analizarlos y ubicarlos sobre una base teórica. </p>

<p>Proyecto con clase</p>

<p>El grupo de compañeros trabajó en el proyecto a lo largo de ocho meses en la asignatura Venture Lab. "Nos dedicamos a formular y responder preguntas, estudiar el aspecto jurídico, plantear el plan de negocio y aprovechar la guía de un profesor que conoce el mundo de los microcréditos en América Latina", cuenta Jaime Carvajal en Madrid. </p>

<p>El trabajo no fue en vano. El 19 de diciembre obtuvieron el premio y ya se han citado con varias personas interesadas en España y Colombia. </p>

<p>Pese a que Caja Madrid les otorga el préstamo de 30.000 euros, necesitan más fondos. Ahora confían en conseguir los inversores sin problema.</p>

<p>Juanita Samper Ospina / Corresponsal Madrid</p>]]>        
                      
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                       <title>UE vai punir empregador de imigrantes ilegais - IE Business School</title>
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                    <modified>2009-01-23T16:47:20Z</modified>
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                      <summary type="text/plain">As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Um comitê do Parlamento Europeu aprovou ontem uma diretriz que torna crime empregar imigrantes ilegais, abrindo o caminho para a adoção definitiva da lei nas próximas semanas. A norma já tem o apoio da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia. Não bastasse a crise econômica, milhares de brasileiros que trabalham no mercado paralelo na Europa vão ter mais dificuldades para manter seus empregos a partir de agora. Entre 4,5 milhões e 8 milhões de imigrantes ilegais de todo o mundo trabalham sem visto no setor da construção civil, agricultura,...</summary>
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                         <![CDATA[<p>As informações são do jornal <a href="http://www.estadao.com.br">O Estado de S. Paulo</a>.<br />
 <br />
Um comitê do Parlamento Europeu aprovou ontem uma diretriz que torna crime empregar imigrantes ilegais, abrindo o caminho para a adoção definitiva da lei nas próximas semanas. A norma já tem o apoio da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia. Não bastasse a crise econômica, milhares de brasileiros que trabalham no mercado paralelo na Europa vão ter mais dificuldades para manter seus empregos a partir de agora. </p>

<p>Entre 4,5 milhões e 8 milhões de imigrantes ilegais de todo o mundo trabalham sem visto no setor da construção civil, agricultura, hotéis e restaurantes na Europa. Nos últimos meses, a UE já vem adotando uma série de medidas para fortalecer o controle em relação à imigração ilegal.</p>

<p>Segundo o comunicado emitido ontem, o objetivo é incentivar a imigração legal. Agora, no entanto, brasileiros que trabalham sem vistos temem perder seus empregos. Para os que estão chegando pela primeira vez à Europa, a recessão e as leis cada vez mais duras vão dificultar ainda mais a situação. Na Espanha, já são 3 milhões de desempregados e no Reino Unido, 2 milhões. </p>]]>        
                      
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                       <title>Porque Tostines e a &quot;nossa&quot; crise são mais fresquinhos? - IE Business School</title>
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                    <modified>2008-12-09T10:31:51Z</modified>
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                      <summary type="text/plain">Talvez o gancho que eu esteja utilizando para iniciar este post seja um pouco velho (denuncia minha idade) ou talvez seja algo muito carioca (denuncia minha origem). Bem, houve uma campanha dos biscoitos &quot;Tostines&quot; lá na década de 80 ou 90 que indagava se os biscoitos eram fresquinhos porque vendiam mais ou vendiam mais porque eram fesquinhos. Eu sempre achei a pergunta muito bem construída, inteligente e pertinente (bela campanha). O gancho se encaixa com uma pergunta que tenho me feito ultimamente: Neste exato momento, o Brasil está sendo mais afetado pela crise internacional porque as pessoas, a nível mundial,...</summary>
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                         <![CDATA[<p>Talvez o gancho que eu esteja utilizando para iniciar este <em>post</em> seja um pouco velho (denuncia minha idade) ou talvez seja algo muito carioca (denuncia minha origem). Bem, houve uma campanha dos biscoitos "Tostines" lá na década de 80 ou 90 que indagava se os biscoitos eram fresquinhos porque vendiam mais ou vendiam mais porque eram fesquinhos. Eu sempre achei a pergunta muito bem construída, inteligente e pertinente (bela campanha).</p>

<p>O gancho se encaixa com uma pergunta que tenho me feito ultimamente: Neste exato momento, o Brasil está sendo mais afetado pela crise internacional porque as pessoas, a nível mundial, estão parando de "fechar negócios" ou as pessoas, no Brasil, estão parando de "fechar negócios" porque se convenceram de que há uma crise? Seja por um motivo (real, direto), seja por outro (adquirido, indireto), o fato é que já se pode notar como alguns setores finalmente se rendem às notícias antecipadas (ou pregadas) pelos jornais brasileiros: crise! crise! crise! Depois de uns 3 meses de lavagem cerebral, acho que o inconsciente coletivo - e os empresários - finalmente absorveram a mensagem vendida pela imprensa "copy-paste" brasileira.</p>

<p>Enfim, escrevo principalmente aos brasileiros que não vivem no Brasil, incluindo a maior parte dos ex-alunos brasileiros do IE. Aproximadamente 60% dos ex-alunos brasileiros do IE vivem hoje fora do Brasil. Desta forma, este blog também deve servir para aproximá-los dos ex-alunos que estão por aqui, como eu. Se nota já por aqui um ambiente bem menos "caliente" economicamente que há alguns meses e as empresas pausam ou engavetam diversos projetos. </p>

<p>Na minha opinião, como já disse antes, penso que isso é bom para o Brasil. É uma oportunidade de tempo precioso para reflexão por parte de diversos setores da sociedade. Dará uma oportunidade para o empresariado planejar mais, economizar mais, formar e educar melhor sua mão-de-obra e ser mais responsável com o meio-ambiente. Também dará uma oportunidade para o Governo Federal finalmente apresentar reformas que façam do Brasil um local melhor para se fazer negócios limpos no futuro (porque fazer negócios ilícitos é bem fácil por aqui, o difícil é ganhar dinheiro fazendo a coisa certa). A pressão da soja sobre a Amazônia também deve diminuir e permitir que os agentes de proteção da floresta, incluindo arcabouço jurídico e polícias, se estruturem. E o mais importante, talvez, ver como o Governo e a oposição se comportam num período desfavorável que esperemos exija debates inteligentes para a sucessão do Lula em 2010.<br />
</p>]]>        
                      
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                       <title>A &quot;crise&quot;: crítica construtiva à imprensa brasileira e aos economistas &quot;especialistas&quot; - IE Business School</title>
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                    <modified>2008-11-19T16:37:29Z</modified>
                    <issued>2008-11-19T15:41:30Z</issued>
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                      <summary type="text/plain">Crise, crise, crise. Só se fala disso na imprensa brasileira. Vocês conhecem a expressão norte-americana &quot;monkey see, monkey do&quot;? pois é, me lembra muito a imprensa brasileira com suas cópias de notícias estrangeiras e análises superficiais sobre a chamada &quot;crise financeira&quot; mundial. Quem tiver a oportunidade, pode ler a revista &quot;The Economist&quot; desta semana e comparar com o que se lê nas páginas da Veja, Valor Econômico, Época e Exame nacionais. Não dá para comparar. A falta de qualidade das análises feitas pelos economistas brasileiros é incrível. Onde este pessoal estudou?!? Ou, melhor, quando?!? Pois parece que vivem em outro...</summary>
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                         <![CDATA[<p>Crise, crise, crise. Só se fala disso na imprensa brasileira. Vocês conhecem a expressão norte-americana "monkey see, monkey do"? pois é, me lembra muito a imprensa brasileira com suas cópias de notícias estrangeiras e análises superficiais sobre a chamada "crise financeira" mundial. Quem tiver a oportunidade, pode ler a revista "The Economist" desta semana e comparar com o que se lê nas páginas da Veja, Valor Econômico, Época e Exame nacionais. Não dá para comparar. A falta de qualidade das análises feitas pelos economistas brasileiros é incrível. Onde este pessoal estudou?!? Ou, melhor, quando?!? Pois parece que vivem em outro momento da história mundial.</p>

<p>O mais curioso e até divertido é comprovar que as notícias "importadas" não batem com as notícias nacionais reais. Ainda assim, uma série de pseudo-especialistas de plantão estão prontos para explicar o porquê do Brasil continuar indo tão bem e as pessoas continuarem comprando nesta "crise" tão profunda! </p>

<p>Ontem os "especialistas" disseram, a diversos meios jornalísticos, que as vendas de natal de novembro subiram porque o povo quer fazer suas compras antes que o impacto da alta do dólar recaia sobre o preço final do produto. Caramba! O povo está esperto, hein! Nem os empresários que eu conheço estão ligando muito para o preço do dólar, quanto mais o consumidor final.</p>

<p>Hoje saiu uma notícia da Reuters:<br />
<strong>Desemprego no país atinge 2o menor patamar da história </strong><br />
<em>"A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país voltou a cair em outubro e atingiu o segundo menor patamar já registrado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (...)."</em></p>

<p>CBN, Veja, Exame, etc continuam batendo na mesma tecla: "crise! crise! crise!". Que chatice.<br />
Por que os jornalistas não param de ficar dando "copy-paste" nas notícias uns dos outros e vão a campo procurar quem são os profissionais, políticos e empresários que estão batalhando pra fazer do Brasil um lugar melhor?</p>

<p>Além disso, quem disse que crescimento zero é "crise"? Se um País cresce zero - ou próximo de zero, para cima ou para baixo - mas a população continua a mesma ou até menor - muitos países desenvolvidos já não possuem população crescente - não vejo onde está o desespero. Algum dia a economia terá que deixar de crescer (ainda bem, senão acabaríamos com a Terra), qual o problema disso?!?</p>]]>        
                      
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                       <title>Entrevista ao Prof. Manuel Bermejo - IE Business School</title>
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                    <modified>2008-11-18T22:17:13Z</modified>
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                      <summary type="text/plain">O Professor Manuel Bermejo, especialista em gestao de empresas familiares e franquias do IE esteve aqui na semana passada e concedeu uma entrevista ao Jornal Gazeta Mercantil. Quem quiser ler, sugiro que clique com o botao direito na imagem e escolha &quot;Salvar como...&quot; no seu computador. Aqui vai. um abraço, Newton Campos...</summary>
                    <author>
                              <name>newtoncampos</name>
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                     <dc:subject>Entrepreneurship</dc:subject>
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                         <![CDATA[<p>O Professor Manuel Bermejo, especialista em gestao de empresas familiares e franquias do IE esteve aqui na semana passada e concedeu uma entrevista ao Jornal Gazeta Mercantil. Quem quiser ler, sugiro que clique com o botao direito na imagem e escolha "Salvar como..." no seu computador.</p>

<p>Aqui vai.</p>

<p>um abraço,</p>

<p>Newton Campos</p>

<p><img alt="2008-11-18 Gazeta Mercantil - Manuel Bermejo1.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008-11-18%20Gazeta%20Mercantil%20-%20Manuel%20Bermejo1.jpg" width="718" height="1028" /></p>

<p><img alt="2008-11-18 Gazeta Mercantil - Manuel Bermejo2.jpg" src="http://brazil.blogs.ie.edu/archives/2008-11-18%20Gazeta%20Mercantil%20-%20Manuel%20Bermejo2.jpg" width="710" height="353" /></p>]]>        
                      
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